Conheça os alimentos ricos em magnésio

O magnésio é conhecido por ser um mineral excelente em relação a reunião de proteínas, especialmente por acarretar energia e favorecer a passagem dos impulsos nervosos, além de normalizar as contrações musculares.

Posto isto, os alimentos ricos em magnésio estão essencialmente nas sementes, por exemplo, nas sementes de abóboras, sementes de girassol, nas amêndoas e também nos vegetais.

Veja a seguir, lista dos alimentos mais ricos em magnésio:

Sementes de abóbora: 57 g / 303 mg / 327 calorias
Amêndoas:  78 g / 238 mg / 499 calorias
Avelã: 68 g  /192 mg / 430 calorias
Castanha-do-pará: 70 g / 166 mg / 489 calorias
Amendoim: 72 g / 125 mg / 415 calorias
Sementes de girassol: 68 g / 82 mg / 397 calorias
Alcachofra: 120 g / 72 mg / 95 calorias
Espinafre: 100 g / 64 mg / 22 calorias
Aveia cozida: 234 g / 56 mg / 145 calorias
Beterraba fresca cozida: 72 g / 49 mg / 32 calorias
Gérmen de trigo: 14 g / 45 mg / 51 calorias
Iogurte: 245 g / 43 mg / 186 calorias
Arroz integral: 98 g / 42 mg / 343 calorias
Abacate: 100 g / 39 mg / 162 calorias
Ameixa: 85 g /38 mg / 75 calorias
Banana: 118 g / 34 mg / 112 calorias
Leite desnatado: 245 g / 28 mg  / 88 calorias
Suco de laranja: 242 g / 27 mg / 154 calorias

Compreenda que todo adulto para manter o seu organismo saudável necessita de uma certa quantidade de magnésio por dia. A quantidade de magnésio necessária gira em torno de 310 mg e 420 mg por dia, pois, mantém também o desempenho cerebral.

Portanto, a falta de magnésio no organismo poderá acarretar sintomas indesejáveis. Veja a seguir, o que a falta de magnésio pode ocasionar:

• Modificação no sistema nervoso, por exemplo, depressão, tremores e insônia
• Insuficiência cardíaca
• Osteoporose
• Pressão alta
• Diabetes mellitus
• TPM
• Insônia
• Cãibras
• Falta de apetite
• Sonolência
• Perda de memória

Veja a seguir, os remédios que podem ocasionar uma baixa concentração de magnésio no sangue:

• Ciclosserina
• Furosemina
• Tiazidas
• Hidroclorotiazidas
• Tetraciclinas
• Contraceptivos de uso oral

Importante

Sempre que ocorrer baixa concentração de magnésio no sangue, ou seja, inferior a 1mEq por litro de sangue, será preciso fazer o uso de suplementação de magnésio, especificamente em casos de contrações uterinas precoces durante uma gestação, vômitos ou diarreias.

Toda gestante que precisar de suplementação de magnésio, deverá estar na 35 º semana de gravidez, para evitar que ocorra erro quando o útero for contraído para a chegada do bebê.

Compreenda que não é comum ver pessoas que necessitam de suplementação de magnésio, dado que uma alimentação saudável proporciona todo magnésio necessário para o organismo.

No entanto, toda pessoa que necessita de suplementação de magnésio deverá obter acompanhamento médico ou até mesmo de um nutricionista, uma vez que o exagero de magnésio poderá causar sintomas desagradáveis, como dor de cabeça, vomito e enjoo.

Sinais do Hipo e Hipertiroidismo

Tireoide não é uma doença incomum, pois, hoje em dia, 15% da população brasileira sofre com problemas na tireoide, principalmente as mulheres. Posto isto, o IBGE, atesta que muitas mulheres desconhecem os sintomas da doença, logo, o diagnóstico vem tarde.

Veja a seguir, os maus que acometem a tireoide:

• Hipotireoidismo
• Hipertireoidismo
• Nódulos benignos na mesma região

Todos esses maus podem ser solucionados com o tratamento adequado. Compreenda que a tireoide, localizada no pescoço, disponibiliza hormônios importantes para o funcionamento adequado do organismo, que são:

• T3 (tri-iodotironina)
• T4 (tiroxina)

Esses dois hormônios regulam a agilidade do metabolismo e intervêm na atividade de alguns órgãos, como o coração e o rins, incluindo o ciclo menstrual. Posto isto, qualquer problema na tireoide influencia várias funções vitais do corpo humano.

Veja a seguir, as principais diferenças entre as duas doenças mais comuns da tireoide

Hipotireoidismo

• Baixa produção dos hormônios produzidos pela tireoide..
• O sexo feminino é mais afetado com essa falha na produção no T3 e T4.
• Acontece principalmente no climatério, última menstruação antes da menopausa, quando o tipo mais comum de hipotireoidismo, a Tireoidite de Hashimoto, se mostra mais comum.
• Sinais de metabolismo desacelerado.
• Variação autoimune, quando o próprio corpo começa a atacar a tireoide, classificado como tireoidite de Hashimoto.
• Quantidade de iodo no organismo, nas altas doses e nos baixos níveis de substância no organismo que podem afetar a produção dos hormônios T3 e T4.

Sintomas do hipotireoidismo:

• Depressão
• Desaceleração dos batimentos cardíacos
• Intestino preso
• Menstruação irregular
• Diminuição da memória
• Cansaço excessivo
• Dores musculares
• Sonolência excessiva
• Pele seca
• Queda de cabelo
• Ganho de peso
• Aumento do colesterol no sangue

Tratamento

O tratamento está na reposição hormonal, o seu suporte é o levotiroxina (L-T4). A medicação é feita uma vez ao dia, o horário deve ser cedo e o paciente deverá estar em jejum.

Já a alimentação só deverá ser feita após trinta minutos a ingestão da medicação, dado que os alimentos aumentam o pH do estômago, reduzindo a absorção da levotiroxina.

Hipertireoidismo

• Menos comum que o hipotireoidismo.
• Mais comum nas mulheres.
• Doença de graves ou bócio difuso é quando glândula da tireoide encontra-se demasiadamente ativa e produzindo uma quantidade exagerada de hormônios.
• Problemas, como tumores e excesso de iodo no organismo também podem fazer com que a tireoide passe a produzir uma quantidade maior de T3 e T4.

Tratamento

Medicamentos como o Tapazol ou Propiltiouracil, diminuem a atividade tireoidiana, controlando a produção de hormônios. Os medicamentos são feitos via oral e não devem ser ingeridos sem uma receita médica.

O iodo radioativo, também conhecido como radioterapia é outro tratamento conhecido. Durante o processo do tratamento, a glândula tireoide absorve o iodo da circulação penetrando na glândula, logo, ele começa destruí-la gradualmente. Portanto, o tratamento poderá durar por muito tempo, no entanto, o seu efeito é definitivo.

Sintomas de hipertireoidismo

• Dificuldade de dormir
• Aceleração dos batimentos cardíacos
• Intestino solto
• Agitação
• Muita energia, apesar de muito cansaço
• Queda de cabelos
• Calor e suor exagerado
• Menstruação irregular

Como fazer batata doce no micro-ondas

A dica de hoje é como fazer batata doce no micro-ondas. A batata doce, além de ser fácil de preparar é conhecida também por ser uma ótima opção de alimento saboroso e saudável.

Compreenda que a batata doce é uma fonte de energia para quem pratica exercícios físicos. Posto isto, a batata doce é rica em fibra, favorecendo na queima de gordura e no ganho muscular.

Um ótimo alimento para quem possui diabetes, pois a batata doce controla a diabetes, diante o seu baixo índice glicêmico. Sua vitamina A, fortalece o sistema imunológico, age como antioxidante e atua na manutenção dos ossos.

Sua fibra também favorece a digestão e a redução do colesterol. Sua vitamina E, faz bem para a pele e a sua vitamina A, ajuda a prevenir o câncer. Sendo assim, não existem motivos para não saborear uma batata doce feita no micro-ondas.

É possível cozinhar uma batata doce utilizando apenas um papel toalha, a seguir, você irá conferir como fazer uma batata doce no micro-ondas, passa a passo. Fique por dentro!

MODO DE PREPARO

• Lave bem as batatas e as enrole em um papel toalha
• Com o papel toalha umedecido, coloque a batata em um recipiente de vidro.
• Deixe a batata ser aquecida em torno de cinco minutos no micro-ondas.
• Para finalizar, retire a batata do micro-ondas, pois ela estará pronta para ser servida.

Água alcalina faz mal para a saúde

Água alcalina possui um pH maior que sete, compreenda que o nosso corpo para continuar saudável, precisa preservar 7,5 e 7,45 do pH no sangue. A água alcalina hipoteticamente ajuda a não deixar o sangue ácido.

Posto isto, o corpo humano para funcionar normalmente, produz energia, que são os elétrons. No entanto, ao consumir elétrons, ficam os prótons, sendo o mais simples o H+.

A quantidade de prótons são medidas a partir do pH, sendo assim, quando a quantidade de prótons é muito, o pH é menor e mais ácido. Dado que ao gastar a energia do corpo, os elétrons são consumidos, provocando o excesso de prótons e a acidificação do organismo.

Para manter a saúde do corpo é necessário eliminar o excesso de ácido. Essa eliminação poderá ser feita por meio da urina, eliminando ácido úrico. Pela respiração ao eliminar o ácido carbônico na forma de CO2. Pelo estômago, eliminando ácido clorídrico e também pela transpiração.

A água alcalina é chamada por muitos como a água da vida, pois para muitos ela tem efeito antioxidantes e controle de hormônios, podendo também prevenir o câncer, porém, não há estudos que comprovem estes benefícios.

Todavia, alguns especialistas acreditam nos benefícios da água alcalina, principalmente pelo fato do corpo ser composto por 70% de água e à medida que envelhecemos a água alcalina ajudará a combater a acidificação do organismo.

Já outros especialistas pensam o oposto, dizem que água não ajuda, pois o próprio organismo tem controle do pH para mantê-lo regularizado, como o rim, que mantem o pH do sangue. O corpo fica sujeito a infecções, sepse e acidose, quando existe alguma doença que descompense o pH do sangue, por exemplo, a insulina instável diante a diabete.

Sabendo-se disso, é importante alertar sobre a água caseira, que é feita com bicarbonato de sódio, que poderá aumentar a pressão arterial, logo, a água alcalina caseira, não é recomendada por muitos especialistas.

A melhor água para ser consumida é a água mineral, pois é natural e não possui bicarbonato de sódio, nem mesmo outros minerais artificiais. Porém, é necessário tomar cuidado também com a água da torneira, que poderá ter cloro e flúor, deixando a água ácida.

Líquidos ácidos, podem desenvolver doenças degenerativas, neste caso, é necessário manter uma alimentação saudável, evitando produtos industrializados, como refrigerantes e frituras.

Pessoas que ingerem esses alimentos, possuem mais dificuldade para eliminar o excesso de ácido, além da vulnerabilidade de desenvolver doenças. Entenda, que o rim, é o principal órgão para eliminar ácidos, por isso é importante tomar bastante água por dia.

Quantos dias podemos ficar sem comer

Sabe aqueles dias que passamos do horário de almoço e o estômago começa a reclamar? Só assim, já sentimos o quanto é ruim para o nosso organismo ficar sem comer por algumas horas. Então, quantos dias podemos ficar sem comer? Quanto tempo o nosso corpo conseguiria sobreviver diante a fome?

Seria possível, por exemplo, ficar um mês sem comer? Segundo, alguns profissionais, um mês é a data limite para que o corpo sobreviva sem a ingestão de alimentos, porém tudo dependerá do clima, temperatura corporal, reserva de gordura, hidratação e também da taxa metabólica.

Compreenda que o alimento é imprescindível para o funcionamento normal do corpo, pois é a nossa fonte de energia. Quando não nos alimentamos, o nosso corpo passa a gastar a gordura encontrada e quando essa gordura chega ao fim, começa a desviar a energia do coração e dos músculos, até que uma hora todos os órgãos param de funcionar diante a fraqueza do corpo.

Existem pessoas que sobreviveram em jejuns feitos e também a situações de riscos, onde não tinham o que comer. Logo, cinquenta dias é o máximo conhecido em que o corpo suportou ficar sem comida.

A reserva de gordura do corpo é a reserva de energia para o organismo que não está sendo alimentado. Diante esse fato, pessoas com excesso de gordura corporal tendem a suportar mais perante a falta de alimento, do que uma pessoa magra, pois perderá sua funções celulares mais rápido.

Jejum

Muitas pessoas buscam o jejum ou greve de fome, como alternativa em prol de causas importantes, geralmente, essa greve de fome é feita por políticos que foram aprisionados, líderes religiosos e ativistas. Por exemplo, Mahatma Gandhi, líder político que sempre lutou pela Índia com garras. Foi em 1933, que ele iniciou uma greve de fome de vinte e um dias para protestar contra a opressão britânica em relação a Índia.

Assim, como Barry Horne, ativista que lutava pelos direitos dos animais, foi em 1998, que ele fez sua terceira greve de fome com duração de quarenta e nove dias, ocasionando problemas nos rins e problemas de visão. Ainda preso, por incendiar lojas que vendiam casacos de pele, em 2001, iniciou sua quarta e última greve de fome que o levou a morte diante uma insuficiência hepática.

Todo jejum deve ser acompanhado por água, pois sem ingerir água, o corpo ficará desnutrido, ocasionando problemas nos rins, queda de pressão e arritmias cardíacas. Logo, todos os órgãos param de funcionar, acarretando a morte.

Situações de risco

Existem algumas histórias de pessoas que se encontraram em situações de riscos, onde estavam totalmente a mercê da falta de alimento sem a possibilidade de buscar ajuda, como a situação de James Scott, que aos seus vinte e dois anos, em 1991, fez uma viagem de Austrália até Nepal, rumo ao Himalaia.

Durante o trajeto, uma tempestade surpreendeu o jovem, fazendo com que ele se perdesse na trilha, por quarenta e cinco dias ele ficou sem comida, porém na companhia de bolas de neves derretidas e uma lagarta. James Scott, escreveu o livro “Lost in the Himalaya”, ou seja, “Perdido no Himalaia”.

Clima

A temperatura é um aspecto importante diante esses casos, pois no frio, como foi o caso de James Scott, o corpo busca a energia concentrada para conservar a temperatura do corpo, por isso a possibilidade de sobrevivência em temperaturas amenas é maior. Já no calor, a temperatura não colabora, desidratando o corpo mais rápido.

Importante

• O tempo que o nosso corpo suporta ficar sem ingerir alimentos, dependerá de diversas condições, principalmente da reserva de gordura encontrada.
• Uma pessoa em jejum, mas que possui um peso normal, após quatro dias é o suficiente para que o corpo comece a se debilitar.
• A falta de alimento, ocasiona em especial desnutrição, diante o emagrecimento do corpo, hipotensão e perda de eletrólitos, que podem acarretar arritmias cardíacas, redução das proteínas, além de reduzir o tamanho dos órgãos.
• A pessoa que está sem alimento por muito tempo, entra em estado de produção excessiva de cetonas por metabolismo de gorduras, sendo assim, depois de um determinado tempo não sente mais fome.
• É essencial para a sobrevivência diante a falta de alimento, a ingestão de líquidos, pois a água carrega todos os nutrientes até a célula, além de ajudar a resfriar o corpo ao regular a temperatura corporal, colaborando para uma possível sobrevivência.