O que estabelecia o Tratado de Tordesilhas resumo

As grandes navegações ibéricas foram, sem dúvida, uma das características que marcou a história. Entenda mais sobre o Tratado de Tordesilhas, aqui no Dicas Free.

Enquanto grande parte da Europa se organizava em novos Estados Nacionais e procurava se manter economicamente nas rotas de comércio mais prováveis, algumas nações que conseguiram uma valiosa herança náutica, inauguravam a modernidade de forma majestosa e espetacular. Os navios e a tecnologia de navegação empregada pelas nações ibéricas, estenderam os horizontes que outrora eram tão próximos da costa.

O principal motivo do desenvolvimento náutico dessas nações da península ibérica pode ter sido o avanço do império otomano em territórios africanos e europeus, impedindo que as rotas do comércio de especiarias com a Índia fosse feito por terra sem o pagamento de severos impostos. Isso aconteceu após a queda de Constantinopla em 1453, cidade que dividia o ocidente do oriente e que tinha a maior importância comercial na época. Conquistada pelos turcos otomanos, a antiga cidade já não serviria do mesmo modo aos interesses europeus.

Tratado de Tordesilhas (foto: reprodução)
Tratado de Tordesilhas (foto: reprodução)

Aproveitando-se de sua saída para o mar, Espanha (na época ainda não unificada) e Portugal, desenvolveram técnicas de navegação afim de contornar a África, chegando a Índia e voltando com segurança à península ibérica. Essa empreita durou vários anos até que em 1497, o navegador português Vasco da Gama realizou a mais longa viagem já feita em alto mar, partindo de Lisboa e chegando em Calecute, na Índia, episódio que firmaria uma longa relação comercial.

Tratado de Tordesilhas

Apesar da grande descoberta portuguesa, o reino de Castela viria a patrocinar a aventura náutica de Cristóvão Colombo, navegador genovês que, em lealdade a rainha Isabel I, descobriria o continente americano em 1492. Como as empreitas náuticas eram patrocinadas pela igreja católica e de Roma, os tratados entre Portugal e o reino de Castela também garantiam parte de terras ainda por conquistar ao sul das Canárias.

Baseado nessa Bula papal, o rei de Portugal Dom João II, reclamou ao seu país parte das terras descobertas por Castela. Para evitar uma guerra entre as nações ibéricas, a igreja católica debateu a possibilidade de acordos de partilha. O recém formado reino da Espanha (com a unificação entre Castela, Granada, Aragão e Leão) assinaria o Tratado de Tordesilhas em 2 de Julho de 1494 e Portugal assinaria em 5 de Setembro do mesmo ano.

O tratado estabelecia uma linha imaginária que dividia as terras descobertas e ainda por descobrir entre Portugal e Espanha. Essa linha se localizava a 370 léguas da Ilha de Santo Antão do arquipélago de Cabo Verde em meridiano. Os territórios localizados a Lesta da linha do tratado pertenceriam a Portugal e a Oeste pertenciam a Espanha.

Inquisição da igreja catolica na idade média

A idade média foi um período de grandes mudanças e de uma nova construção cultural sobretudo na Europa. Entenda a famosa inquisição católica e outras curiosidades sobre o assunto aqui neste artigo.

Hoje em dia, muito se fala sobre a inquisição, sobretudo nas enormes discussões entre grupos de ateus ou opostos as ideias religiosas. Frases como “Daqui a pouco estaremos colocando pessoas na fogueira outra vez” já se tornou clichê nos mais quentes debates ideológicos. Mas como terá sido, historicamente, o período da inquisição católica? Quais eram as motivações? O que permitia a igreja tomar atitudes tão extremas? Essas e outras perguntas você confere nesse artigo.

A punição na humanidade

Antes de definir o que é inquisição, é interessante voltar ainda mais atrás e perceber os tipos de punições antigas. A famosa Lei de Talião já era algo comum em vários lugares do globo, onde as punições físicas e severas eram algo aceitável à população sem necessariamente estar ligada a religião. Os métodos mais famosos que estrelam em produções cinematográficas possuem raízes longínquas e continuidades assombrosas.

Empalamento por Vlad Tepes (foto: reprodução)
Empalamento por Vlad Tepes (foto: reprodução)

O enforcamento, por exemplo, pode ter surgido na antiga Pérsia como forma de punição. Esse mesmo método de punição é utilizado até os dias atuais em diversos países e também em alguns estados dos Estados Unidos. Outro método persa foi o da crucificação, que permeou entre diversas outras civilizações por muitos séculos.

O apedrejamento era comum em países do oriente médio, onde a religião era um aspecto extremamente influenciador. Essa punição era dada especialmente nas mulheres acusadas de adultério. Na Grécia, a “morte no touro” foi uma forma de punição dolorosa, onde a vítima era posta dentro de um touro de metal e aquecia até a morte devido a uma fogueira posicionada abaixo dele. A fumaça do cadáver saia pelas narinas do touro, para completar a estética da tortura..

O empalamento foi uma forma de punição surgida na babilônia, mas que se arrastou até a idade média, principalmente no reinado da Transilvânia, atual Romênia, na época de Vlad Tepes, o empalador. Também era um método utilizado pelos árabes no mesmo período e consistia em introduzir uma estaca de madeira no orifício anal da vítima até que a mesma saísse pela boca.

Em Roma, considerada a percursora da civilização ocidental, as punições corporais eram muito comuns. Aos soldados que não cumpriam as ordens ou que fizessem algo de errado durante a batalha, eram administrados linchamentos com pedradas e pauladas, além do abandono, caso sobrevivesse. Aos prisioneiros de guerra, o destino nas minas era o pior que poderia acontecer. Os que não iriam para as minas, tornavam-se escravos na cidade, podendo se tornarem gladiadores, arriscando sua vida apenas para o entretenimento das elites e do povo romano.

A inquisição na Idade Média

Como já foi possível perceber, as punições corporais para crimes e heresias eram comuns desde a antiguidade e em muitos casos, independente das ações religiosas, sendo administradas apenas pelos estados. Essa herança violenta perdurou por muito tempo.

Fogueira da inquisição (foto: reprodução)
Fogueira da inquisição (foto: reprodução)

Durante a Idade Média, na Europa, a religião predominante era a Igreja Católica Apostólica Romana. Além de ditar a conduta pessoal e moral dos europeus, a igreja católica unia os reinados sob o mesmo nome (reinados cristãos), impedindo que muitos conflitos internos fossem administrados por meio de batalhas.

Para isso, a igreja católica cria um inimigo em comum para os cristãos. Esse inimigo são os hereges. Era dever moral da Europa levar a palavra santa à outros povos e combater severamente os polos ameaçadores de heresia. Nesse aspecto, a heresia poderia estar dentro da própria Europa, em vilas e comunidades que praticavam outros tipos de religiões ou doutrinas.

Iniciada em 1184, na França, a inquisição tinha como objetivo punir pecados considerados de grande importância pela igreja católica, além de suprimir os atos de bruxaria e outras adorações que não fossem voltadas ao catolicismo. As penas mais famosas foram a fogueira, enforcamento público, afogamento, esticamento dos membros, a “pera” e a decapitação.

Essas penas eram severas, mas não fugiam do imaginário nem da normalidade dos reinados Europeus. Esse tipo de violência era, de certa forma, aceitável e o próprio povo apoiava a maioria das situações. Esse fato começou a mudar com a transformação social influenciada por diversos pensadores e também pelo protestantismo. Apesar disso, ainda demorou muito para que esse tipo de punição diminuísse consideravelmente e o próprio protestantismo acabou por utilizar métodos de punição.

Colapso do capitalismo liberal

O capitalismo é o sistema que até hoje vigora em quase todos os continentes. Entenda as mudanças desse sistema aqui no Dicas Free.

Os sistemas econômicos sempre estiveram presentes na humanidade, por mais simples que possam ter sido. Além disso, podemos chamar de economia quando a Europa começa a pensar o capitalismo e levar o sistema monetário à uma importância quase nunca antes vista.

A moeda passa a ter grande valor tanto dentro dos Estados Nacionais e também no cenário  internacional, sendo que seu valor nesses quesitos iriá depender diretamente da força econômica do país e da quantidade de metais preciosos que o mesmo contém em seu tesouro. Sendo assim, o capitalismo logo começa quando as navegações portuguesas e espanholas mostram o ” mundo novo” de possibilidades mercantis à Europa.

Fila de desempregados norte americanos durante a crise de 29 (foto: reprodução)
Fila de desempregados norte americanos durante a crise de 29 (foto: reprodução)

A industrialização que se inicia primeiramente na Inglaterra se espalha pelo globo com o tempo, levando consigo vários conceitos capitalistas e um deles é a necessidade de mão de obra assalariada e o liberalismo.

O Capitalismo Liberal

Essa ideia de capitalismo se baseava na liberdade de comércio entre empresas e compradores sem a interferência do Estado. Baseava-se numa teoria que a economia se auto sustentaria, como se uma mão arrumasse as coisas e desse continuidade ao sistema. Isso permitia que as empresas utilizassem das mais variadas estratégias, explorando funcionários, recursos naturais e acordos desmedidos sem qualquer fiscalização branda.

Esse tipo de medida deu certo por algum tempo para diversos países economicamente forte, principalmente os Estados Unidos que vinha crescendo no cenário econômico. O American Way Of Life estava a todo vapor principalmente após a primeira guerra mundial, onde a demanda de produtos norte americanos cresceu demasiadamente, em vista que diversos países europeus estavam em crise no período pós guerra.

O Colapso do Capitalismo Liberal

Pode-se dizer que o capitalismo liberal, como era conhecido, acabou durante a crise de 1929. Essa crise afetou grande parte do mundo e deixou até mesmo os Estados Unidos em uma situação bastante complicada, tanto às empresas quanto o povo estadunidense.

As empresas e até mesmo o setor agrícola norte americano produziam a todo vapor às altas demandas europeias e também de grande parte dos continente americano. As empresas cresciam demasiadamente e a contratação de funcionários a baixos salários permitiam o lucro cada vez maior.

Durante 1929, as potências europeias se recuperaram dos prejuízos da primeira guerra mundial e passaram a não necessitar de tantos produtos norte americanos como antes. Isso fez com que uma grande quantidade de produtos não fossem vendidos, os quais geraram enormes prejuízos aos empresários. Os produtos agrícolas tiveram que ser estocados a altos preços e com o tempo fez com que os fazendeiros se endividassem e perdessem suas terras.

No lado social, a mecanização de grande parte das indústrias fez com que milhares de pessoas ficassem desempregadas e sem capacidade de consumo. Com a economia sem girar, tanto fora como dentro dos Estados Unidos, a crise da bolsa de valores foi inevitável devido o despencar das ações que faliu diversos bancos e empresas. E cerca de 12 milhões de norte americanos ficaram sem emprego.

Com a economia em crise, os Estados unidos suspendeu acordos econômicos e empréstimos internacionais para se recuperar, o que atingiu dezenas de países, tornando a crise uma imensa avalanche de desastre econômico. O Brasil foi afetado pela crise, sendo que os Estados Unidos era o maior comprador do café brasileiro.

Medidas de Recuperação

Depois desse desastre econômico nos Estados Unidos, percebeu-se que o Estado deveria intervir na economia para regulamentar uma série de ações empresariais, acordos, compras, limites e demais burocracias para evitar que acontecimentos ou crises como  o de  1929 voltasse a acontecer.

Além disso, o Estado regulamentou leis trabalhistas mais rígidas e uma série de benefícios que garantissem maior segurança e estabilidade aos assalariados, além de concessão de empréstimos, obras na infraestrutura e auxilio desemprego para estimular o retorno do giro econômico no país.

No Brasil, por exemplo, a revolução de 1930 trouxe inúmeros benefícios trabalhistas e uma maior fiscalização por parte do Estado no setor empresarial, como também o estímulo industrial e exploração de recursos naturais como o petróleo.

Funções do se (gramática)

As diferentes maneiras de empregar a partícula “se” em frases pode alternar-se, dependendo exclusivamente do formato e classificação que a frase se encontra. Para entender melhor, acompanhe este artigo.

Funções do se

O “se” é uma espécie de oralidade que necessita estar empregada as diferentes formas de frases, algumas vezes com diferentes significados e intenções também. Essa deve ser analisada de formas distintas, de acordo com a classe morfológica, tendo como base diferentes classificações.

Entenda como a partícula se está sendo empregada na frase e somente depois da análise tenha a forma correta de encaixe à essa oralidade. Com base nos estudos encontrados sobre a partícula, ela pode ser utilizada de diferentes formas e classificações, bem como:

Substantivo

– Neste caso, ela sempre estará empregada de forma em que seja determinante sua estada, precisamente entre um artigo e pronome ou especificando outro substantivo.

Contudo, desta maneira não se encontra classificado correto.

Conjunção

– Já para esses casos, assumem algumas posições. A caracterização estão como subordinativas.

Subordinativa integrante – introdução de uma oração (subordinativa substantiva).  

Neste caso: A analisaremos corretamente “se” as propostas expressas nos é conveniente.

Subordinativa casual – ligada diretamente ás “uma vez que” ou “já que”.

Neste caso: “Se” não havia competência para assumir o cargo, não o poderia ter aceitado.

Subordinativa condicional – A expressão é de opção, no sentido expresso de “caso não”, caso seja de interesse.

Neste caso: “Se” houvéssemos saído um pouco mais cedo, o aproveitamento seria maior.

As funções em gramática são diferentes e podem ter resultados e intenções de acordo com as classificações em que a frase está empregada
Funções do SE (Foto: Reprodução)

Pronome

Apassivador – Relacionado diretamente a: verbos transitivos diretos e indiretos – voz passiva sintética

Neste caso: Fiscalizaram-se vários estabelecimentos.

Uma dica importante é trocar para “tirar a prova”. Aqui temos: Vários estabelecimentos foram fiscalizados. 

Índice de indeterminação do sujeito – verbos intransitivos, transitivos indiretos, com conjugação na 3° pessoa. 

Neste caso: Precisa-se de funcionários.

Mesma regra “tira prova”. Aqui temos: Alguém precisa de funcionários. 

Integrante parte do verbo – necessariamente integra verbos pronominais

Esses tendem sempre a trazer automaticamente um pronome oblíquo consigo, sempre apresentando atitudes ou sentimentos próprios de quem está como sujeito.

Neste caso: As mães queixaram-se por causa de seus filhos.

Pronome reflexivo – Tudo dependerá da predicação. O “se” pode estar ligado a objeto direto, indireto ou sujeito de um infinitivo

Neste caso: Maria perfumou-se inteira.

Reflexivo recíproco – O “se” tem relação de correspondência um ao outro. 

Neste caso: Aquele casal, parecem respeitar-se.

O “se” pode ser usado de variadas formas, tudo dependerá da forma como esse pode ser empregado na frase a ser escrita. Para entender cada um, é necessário que formule frases diferentes para cada exemplo e então aplique em sua escrita.

Decompor em fatores primos

Para decompor um número é necessário que você tome alguns cuidados. Para mais informações sobre o procedimento matemático, confira neste artigo.

Decomposição em fatores primos

A decomposição pode ser feita em qualquer número maior que 1. Esse pode ser decomposto facilmente em produtos de dois ou mais fatores. É necessário que durante a decomposição todos sejam feitos em fatores primos, eles são mais utilizados na soma ou subtração de uma fração.

Em alguns casos, é necessário que você encontre o máximo divisor e a partir de então consiga um conjunto de números para conseguir a decomposição dos mesmos em fatores primos. Há também alguns sites na internet que disponibilizam uma calculadora para a decomposição rápida.

Como fazer?

Antes de mais nada, é necessária uma linha vertical para que seja feita a decomposição. Vamos utilizar o número 45 como exemplo. É preciso que você procure um número que possa dividir em partes iguais, dando um resultado satisfatório, como o número 3.

Antes de continuar o processo, indicaremos quais os números primos mais utilizados:

» 2,3,5,7,11,13,17,19,23,29… 

O número que encontramos para 45, no caso é o 3. Onde 45 é divido pelo 3, que resulta em 15, dando continuidade a equação. O quociente ( o número 3) é colocado do lado esquerdo da linha vertical que acabamos de indicar. Como sabemos, o resultado da divisão 15, encaixado logo abaixo o número 45.

Veja:

decompor 1

Esse processo acontece até que o quociente seja igual a 1. Ou seja, quando chegar nesse resultado, não necessitará de nenhum acréscimo ou divisão, considerando que somente os números maiores que 1, podem ser divididos e utilizados nessa mesma equação.

Veja:

decompor 2

O mais importante é que você descubra o quociente correto para decompor seu número. Procure sempre fazê-lo em números próximos que lhe darão um resultado satisfatório e inteiro. Ele deverá se dividir inteiramente até que seu resultado final seja 1, onde não há mais possibilidades de decomposição.

Desenvolvimento das doutrinas de Martinho Lutero

Martinho Lutero foi um grande nome da História do mundo na era moderna. Ele foi o principal responsável pela reforma protestante e a divisão da Igreja Católica. Saiba mais sobre suas principais ideias, aqui no Dicas Free!

Martinho Lutero

Martinho Lutero foi o principal motivador da reforma protestante e participou ativamente da mesma desde que o movimento foi iniciado entre o catolicismo. A Reforma começou na Europa, por volta do século XVI. Os principais motivos para tal, foram as abusivas doutrinas da Igreja Católica e a visão bíblica de Martinho.

Tudo isso foi, especialmente, fruto de um pensamento renascentista que não deixou o teólogo em paz. Ele nasceu no ano de 1483 na Alemanha e esteve diretamente ativo na ordem agostiniana. Alguns anos à frente Martinho foi colocado como padre, contudo suas ideias eram revolucionárias demais para a época.

Foi então que o mesmo, membro da igreja, foi expulso da instituição devido as pregações cada vez mais fora do comum. A Igreja Católica vinha criando suas próprias teses e versões bíblicas desde a Idade Média, quando Martinho Lutero numa impetuosa maneira de interpretar os ensinamentos os desafiou grandemente com o protestantismo.

Doutrinas

A principal doutrina de Martinho era que todos nós só poderíamos ser salvos através da fé, a ideia foi totalmente repudiada pelo clero católico. Isso ocorreu, porque na época apenas o papa teria direito de considerar tais assuntos, ninguém ousava abordá-los e muito menos pregá-los, como Martinho fazia.

Desenho representativo de Martinho Lutero dando seus ensinamentos aos novos cristãos.
Martinho Lutero (Foto: Reprodução)

Ao contrário do que a Igreja esperava, as ideias e doutrinas do teólogo tomaram proporções absurdas e não caíram no esquecimento do povo. Sua doutrina foi levada adiante até o século XVI, quando foram repassadas livremente suas ideias e houvera a criação das primeiras igrejas luteranas.

Apesar de ter encontrado essa maneira, Lutero afirmava que desde o início não era intenção separar o povo em religiões. Contudo, suas 95 teses absorveram totalmente as pessoas, fazendo com que essas encontrassem mais sentido em sua forma de ver Deus, a bíblia e o mundo.

Ele também foi responsável pela tradução bíblica, já que essas eram encontradas somente em latim. Dessa forma, liberou o conhecimento ao povo, lembrando que esse só era dado ao papa e aos poderosos da Igreja. Com a grande quantidade de pessoas guardando e lendo o livro sagrado, logo o movimento se fortificou.

O número de protestantes cresceu incrivelmente em pouco tempo, nesse tempo Lutero necessitou de proteção por cerca de 25 anos. Essa era feita através de Sábio Frederico. Foi a partir daí que nasceram as comunidades evangélicas. Nesse tempo, teve certeza de que seus ensinamentos inevitavelmente ocasionariam a divisão do povo cristão.

Lutero se casou durante esse período com uma monja, seu nome era Katharina Von Bora e a cerimônia ocorreu no ano de 1525. Seus seis filhos aprenderam desde muito cedo o valor do protestantismo e se tornaram pregadores da verdade estabelecida pelo pai. Hoje, o teólogo é um dos principais nomes da religião protestante.

Planos de aula de Educação Física

Os planos de aula de educação física devem ser baseados, principalmente, em esportes e qualquer outras atividades que fazem a movimentação do corpo. Para mais informações sobre o assunto, confira neste artigo.

Educação Física

Uma aula de educação física deve conter vários aspectos no seu plano. Os alunos devem trabalhar específicas partes do corpo e também executar a movimentação necessária. Todos os alunos devem ter participação direta no plano de aula e ainda apresentar resultados satisfatórios ao fim do ano.

Todos aqueles que tiverem pontos relacionados a cooperação, entusiasmo e responsabilidade, passarão normalmente ao fim do bimestre. O objetivo é que o aluno tenha dominado todas as técnicas e também esteja apto a praticar o esporte, no qual o mesmo será avaliado.

Plano de aula

Tempo Estratégia Conteúdo Material Utilizado

02 minutos – aquecimento – alongamento – não necessita

05 minutos – o desenvolvimento do esporte em si – educativo – o utilizado para o esporte

08 minutos – prática do jogo ou esporte estabelecido – aplicativo – o utilizado para o esporte

03 minutos – discussão do esporte ou jogo – volta a calma – não necessita

O plano de aula poderá ser diferente em especificidade do esporte no qual está sendo dado. A cada bimestre, é importante que o plano seja renovado para testar as habilidades dos alunos e permitir que seus corpos não se acostumem com uma mesma atividade, melhorando o condicionamento físico.

É interessante que o professor tenha a sensatez de organizar, calmamente, cada plano de aula dando aos alunos eles o produto necessário para o desenvolvimento da mesma. Fique atento quanto a capacidade de desenvolvimento de cada criança ou adolescente e procure saber se há impedimento físico em seu histórico.

O planejamento educacional deve ser algo levado extremamente a sério pelo professor. Se o material utilizado para o desenvolvimento for a bola, por exemplo, é necessário que você abra todos os caminhos relacionados ao material e estimule seus aprendizes a formar boas táticas ao usá-la.

Alguns alunos ficam felizes em praticar os mesmos esportes, como o futebol ou vôlei. Contudo, há outros que necessitam de atividades diferentes, por isso, faça planos de aula que realmente supram as expectativas de todos. Faça um levantamento para identificar quais os melhores esportes para cada época.

As invenções que revolucionaram o mundo

o mundo se tornou cada vez mais moderno e tecnológico com o passar dos anos. As principais invenções mundiais foram as primeiras responsáveis por tais mudanças. Para saber mais sobre elas, acompanhe este artigo.

Invenções que revolucionaram o mundo

Ao longo dos anos, muita coisa mudou. O mundo foi revolucionado por diversos fatores, principalmente devido as invenções. Hoje em dia, nós podemos conversar com uma pessoa, ainda que ela esteja há cerca de 1000 km de distância. Isso, através do uso de telefones fixos ou até mesmo aparelhos celulares.

Além disso, é possível ter informação através de mecanismos como o computador ou até televisão. Tudo está mais fácil e muito mais confortável do que era séculos atrás. Algumas das invenções que  tornaram o mundo melhor, são tão essenciais hoje em dia não é possível viver sem eles.

Um bom exemplo disso é a energia elétrica que está conosco o tempo todo. Através dela, nós temos acesso ao uso de aparelhos, bem como recarregar celulares, ligar televisores, utensílios domésticos e até clarear a nossa residência. A lâmpada foi inventada no dia 21 de Outubro de 1879 e nunca mais nos deixou, consequentemente vieram diversos benefícios há humanidade como a energia elétrica.

As invenções revolucionaram o mundo e o tornaram o que é hoje
Invenções que revolucionaram o mundo
(Foto: Reprodução)

Após descobrir que era possível haver projeção de imagens, não demorou muito tempo para que os televisores fossem criados. Isso ocorreu por volta do ano de 1842 e o grande responsável pelo feito foi Alexandre Brain. Outros grandes nomes fizeram parte dessa descoberta e foram melhorando a produção de imagens com o passar do tempo.

O carro também foi uma grande e revolucionária invenção. Devido a distância entre os lugares, era necessário ter um meio de transporte para facilitar a vida do homem. Foi então que criou-se o primeiro transporte. Não há registros de quando exatamente isso ocorreu, contudo foi em 1886 que o primeiro automóvel moderno chegou ás ruas.

Por volta do período da Guerra Fria, ocorreu uma das invenções mais importantes para a humanidade. Na corrida por glória, a Rússia criou o satélite Sputnik que esteve na órbita da terra, mais precisamente no dia 04 de Outubro do ano de 1957. Esse era o passo do mundo ao encontro das mais altas e diversas tecnologias.

O avião começou a dar seus primeiros passos ainda no século XX, isso porque o homem nunca havia concretizado o seu tão importante sonho de voar. Era quase impossível considerar que uma máquina mais pesada que o ar fosse capaz de ter sustentação o suficiente para fazer tal proeza. Em cada país, os méritos para a fabricação da primeira máquina são dados a diferentes pessoas, aqui no Brasil, o pai da aviação foi Santos Drumont. 

Por fim e não menos importante, temos o telefone. Esse meio de comunicação é parte importantíssima no dia a dia de todas as pessoas. Foi criado exclusivamente para que Antonio Meucci mantivesse contato com sua esposa que estava doente na época. A criação tornou-se cada vez mais moderna e hoje temos o celular, um aparelho indispensável á todos nós.

Colonização Mercantilista no Brasil

Para saber mais informações sobre o mercantilismo no Brasil e como a colonização esteve presente, acompanhe este artigo.

Colonização Mercantilista no Brasil

Tudo começou quando a palavra mercantilismo foi usada por economistas alemães. Isso ocorreu por volta do século XIX. O mercantilismo teve como principal objetivo, ser aplicado a um conjunto já antigo de práticas que haviam se tornado curiosamente ultrapassadas.

Esse mesmo conjunto de práticas, demonstrou uma grande ausência de um específico plano pré-concebido, relacionado exclusivamente com a política econômica. Na América, a disputa ocorreu pelos países europeus, por volta dos séculos de XVI e XVIII.

Todas as fatias que estavam apostos eram de maneira intensas disputadas. Tudo isso, porque a necessidade de ampliação da Europa era algo quase incontrolável pela política e governo. Desta maneira, tudo se manteria como colônias e seria mais fácil e menos civilizado a liderança.

A Europa pensava somente na riqueza que isso lhe proporcionaria, melhorando cada vez mais as condições do mesmo. Contudo, não era somente essa que tinha interesse em tal processo. O ouro e a prata circulavam normalmente em forma de moedas ou até mesmo nos cofres de reis.

As caravelas eram as formas de chegada das embarcações portuguesas ao Brasil
Caravelas (Foto: Reprodução)

Tudo isso se devia ao Novo Mundo. O mesmo processo ocorreu no Brasil, por volta dos séculos de XVI e XIX. A economia nesse período deslanchou de forma única, fazendo com que as colonizações presentes no país fossem ainda mais diversificadas, contabilizando atividades diferentes.

A metrópole portuguesa era a principal motivadora de todo o processo, controlando toda a produção feita em solos brasileiros. Tudo isso acontecia através de um grupo de práticas mercantilistas. Esses eram exclusivamente responsáveis pela riqueza da colônia para a Metrópole.

O mercantilismo tinha como obrigação ligar o capitalismo comercial ao absolutismo político. O problema é que isso era feito de maneira grosseira e nada amigável. A intenção era dobrar a produção e maximizar os lucros. Hoje, sabemos que o colonialismo é uma face do mercantilismo apenas.

O Brasil foi um plano secundário de Portugal, antes dele, as investidas ocorreram na Índia e África. Somente por volta do ano de 1530 é que foram estabelecidas as primeiras experiências concretas de colonizadores em território brasileiro. Desde então, alguns períodos foram passados pelo país, até se tornar a potência que é hoje.