Qual a rentabilidade do CDB do Bando do Brasil?

Quase todo mundo que tem conta em algum banco já deve ter escutado a respeito do CDB (Certificado de Depósito Bancário)  afirmando que essa é uma boa opção para quem está pensando em investir. O CDB é um tipo de título privado que é emitido por bancos, diferente das debêntures que podem ser expedidas por empresas.

Neste modelo de negócio ao emitir um CDB o banco pega dinheiro emprestado de um cliente para oferecer em empréstimo para outras pessoas ou empresas, assumindo assim a responsabilidade de pagar esse dinheiro futuramente com juros sobre o valor inicial.

Muitas pessoas consideram este um investimento de baixo risco, pois conta com a credibilidade que os bancos oferecem, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que no caso do Banco do Brasil pode chegar até o valor de R$ 60.000,00.

Banco do Brasil.
(Créditos da imagem: http://www.jm1.com.br)

O Banco do Brasil trabalha com rendimentos pré-fixados e pós-fixados. Na primeira opção é possível saber quanto que um investimento renderá até o vencimento do título, uma vez que a taxa de juros é negociada no momento da aplicação. Já na segunda opção, a remuneração só fica conhecida após a aplicação, tendo em vista a variação que o indexador do produto tem e o percentual que foi contratado.

Esta é uma opção de investimento para clientes correntistas do Banco do Brasil que buscam uma aplicação segura e de baixo risco.

É possível observar e analisar a Tabela de Rentabilidade do CDB no site do Bando do Brasil, lembrando que cada remuneração varia de acordo com os valores e prazos que foram aplicado.

O Banco do Brasil oferece cinco modalidades para quem deseja investir nesse tipo de negócio, as quais variam em função do prazo determinado e do valor mínimo a ser empregado, confira:

BB Extrapoupe

730 dias, com rentabilidade diária a partir do 30° dia, aplicação mínima de R$ 200,00.

BB CDB DI

5 anos, aplicação com liquidez e rentabilidade diária , valor mínimo da aplicação de R$ 500,00.

BB CDB Pré

De 30 a 60 dias com aplicação mínima de R$ 500,00.

BB CDB DI Swap

Até 5 anos, aplicação tem liquidez e rentabilidade diária, sendo a aplicação mínima de R$ 1.000,00.

CDB prefixado com Swap

De 1 a 360 dias, com valor mínimo de aplicação em torno de R$ 500.000,00.

A tributação que é bem parecida com boa parte das aplicações de renda fixa é a seguinte:

  • 22,5%: alíquota regressiva sobre os rendimentos que permaneceram até 180 dias após a aplicação.
  • 20%: alíquota regressiva sobre os rendimentos que permaneceram até 360 dias após a aplicação.
  • 17,5%: alíquota regressiva sobre os rendimentos que permaneceram até 720 dias após a aplicação.
  • 15%: alíquota regressiva sobre os rendimentos que permaneceram após 720 dias da aplicação.

O CDB é uma boa opção para quem pretende investir em negócios que são altamente seguros e uma remuneração maior, a única desvantagem é a alta incidência que vem no imposto de renda.

Como um país pode enfrentar uma crise econômica?

Não é fácil para nenhum país afirmar que está passando por dificuldades financeiras, o anúncio gera especulações de que o governo dificilmente sairá da situação desfavorável e isso abala as estruturas governamentais.

Antes mesmo de sabermos como um país pode enfrentar tal crise, é indispensável termos o conhecimento dos efeitos colaterais que essa pode causar em uma nação. A crise pode surgir por meio de situações diversas, sendo um fenômeno interno ou externo.

Se no cenário internacional houve alguma tensão financeira e isso se refletiu dentro do país, como a baixa na produtividade das industrias por exemplo, cabe ao governo agir de forma preventiva para que a economia não seja afetada. E se for afetada, estratégias deverão ser usadas para que não haja maiores prejuízos.

Crise financeira em um país (Foto: Reprodução)

Em casos de crise interna, em algum setor, uma medida deve ser tomada. Caso contrário haverá um efeito cascata com o aumento dos preços de diversos produtos e ações aplicadas pelo governo para combater a inflação, ou seja, o aumento de impostos.

Tendo conhecimento prévio dessa crise, cabe ao governo agir. Infelizmente alguns sacrifícios serão necessários como o arrocho salarial do trabalhador, o aumento de impostos para arrecadar mais dinheiro e pagar dívidas, assim como o aumento dos juros cobrados pelas instituições financeiras.

Mas até esperar a tempestade dissipar, isso pode levar meses e até mesmo anos. No entanto, uma outra medida é cortar gastos. Começando pela cúpula ministerial, com a redução de cargos comissionados e funcionários que detém alguns privilégios.

Reduzir salários de deputados e senadores e outros representantes também são boas formas de economizar. Algumas taxas como imposto sobre produtos importados e industrializados aumentarão, estando outra alternativa nas negociações diplomáticas com relação a exportação de produtos.

É preciso se arriscar e mostrar aos estrangeiros que, mesmo em tempos de crise, podem apostar no país e dar credibilidade. Um país em crise precisa valorizar o que tem de melhor para os investidores que neste momento estão indecisos, arrisquem negócios. É preciso investir e chamar atenção para reverter a situação atual.

Diversas medidas são analisadas para melhor serem aplicadas e para que a população não se prejudique mais ainda.

Como investir em CDB do Banco do Brasil?

Para quem não sabe o que é CDB, vamos esmiuçar: Certificado de Depósito Bancário. Todo mundo que é hoje possuidor de conta corrente em bancos já ouviu falar alguma vez sobre o CDB. Eles são até mesmo, uma opção (não tão conhecida) de investimento e podem lhe render algum valor.

Os CDB’s são exclusivamente títulos privados, da mesma forma que os debêntures. A diferença entre ambos consiste na emissão, já que os CDB’s são retirados nos bancos, enquanto os debêntures são mais comuns em empresas. O investimento possui uma garantia pelo FGC de até R$250 mil.

Em primeira instância você precisa saber qual é a atividade mais lucrativa em um banco (em qualquer um), sendo essa o ato de pegar dinheiro emprestado para emprestar depois. Nos depósitos a prazo, como é o caso dos CDB’s o que acontece é cedemos uma espécie de montante ao banco em um prazo acordado, sendo devolvido depois tal montante com acréscimo de juros. Há especificamente dois tipos de CDB’s.

  • CDB pré
  • CDB pós

Quando você faz seu investimento em um CDB prefixado, você fecha com um banco uma taxa fixa que fará com que haja a rentabilização da aplicação. No caso do pós, a negociação se consiste como indexador. Duas ótimas comparações que ajudam muito a entender o processo são:

Pré-fixados – Letras do Tesouro Nacional

Pós-fixados – Letras Financeiras do Tesouro

Todas as taxas podem ser altamente negociadas junto ao Banco do Brasil, obedecendo duas leis básicas: procura e oferta. Embora você ouvirá muito que as taxas já são definidas, ainda há possibilidade de negociação. Uma ótima dica é fazer a utilização das taxas oferecidas pelo Tesouro Direto para embasar o processo.

Investimento (Foto: Reprodução)

Dicas de negociação – use como base:

  • Rentabilidade e prazo das LTNs para prefixados
  • Aproximação máxima do 100% do CDI para pós-fixados

Eu corro algum risco?

Sim, em todo negócio é possível que corramos riscos. O principal desse tipo de investimento está no não cumprimento do banco com o compromisso ou também crises. Contudo, a maior dentre as vantagens é que o investimento CDB tem sua garantia junto ao Fundo Garantidor de Crédito, possuindo também um limite de R$250 mil.

Entenda a tributação

  • 22,5% – rendimentos até 180 dias após a aplicação
  • 20% – rendimentos até 360 dias após a aplicação
  • 17,5% – rendimentos até 720 dias após a aplicação
  • 15% – rendimentos após 720 dias da aplicação

Modalidades oferecidas pelo Banco do Brasil

BB CDB DI PARCERIA – R$500

BB CDB DI – R$500

BB CDB DI SWAP – R$100

BBCDB PRÉ – R$500

BB CDB PRÉEE COM SWAP – R$500

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Quem pode emitir debêntures?

O que são os debêntures?

Para quem não sabe, debêntures são títulos de dívidas. Geralmente são categorizados de três formas, a curto, médio e longo prazo. Ele acarreta a quem emite um poder de crédito, tornando quem investe no mesmo um credor das companhias. Aqui no Brasil, são as formas mais antigas de captação de recursos.

Quem pode emitir?

Uma dúvida que geralmente fica no ar é de quem realmente tem o poder de emitir esses debêntures. Segundo a Lei 6.385/1976, artigo 22, somente Companhias Abertas tem esse direito. Elas são conhecidas também como Sociedade de Capital Aberto. É válido lembrar que essas só podem fazer tal processo segundo subscrição pública.

Instituições do SFN são permitidas, também sob subscrição. Sendo necessário o executamento de Bancos Múltiplos desde que essas sejam registradas devidamente na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Em casos de sociedades por ações, o trâmite só  é permitido (quando essas não estão inscritas na CVM) através de subscrição interna.

Emissão por entidades seguradoras

Debêntures (Foto: Reprodução)

Empresas que estão registradas na CVM como Companhia Aberta tem direito a emissão. Também segundo a Lei 6.385/1976. Lembrando sempre que os debêntures só podem ser emitidos segundo subscrição pública. Contudo, existe uma possibilidade extra de qualquer empresa fazer tal emissão.

Isso ocorre através dos debêntures vendidos às pessoas físicas ou jurídicas, tudo de cunho próprio nas relações, não importante se essa seja indireta ou diretamente ligada. Você poderá obter informações precisas através do site do COSIF que é especializado nessa mesma área.

Para obter instruções gerais de forma aperfeiçoada junto ao órgão especializado clique AQUI. Você também ficará por dentro das principais normas e das novas regulamentações dos debêntures. Retire todas as suas demais dúvidas.

Quanto custa uma autoescola

Quando se resolve empreender, há diversos ramos no mercado para qualquer atuação profissional, no entanto, antes de iniciar um negócio, é preciso entender como está o mercado para determinado nicho comercial. O ramo de autoescola, possui grande lucratividade por causa do serviço que oferece, o qual possui procura a todo momento.

O parâmetro entre a média de preço para abertura varia de acordo com o que será investido inicialmente.

Para investir nesse tipo de negócio, o empresário precisa se dirigir até o Detran, pois nesse órgão serão adquiridas todas as normas e procedimentos necessários para realizar a abertura do estabelecimento. Dentre o detalhamento de recomendações, é imprescindível ter a disponibilidade de automóveis em bom estado, provido de equipamentos obrigatórios, comando duplo e pintura indicativa de carro para aprendiz.

A estrutura do local manter instalações adequadas e prover de uma sala específica para a instrução teórica, além de outros requisitos, como banheiros e etc. Tanto o proprietário quanto os funcionários devem estar habilitados legalmente de acordo com sua competência.

Para chamar a atenção de novos clientes, o empresário precisa se preocupar com a aparência tantos dos carros, pois são os maiores divulgadores das escolas, quanto com ao conforto e estilo do escritório, lugar este em que serão feitas a maioria dos contratos e contatos interpessoais.

Alguns dos automóveis ideias para uso da autoescola.

Com as novas normas de trânsito e tantas exigências feitas para garantir a obtenção correta da carteira nacional de habilitação, acabou transformando o processo de abertura da autoescola um tanto trabalhos. No entanto, a procura somente cresceu por parte dos condutores, o que deixa claro que a abertura desse tipo de empresa é algo lucrativo se for bem administrado.

O custo inicial para abrir uma autoescola está em média entre 60 e 120 mil reais, valor este que possivelmente pode ser ideal para a aquisição de dois automóveis, uma moto, alguns móveis, computador, placas de sinalização entre outros aparatos administrativos. De acordo com especialistas, o lucro gira em torno de 15% do faturamento, mas que somente ocorre a partir de aproximadamente 22 meses, sendo assim de médio prazo.