Comportamento autodestrutivo

Mesmo com muitos estudos feitos, ainda não há uma análise confirmada sobre os motivos que ocasionam pessoas a se destruírem. No entanto, não deve-se anular a ajuda de profissionais especializados nessa área para ajudar pessoas que são autodestrutiva.

Até mesmo pessoas que demonstram viver uma vida comum igual a qualquer outra pessoa, podem camuflar a autodestruição, porém, existem comportamentos que mesmo que sejam implícitos passam a ser percebidos por pessoas que convivem diariamente.

A autodestruição causa a desestabilização emocional do indivíduo. Além de provocar ações que destroem as suas vidas, passam a prejudicar também o seu emocional ocasionando situações mais graves.

Nem todo ser humano mantém o seu lado racional o tempo todo e acaba praticando comportamentos irracionais contra si. Sendo assim, a seguir você verá os principais comportamentos que uma pessoa autodestrutiva comete.

MENTIRA

Geralmente pessoas autodestrutivas possuem a autoestima baixa, logo a tendência para mentir ou ocultar fatos é relativamente maior. Pessoas que mentem demoram mais para formar frases ao dialogar, do que as pessoas que falam a verdade.

Pessoas autodestrutivas não conseguem manter um diálogo honesto por muito tempo, mesmo sem motivos, passam a inventar situações. Eles mentem sabendo que estão sendo falsos em suas palavras, mas com a intenção de que o outro acredite no que está dizendo.

VIOLÊNCIA

Pessoas autodestrutivas usam a violência para descarregar algo ruim que carregam dentro de si. Existem partes do cérebro que são ativadas justamente durante um ato de violência.

A violência poderá acontecer por algum motivo que provocou a reação de uma pessoa autodestrutiva, porém muitos especialistas acreditam que o cérebro e o genes do ser humano são condicionados a uma busca natural pela violência.

A violência pode estar ligada a muitos fatores, porém os atos de violência normalmente estão ligados a comida, parceiros sexuais ou território. Os hormônios responsáveis pelos atos de violência são ativados facilmente, mesmo em situações sem motivos concretos.

ROUBO

Não é incomum encontrar pessoas numa sociedade que já tenham cometido o ato de roubar, principalmente sem uma necessidade aparente. Podemos chamar essas pessoas de cleptomaníacos, que são pessoas que tem tendência para roubar.

A adrenalina é um dos maiores motivos de existirem pessoas que roubam sem precisar. Uma pessoa autodestrutiva está adepta a utilizar esses meios como um vício, porém acabam prejudicando suas vidas de forma lamentável.

TRAIÇÃO

Mesmo pessoas que já encontraram o par perfeito para namorar ou casar, cometem atos de adultério. Uma pessoa autodestrutiva comete este ato sem culpa alguma.

Pois, para essas pessoas o ato de trair não está ligado a ética, logo, é uma situação que é aceita por ele sem interferir sua integridade moral, estando também envolvido o sentimento de poder e satisfação ao trair a pessoa com quem mantém compromisso.

VÍCIOS

Mesmo sabendo os efeitos negativos de um vício ao seu corpo, uma pessoa autodestrutiva não deixa de lado a sua dependência química e sempre encontra um bom motivo para justificar o seu vício.

Geralmente, pessoas autodestrutivas não deixam de lado os seus vícios para ser aceito socialmente do jeito que é, por não compreender os riscos e por não se importar com a sua saúde, nem mesmo com as pessoas que se preocupam com ele.

BULLYING

Pessoas autodestrutivas praticam o bullying aos seus colegas. Existe uma frase bastante conhecida: “Pessoas machucadas, machucam pessoas”. Pessoas que fazem coisas para se prejudicar, não se importam em prejudicar o outro, nem mesmo se está deixando o colega em depressão.

O preconceito de uma criança, poderá surgir de dois lugares, podendo ser em seu lar ou na escola em que estuda. Pessoas autodestrutivas, podem cometer esse ato por status e poder, pois ao cometer o bullying, pensam que estão sendo superior diante um certo grupo.

ALTERAÇÕES ARTIFICIAIS NO CORPO

Pessoas autodestrutivas, tendem a modificar o seu corpo, principalmente quando essa modificação causa dor, por exemplo, fazer tatuagens. Não há nada de errado em fazer tatuagens, porém essas pessoas sentem prazer em mudar a aparência do seu corpo e principalmente em sentir dor para isso.

Cirurgias plásticas também estão associadas a autodestruição e assim como as tatuagens, não há problema algum, pois muitas pessoas fazem por vaidade, no entanto, existem as que utilizam as cirurgias plásticas como um meio para modificar o seu corpo e chamar atenção.

ESTRESSE

Pessoas autodestrutivas estão sempre estressadas, mesmo nos momentos de descanso. O estresse acaba prejudicando a saúde dessas pessoas, podendo ocasionar até mesmo um ataque cardíaco ou um câncer.

Cada vez mais as pessoas estão ficando estressadas durante a sua rotina, pois a tecnologia chegou a um nível, que as pessoas não só trabalham nos locais de trabalho, mas acabam levando também trabalho para casa, no intuito de agilidade, o que acaba gerando um estresse maior.

JOGO

Pessoas autodestrutivas acabam adquirindo o vício em apostar em jogos, muitos acabam apostando coisas que possuem valor material e sentimental, só para saciar a vontade de jogar.

O jogo também está associado ao sentimento de vitória, logo, esse sentimento cresce, fazendo com que a pessoa esteja sempre pronto para uma nova partida. Não é à toa que existem muitas histórias de pessoas que perderam tudo o que tinham em cassinos.

FOFOCA

Pessoas autodestrutivas, tendem a olhar mais para a vida do outro do que para a própria vida. Essas pessoas usam a fofoca, principalmente como um meio para aproximar pessoas que não gostam de outra pessoa, que obviamente ele também não gosta, somente para matar a sua vontade em falar da vida dessa outra pessoa.

A fofoca está totalmente associada a autodestruição, pois para essas pessoas não há nada melhor do que falar mal da vida de outra pessoa. Lembrando que a fofoca nem sempre está ligada a verdade, essas pessoas distorcem os fatos, mudando para uma versão que acarretará uma visão ruim dos acontecimentos.

Comportamento dos gatos siameses

Em 1350, os gatos siameses foram citados no manuscrito do Sião, que hoje é a atual Tailândia.

Os gatos siameses, eram protegidos e criados nos antigos palácios, ou seja, pertenciam a realeza.

Não é à toa, que os gatos siameses são chamados de “príncipe dos gatos”.

Veja a seguir características do gato siamês:

• Em seu tamanho médio, um adulto pesa entre 2 kg a 6 kg
• Sua altura média é de 20 cm
• São elegantes e esbeltos
• Possui cabeça triangular
• Orelhas grandes, largas na base e pontiagudas
• O focinho é fino
• Os olhos são azuis
• Corpo tubular
• Patas compridas e finas
• Cauda fina e estreitada
• Vivem em torno de 15 a 20 anos

Compreenda que os gatos siameses quando são puros, nascem brancos e com o tempo, mais ou menos no quinto dia de vida, adquirem cor, principalmente na cabeça, orelhas, patas e caudas.

Durante os doze a quinze meses de vida do gato siamês, a coloração vai se tornando definitiva, logo, se o gato vive somente dentro de casa ou apartamento, sem contato com o exterior, principalmente no inverno, terá a sua pelagem mais clara. No entanto, existem variadas cores, porém as pontas sempre serão mais escuras que o resto do corpo.

Comportamento dos gatos siameses

Veja a seguir, comportamentos dos gatos siameses:

• São extrovertidos, porém com personalidade forte, o seu temperamento por diversas vezes é imprevisível, podendo deixar de ser calmo em alguns momentos.
• São ótimos companheiros, sempre estão ao lado do dono e muitas vezes segue o dono pela casa toda. Portanto, um gato siamês não nasceu para a solidão, caso ele fique por muito tempo sozinho, poderá entrar em depressão, pois não vivem sem carinho e companhia.
• Os siameses são friorentos, gostam de dormir em lugares quentinhos.
• O miado do siamês é forte e alto, principalmente quando deseja atenção, comida ou água.
• Os siameses por diversas vezes são ciumentos, principalmente em relação ao dono. Além disso, eles não gostam de limites, prezam a liberdade felina.
• Os siameses amam a companhia humana, principalmente quando são criados desde pequenos com pessoas por perto, porém, podem não conviver bem com outros animais, principalmente outros gatos.
• A natureza de um siamês é exuberante e vivaz, sendo considerado dentre os gatos o mais fácil de educar, pois, geralmente, são muito inteligentes e ligados ao dono.

Veja a seguir, os cuidados necessários para os gatos siameses:

• Escovação diária, pois os seus pelos caem muito, principalmente para ajuda-los a se limparem sozinhos, pois bolas de pelos podem ir para o estômago deles com facilidade.
• Higiene bucal e auditiva, são deveras importantes para evitar a proliferação de bactérias, que causam mau cheiro.
• Mantenha os olhos e o focinho do siamês sempre limpos para evitar o mal-estar dos bichanos. Você poderá usar um algodão úmido com água ou soro fisiológico.
• A alimentação é mais do que importante para um gato siamês, pois são vulneráveis a doenças renais e na bexiga. Sendo assim, não deixe de levar o seu gatinho ao veterinário e questione qual alimentação é melhor para ele no momento. Pois, a alimentação também é importante para que evite a magreza excessiva ou a obesidade.
• Alguns gatinhos podem nascer estrábicos, porém não é um problema, dado que chega a ser característica da raça, no entanto, muitos conseguem viver bem com o seu estrabismo. Mesmo assim, não deixe de leva-lo ao veterinário, pois alguns casos são de cirurgias.

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O que é autoestima

Antes de iniciar qualquer discussões sobre as questões que rondam a questão da autoestima, é necessário definir um detalhe bem básico, mas que muitas vezes acaba gerando dúvidas e confusão em algumas pessoas: o que realmente é a autoestima.

É possível afirma que a definição mais simplista e completa a respeito da autoestima é sobre a saúde emocional e mental de um indivíduo por meio da sua valorização pessoal. Mas porque a utilização do termo “valorização“? Acontece que qualquer desequilíbrio emocional ou mental que alguém venha apresentar, é decorrente da desvalorização que se tem sobre si mesmo.

Percebe-se então, que o conceito que o indivíduo tem sobre si mesmo é a chave essencial para o nascimento, crescimento ou morte de sua própria autoestima.

A construção da autoestima de uma pessoa se dá com base em seu autoconhecimento, ou seja, não tem nenhum relação com fatores do mundo exterior.

Hoje em dia é possível ver muitas críticas que grupos e movimentos fazem à mídia e seu papel na construção da autoestima de crianças e até mesmo pessoas adultas que crescem e se frustram por não conseguirem atingir um padrão ideal de estética e personalidade que é mostrado na televisão e em filmes.

A partir do momento em que a dimensão da autoestima se torna dependente do mundo exterior, inevitavelmente ela está condicionada a uma posição de fragilidade permanente, visto que irá depender de estímulos alheios ao próprio indivíduo para que se mantenha positiva.

A mídia de comunicação em massa é bastante criticada nos tempos atuais, mas se fizermos um panorama de toda a história da civilização humana será possível constatar que vários grupos também definiam padrões estéticos e comportamentais que serviam como base para ditar se algo deveria ser valorizado ou rejeitado.

Assim, pode-se dizer que o problema que gira em torno da autoestima não é dos tempos modernos, nem advém estritamente de concepções impostas pela mídia, visto que assim como sempre existiram pessoas com mente fraca influenciadas pela sugestibilidade imposta pela mídia, também sempre houveram indivíduos que rejeitam qualquer tipo de determinação imposta por meio exteriores a ele, criando assim seus próprios conceitos e valores.

Algumas das características da baixa autoestima são: insegurança, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerto do que se é, sentimento vago de não ser capaz de realizar nada, depressão, não se permite errar, necessidade de agradar, aprovação e reconhecimento.

É importante observar que qualquer pessoa é capaz de virar o jogo e moldar uma autoestima saudável para si mesmo. Afinal, ninguém nasce com uma baixa autoestima e está com seu destino traçado a viver eternamente dessa forma, como se essa fosse uma doença crônica.

Geralmente a baixa autoestima acontece quando o indivíduo passou por algum tipo de experiência ruim ou traumatizante em seu passado, foi mal educado (quando ninguém ensina o sujeito a se autovalorizar independente de qualquer outra coisa) ou inércia (quando há a aceitação de que o mundo funciona de tal forma e sempre será assim).

Sintomas da falta de autoestima

A verdade é que o ser humano sofre por diversos razões diferentes, e o que todos querem é se livrar o máximo possível de tudo aquela que pode vir a ser motivo de sofrimento. No entanto não há como fazer isso sem um trabalho dedicado anterior, sendo necessário portanto identificar quais são os motivos do sofrimento.

Origem do problema (avaliação)

Você quais são os motivos do seu sofrimento? Procure escrever sobre isso, anotando qualquer tipo de situação que te causa desconforto, pense a respeito de quais são as verdadeiras origens do seu problemas e liste cada uma delas.

Um dos principais motivam que acabam levando uma pessoa a desenvolver a baixa autoestima é a falta de consciência a respeito do seu próprio valor. Assim, quem não sabe de todo o seu potencial pode acabar desenvolvendo dificuldades em diversas áreas, desacreditando não só de si mesmo, mas da vida em geral.

Sinais

  • Necessidade de reconhecimento e aprovação;
  • Dependência financeira e emocional;
  • Não acreditar na sua própria capacidade Insegurança e timidez;
  • Perfeccionismo e medo de arriscar e errar;
  • Sentir-se incapaz de realizar qualquer coisa;
  • Dúvidas constantes sobre si mesmo;
  • Sentimentos de depressão e ansiedade;
  • Inveja, medo, raiva e agressividade relacionados a terceiros;
  • Vergonha de si mesmo;
  • Comodismo e inaptidão para mudar sua situação;
  • Dificuldade para crescer profissionalmente;
  • Sentimento de inferioridade.

É imprescindível que o indivíduo saiba reconhecer seu valor independente de qualquer fator externo, como o que se tem ou o que se faz, mas algo mais profundo: o seu valor como ser humano, o qual independe de cargo, conta no banco, poder, status e etc.

No entanto, é muito difícil colocar tal ideia em prática, visto que o homem em seu convívio em sociedade sempre priorizou e deu mais importância a uma pessoa levando em consideração seus bens materiais e não os seus valores enquanto pessoa.

Deste modo, é necessário deixar de lado toda e qualquer opinião de terceiros e olhar pra dentro apenas de nós mesmos e perceber as qualidades que estão ali, como a solidariedade, amizade, cumplicidade, amor, entre outras, as quais são coisas que dinheiro nenhum no mundo é capaz de comprar.

Se aceitando como você realmente é

O ser humano precisa entender de uma vez por todas que ninguém é perfeito e que cada pessoa é dotada de qualidades e defeitos, estando portanto sujeitas a cometerem erros e acertos a qualquer momento. Entenda que as suas falhas não são de nenhuma forma piores do que as que muitas outras pessoas já cometeram ou vão cometer em alguma fase de suas vidas.

É preciso desenvolver a capacidade de ser generoso consigo mesmo, compreendendo assim que a falha faz parte da vida de todas as pessoas, errar não é um motivo para desistir, mas uma nova chance de tentar fazer diferente e aprender o que é realmente certo. Apenas faça!

Não leve em conta apenas as virtudes que você carrega consigo, mas tente também aproveitar de seus defeitos para aprender constantemente, aproveite o que você é e não o que poderia ou deseja ser. Tudo isso lembrando sempre de enfatizar nas suas qualidades.

De fato essa não é uma tarefa nada fácil ou simples, mas é definitivamente algo que será realmente significante. Fácil é se olhar no espelho e apontar uma série de defeitos.

Em vez de apontar todas as características que você gostaria de ter ou coisas que desejaria ser, observe por quais fatores você pode ser grato, trazendo a tona sua beleza e qualidades naturais.

Seja honesto consigo mesmo admitindo quais as imperfeições constituem o seu perfil e deixando essa sua parte ir embora da sua personalidade. É importante ter em mente que jamais será possível corrigir um problema se você não for capaz de admitir a existência dele.

Construindo sua autoestima

Como foi mencionado anteriormente, os seres humanos desde o seu nascimento já possuem uma autoestima; acontece que, com o decorrer da vida e situações do cotidiano ele passa a vivenciar comentários, expectativas e atitudes de terceiros que processualmente acabam por desgastar o senso natural que até então era vívido.

A autoestima é o que faz o ser humano acreditar que é capaz de fazer o seu melhor utilizando seus talentos e habilidades para atingir seus objetivo e contribuir com a comunidade a sua volta, merecendo de tal forma uma vida saudável e feliz.

Construir uma autoestima que por algum motivo foi abalada é um processo natural, mas que exige algum empenho.

Mude sua atitude e visão sobre si mesmo

A percepção que você tem sobre si mesmo, sobre o seu modo de falar a respeito de suas características ou como se representa em algum momento se tornarão uma realidade na sua vida. Por exemplo, se você apenas se colocar para baixo, deprecia suas qualidades boas e coloca os seus defeitos lá em cima, em algum momento da sua vida você acabará se notando como uma pessoa reticente e de baixa autoestima.

No entanto, caso você exagere nas suas qualidades e talentos é bem provável que as pessoas a te rotular como egocêntrico e arrogante; situação a qual não se tratar de se superestimar, mas se enganar a si mesmo por meio de atitudes que demonstram apenas uma forte insegurança.

A chave então é encontrar o equilíbrio entre essas duas ações, aquela situação onde você reconhece e se alegra por ser uma pessoa que tem o mesmo valor que qualquer outro ser humano, tendo ainda pensamentos e talentos únicos.

Conseguir alcançar esse patamar pode ser muito difícil quando se passa anos cultivando sentimentos ruins sobre si mesmo, mas nunca é tarde para aprender a valorizar-se.

Não tenha medo de se amar

Muitas vezes as pessoas confundem o conceito de amor-próprio com atitudes narcisistas, egoístas e introvertidas.

Podemos dizer que boa parte dessa confusão decorre da palavra “amor”, a qual serve para definir diversos tipos de sentimentos; estando também emaranhada à confusão que as pessoas costumam ter em relação as mensagens que recebem e tem o intuito de fazer bem aos outros, sendo caridosas, e dando, constantemente, o melhor de si.

Mesmo que essa sejam intenções que carregam a sua nobreza, em alguns casos quando são tomadas desmedidamente podem acabar sendo utilizadas para minimizar, onde o indivíduo colocar os desejos de outras pessoas acima dos seus próprios por medo de soar como egoísta ou introspectivo demais. Novamente se ressalta a importância de encontrar o equilíbrio certo.

O amor próprio além de ser saudável, será seu amigo durante todos os dias, sejam eles de sol ou chuva, visto que ele não se manifestará por exaltações alternadas entre os seus dias, mas será constante em sua vida.

Amar a si mesmo se tratar de ter cuidado, tolerância, generosidade e compaixão consigo mesmo, como se você estivesse tratando de um ente querido ou de um amigo especial.

Não se preocupe com a ideia que as pessoas terão de você a partir apenas do que elas veem, afinal, o ser humano é um conjunto muito complexo de emoções e sentimentos que percorrem o seu corpo a todo momento, não devendo então ser definido por uma situação isolada ou característica única.

Acreditar no que as pessoas tem a dizer sobre você de nada adiante, construir e aumentar a sua autoestima depende apenas de você.

Confie nos seus próprios sentimentos

Desenvolver a autoestima requer que o indivíduo seja capaz de ouvir e confiar nos seus próprios sentimentos, não respondendo quase que automaticamente ao que outras pessoas o dizem, tendo em vista que a partir do momento em que as pessoas a sua volta notarem que a sua resposta vai ser sempre influenciada pelos seus desejos.

Não haverá nenhum tipo de incentivo para que utilizem de forma correta a sua capacidade de resposta, criando um elo que muitas vezes pode ser difícil de ser quebrado.

Uma vez que você confia em seus sentimentos, perceberá que quando o peso todo das demandas é colocado sobre si e não te faz sentir bem, irá responder com o que é melhor para si, e não para os outros.

Auto-compaixão: uma alternativa
Como anda sua autoestima?

Comportamento das abelhas Jataí

 

A Jataí é uma das menores espécies de abelhas conhecidas, sendo bastante sociável e mansa. A técnica de criação, mesmo sendo recente, apresenta grande rendimento, se tornando assim uma excelente opção para meliponicultores (criadores de abelhas sem ferrão).

A Jataí é um tipo de abelha possível de encontrar em quase todo o território brasileiro, assim como em outros países da América Latina, estando presente em ambientes urbanos como ocos de paredes, caixas de energia, entre outros, já no ambiente natural elas costumam fazer ninhos dentro de árvores.

Abelhas Jatai

Colmeia

A colônia é composta totalmente por abelhas que ajudam na manutenção da colmeia, o que faz desses insetos bastante sociais, as operárias fazem os trabalhos mais pesados, como a limpeza e construção da colmeia, coleta de néctar e polén, os zangões são responsáveis pela fertilização da rainha, que por sua vez mantém a ordem na colmeia.

Diferente das abelhas europeias e africanas, a Jataí é uma abelha bem rústica, tendo grande habilidade na construção de ninhos e em sobreviver em ambientes diversos. Outra grande vantagem para os criadores dessa espécie é que ela não possui ferrão e é muito mansa, dando no máximo alguns beliscões quando está se sentindo em situações de perigo.

Características da espécie

Graças a essas características de mansidão e sociabilidade se torna viável a criação dessa espécie de abelha em áreas urbanas, como perto de casas, pessoas e animais, uma vez que não existe o risco de ataques ou similares.

Essa abelha mede em torno de 5mm, tem uma coloração amarelo-ouro e as corbículas pretas. O ninho é construído em forma de disco, ele é separado com cera e resina de modo a proteger tanto a parte superior como seu núcleo, essa mistura se chama betume. Na entrada do ninho existe um tubo de cera que é fechado durante a noite para proteção das abelhas, mas que ainda mantém pequenos orifícios de modo a propiciar o arejamento interno.

Mel

O mel que essas abelhas produzem é bastante saboroso e suave, sendo muito procurado por conter propriedades medicinais. No entanto, a produção da Jataí é menor do que as abelhas que possuem ferrão, em contrapartida seu mel tem um preço mais alto. É utilizado também para tratamentos oftalmológicos, como para retirada de ciscos dos olhos e cura de catarata.

Meliponicultura
Instalar um meliponário não custa muito, necessitando apenas de caixas para abrigo, pois é possível comprar enxames ou até mesmo colônias já habitadas. Com a meliponicultura se pode retirar três receitas distintas, como a venda do mel, a apis e o polén.

Estudo que aponta que roqueiros são mais inteligentes

O rock sempre foi e sempre será um movimento contestado. Ele é sinônimo de rebeldia e insatisfação, desde o tempo dos primeiros “blues man”, no final do século XIX e os primeiros anos do século XX.

Citamos o blues porque o estilo exerceu grande influência no rock e entre os dois há uma tênue ligação. Até porque, os chamados “blues man” eram descendentes de escravos na parte Sul dos Estados Unidos, os mesmos eram discriminados (até hoje) por causa da cor de suas peles e classes sociais. Para manifestar a insatisfação com a indiferença imposta, o estilo musical nasceu como forma de protesto.

Muitos destes artistas eram analfabetos ou semianalfabetos, mas conseguiam dominar os acordes no violão, compor canções unindo cifras que harmonizavam com a voz, por vezes melancólica. Este é o diferencial do blues, um movimento de protesto, com letras marcantes compostas por gênios superdotados como Pink Anderson, Floyd Council, Robert Johnson e tantos outros.

Assim como no blues, o rock também apresenta um sinal de delinquência. Contudo, as coisas não são bem assim, recentemente foi realizado um estudo na universidade da Inglaterra, onde um estudo chegou a conclusão de que jovens roqueiros são mais inteligentes.

Segundo a pesquisa, isso deve-se ao fato de possuírem um comportamento diferenciado diante de pressões, seja na família, na escola ou em qualquer âmbito social.

Principalmente nas décadas de 60 e 70, os movimentos vanguardistas contra as guerras, censuras e ditaduras (principalmente na América Latina) estavam à flor da pele. Trata-se de um período onde surgiram diversas mentes brilhantes no mundo do rock como Jim Morrison (líder do The Doors) que possuía um QI avaliado em 149 pontos. Para se ter uma pequena noção, Albert Einstein tinha um QI avaliado em 160 pontos. Infelizmente o mitológico poeta do rock deixou-se ser consumido pela contracultura em apenas 5 anos.

Guitarrista (Foto:Reprodução)
Crédito de imagem: http://tudooquevocepensar.blogspot.com.br

Os apreciadores do estilo musical também podem apresentar habilidades em diversas artes, seja nas artes plásticas ou literatura. Muitos roqueiros são atraídos pelas ideias filosóficas de Platão ou Niestzsche e também pelas obras de Andy Warhol.

Bem como a exemplo Jim Morrison, ou o estilo musical de Syd Barrett. Foi ele quem fundou a banda Pink Floyd e compôs praticamente todas as músicas do primeiro álbum da banda.

O “diamante louco”, como era chamado, foi o principal vertente do rock psicodélico e progressivo, delineando solos com som de eco em sua guitarra que duravam de 15 à 20 minutos e depois voltava ao repertório original.

Além de compor, o roqueiro era um ávido leitor e também possuía habilidades nas artes plásticas. Infelizmente Syd ficou com a banda por apenas três anos, de 1965 à 1968. O vertente da era psicodélica do rock foi diagnosticado com esquizofrenia, doença que o fez se afastar do mundo da música. Barrett  passou a viver com a mãe durante três décadas arrastando a própria lenda.

Após a análise destes artistas e da própria universidade. Acompanhando também um pouco sobre a história do rock, fica a questão sobre o tema a refletir: O roqueiros são mais inteligentes? Sim.

Uma coisa é certa, a inteligência está em cada um de nós e ninguém é desprovido de tal natureza. Certo que alguns tem dificuldades em determinados âmbitos, já outros não possuem tal bloqueio.