Assuntos escolares e educacionais estão em alta na sociedade brasileira nos últimos anos. Isso porque o número de dificuldades e denúncias ao modelo educacional, como também as mediadas governamentais para inovar com tecnologia e outros meios chama muito a atenção dos estudantes brasileiros.
Além disso, os conteúdos passados nas escolas nem sempre são aprendidos de forma integral pelos alunos que precisam muitas vezes recorrerem a internet ou outros livros para se adequarem ao ensino.
Para saber a colocação certa da palavras VAZO e VASO, acompanhe esse artigo que lhe dará todas as indicações sobre a mesma. Confira.
Vaso ou vazo?
Dentro da ortografia portuguesa, encontraremos ambas palavras com significados distintos, dentro de diferentes âmbitos. O sentido de ambas são usados para frases distintas. A dica que damos é observar claramente a origem da palavra em si. Cada origem define sua escrita.
Quando estivermos nos referindo a VASO com S. estaremos, automaticamente, dando a intenção de um objeto com capacidade para carregar algo. Como vasos de flores, por exemplo. Eles são escritos com S, o objeto que tem esse tipo de serventia. Basta ficar atento.
Português (Foto: Divulgação)
Quando falarmos por exemplo de VAZO, a palavra é do verbo VAZAR. Esse por sua vez, é escrito com a letra Z. Entende-se que algo está vazando, se esvaindo ou indo embora. É usada principalmente quando um recipiente fura e o que supostamente está dentro se esvai ou vaza.
Exemplos:
VASO
→ Eu coloquei um vaso na janela.
→ Eu tenho muitos vasos.
→ Esses vasos de flores estão lindos.
→ Compraremos mais vasos aqui para nossa casa.
→ Os vasos que temos são suficiente.
→ Amigos são flores eternas, guardadas no vaso da vida.
→ A mulher é o vaso mais fraco.
VAZO (referentes)
→ Aquele pote está vazando.
→ A garrafa vaza.
→ Isso pode vazar.
→ Quando eu quiser, eu vazo.
A palavra está conjugada em vários tempos. Para perceber isso, basta observar a conjugação feita com o verbo VAZAR.
Sinônimos
Vaso
▪ Vasilha
▪ Jarro
▪ Canal
▪ Recipiente
Conjugação do verbo
Eu vazo
Tu vazas
Nós vazamos
Vós vazais
Eles vazam
Uma boa dica para não errar durante a escrita é a constante leitura. Essa prática é fundamental para facilitar a escrita de seus textos ou qualquer outro tipo de palavra. Leia sempre e tire suas dúvidas!
Ligações químicas são todas aquelas feitas a partir de átomos. Para saber um pouco mais sobre o assunto, confira nessa matéria.
O quê é?
Para quem não sabe, as ligações químicas são nada mais, nada menos, que o agrupamento de vários átomos. Essas tem a função de criar moléculas. Algumas ligações são denominadas iônicas ou covalentes. Elas organizadas corretamente estipulam a formação de várias substâncias químicas.
Não se pode contar exatamente a quantidade que temos de elementos químicos, o que se sabe é que todos eles são feitos através de átomos. A diversidade de substâncias químicas podem ser variadas de acordo com a quantidade de átomos que a mesma possuir. A organização dos mesmos traz resultados incríveis.
Há quem compare os átomos com o alfabeto que, unidos de forma correta, formam palavras. No caso dos átomos, a formação de ligações químicas se faz presente. Observando sempre que existem várias regras para a formação dos mesmos, assim como as regras impressas na escrita.
Ligações
Existem uma porção de ligações, algumas estão classificadas como iônicas, outras covalentes, moleculares, eletrovalentes, metálicas e eletrônicas. Cada uma delas tem suas características e porcentagem de átomos referentes a ligação em si. A água é um dos maiores exemplos que temos de ligação química.
Para a formação da mesma, temos Hidrogênio,Oxigênio e cada um em medidas diferentes. Quando falamos H2O, estamos automaticamente declarando a composição da água. Há outras substâncias que são exclusivamente feitas com densidades maiores e menores.
Covalentes – Nessa ligação, há uma espécie de compartilhamento de elétrons. Seu nome surgiu no ano de 1939. Todos os hidrocarbonetos também são considerados ligações covalentes. Contudo, esses devem possuir C e H, em todas as suas respectivas fórmulas.
Ligação covalente (Foto: Reprodução)
Iônicas – Todos os haletos considerados metálicos estão inclusos na casa dos iônicos. Aqueles que estão classificados nas colunas 1 e 2, são os principais. Essa é baseada exclusivamente numa ligação eletrostática. Essa ligação obviamente deve ser feita entre dois íons distintos.
A poesia no século XIX, consagrou alguns autores, principalmente por voltar-se á religiosidade e o sentimentalismo. Para saber um pouco mais sobre a poesia neste século acompanhe este artigo.
Poesia século XIX
A poesia do século XIX traz traços do antigo romantismo na literatura brasileira. Muitos autores que se consagraram nessa época, outros vieram a ter o reconhecimento somente após suas mortes. As primeiras manifestações que conhecemos foram feitas, exclusivamente, através de poemas e poesias. Baseia-se em suspiros de saudades, de Gonçalves de Magalhães, que é inteiramente poético.
O primeiro poeta que conhecemos é Gonçalves de Magalhães, ele foi um dos principais vertentes do período romântico no Brasil, em meados de 1836. Depois disso, outros autores, inspirados, começaram a apresentar seus trabalhos poéticos trazendo-os a tona á sociedade. O que houve depois disso foi a originação de escolas literárias ou movimentos literários.
A poesia do século XIX foi dividida em três períodos. Os autores que se sucederam a partir de então, consagrando o tempo da literatura poética do século XIX. Contudo, o inspirador do mesmo, foi Gonçalves Magalhães que se consagrou até os dias de hoje com suas belíssimas poesias.
Gonçalves de Magalhães
Gonçalves de Magalhães viveu durante os anos de 1811 a 1882. Se formou em medicina, mas sua verdadeira paixão estava na escrita. Depois de sua formação, partiu para a Europa e exerceu uma função de diplomata, descobrindo ainda mais sobre a poesia e suas maravilhas.
Gonçalves de Magalhães (Foto: Divulgação)
Fundou em Paris a famosa revista brasiliense da época. Essa foi uma dos maiores marcos da iniciação da poesia no século XIX. O primeiro poema a ser divulgado foi Suspiros poéticos e saudades, no ano de 1836. Os primeiros temas foram destinados a saudade que o autor tinha de seu país e a religião.
Sua poesia era a lírica, voltada ao sentimentalismo. Também era possível ver traços de nacionalismo e religiosidade. Isso ganhou alguns críticos, contudo sua massa de fãs superou. Um pouco mais a frente, escreveu sobre a rebelião dos índios.
Gonçalves declarava que os índios eram verdadeiros guerreiros por querer obter o espaço de sua terra. A rebelião ocorreu entre os anos de 1554 e 1567. Nessa época viu-se em suas escritas o sentimento de amor patriótico que o autor empregava. Outros autores fizeram parte dessa mesma época.
Poesia literária do século
Estrellas
Singelas,
Luzeiros
Fagueiros,
Esplendidos orbes, que o mundo aclarais!
Desertos e mares, – florestas vivazes!
Montanhas audazes que o céo topetais!
Abysmos
Profundos!
Cavernas
Eternas!
Extensos,
Immensos
Espaços
Azues!
Altares e trhonos
Humildes e sabios, soberbos e grandes!
Dobrai-vos ao vulto sublime da cruz!
Só ella nos mostra da gloria o caminho,
Só ella nos falla das leis de – Jesus!
FAGUNDES VARELLA
Trechos – suspiros poéticos e saudade
Redobrando de força, qual redobra
A rapidez do corpo gravitante,
Vai discorrendo, e achando em seu arcanos
Novas respostas às razões ouvidas.
Mas a noilte declina, e branda aragem
Começa a refrescar. Do céu os lumes
Perdem a nitidez desfalecendo.
Assim já frouxo o Pensamento do índio,
Entre a vigília e o sono vagueando,
Pouco a pouco se olvida, e dorme, sonha,
Como imóvel na casa entorpecida,
Clausurada a crisálida recobra
Outra vida em silêncio, e desenvolve
Essas ligeiras asas com que um dia
Esvoaçará nos ares perfumados,
Onde enquanto reptil não se elevara;
Assim a alma, no sono concentrada,
Nesse mistério que chamamos sonho,
Preludiando a vista do futuro,
A póstuma visão preliba às vezes!
Faculdade divina, inexplicável
A quem só da matéria as leis conhece.
Ele sonha… Alto moço se lhe antolha
De belo e santo aspecto, parecido
Com uma imagem que vira atada a um tronco,
E de setas o corpo traspassado,
Num altar desse templo, onde estivera,
E que tanto na mente lhe ficara,
— “Vem!” lhe diz ele e ambos vão pelos ares.
Mais rápidos que o raio luminoso
Vibrado pelo sol no veloz giro,
E vão pousar no alcantilado monte,
Que curvado domina a Guanabara.
GONÇALVES DE MAGALHÃES
Autores século
▪ Adolfo Ferreira Caminha
▪ Álvares de Azevedo
▪ Casimiro José Marques de Abreu
▪ Castro Alves
▪ Cruz e Souza
▪ Gonçalves Dias
▪ José Martiniano de Alencar
▪ Júlio César Ribeiro Vaughan
▪ Junqueira Freire
▪ Lima Barreto
▪ Múcio Scevola Lopes Teixeira
▪ Raul d’Ávila Pompeia
▪ Visconde de Taunay
▪ Fagundes Varella
Todos esses fizeram parte de algum período da poesia no século XIX. Todos,em suas respectivas áreas, declamavam indignação, patriotismo e romantismo. As poesias de alguns ultrapassaram séculos e ainda hoje são estudadas em salas de aula, denotando esse importante período.
Se você deseja saber como ocorreu a conquista do espaço, acompanhe este artigo e saiba mais sobre a guerra entre os países e suas respectivas conquistas.
Estados Unidos x União Soviética
Visando ampliar suas áreas de influência, a União Soviética e o Estados Unidos apresentavam sistemas político-ideológicos diferentes. Ao término da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente no ano de 1945 (quando se iniciava a guerra fria) o conflito tinha como personagens principais esses dois países.
Durante 40 anos, eles se enfrentaram, batalhando um contra o outro na tentativa de encontrar a hegemonia mundial. Dentre as coisas que fizeram, estavam o fornecimento de armas a conflitos separatistas, destinação de dinheiro ás nações com finalidade em restruturamento e até intervenção da política externa.
Ambos os países, investiram pesado em tecnologia para a indústria bélica. O mundo se dividiu em dois blocos distintos e com conceitos totalmente avessos, o capitalismo e o socialismo. Todos estavam amedrontados com a possibilidade de haver um terrível confronto entre estas nações.
A conquista do espaço
Além de todo esse investimento, boa parte das verbas foram revertidas a pesquisas com relação ao espaço sideral. O destaque principal de todas, era a exploração do satélite principal da Terra, a Lua. A chamada “corrida espacial” teve início exatamente neste momento.
Conquista do Espaço (Foto: Reprodução)
Alguns anos a frente, em 1957, a União Soviética esteve em vantagem conquistando o espaço. Naquele mesmo ano, por volta do mês de Outubro, a nação lançou o primeiro satélite artificial que recebeu o nome de Sputnik. Não se contendo, um mês a frente, eles mandaram o primeiro ser vivo ao espaço. Uma cadela, chamada Laika, a bordo do Sputnik 2.
No próximo ano, em 1958, o Estados Unidos endereçaram ao espaço o seu primeiro satélite artificial, o Explorer 1. Dentro deste, estava inúmeros aparelhos de pesquisa. Contudo, um ano depois a União Soviética decidiu apresentar seus avanços em pesquisas sobre o espaço e realizou o projeto Luna.
Esse disponibilizou imagens através de fotografias. Como os soviéticos nunca se contentavam, em 1961, mandaram o primeiro homem ao espaço. Seu nome era Yuri Gagarin e viajou a bordo de uma nave que tinha como nome Vostok. Ficou conhecido mundialmente por sua frase “A Terra é azul”.
A essa altura do campeonato, o Estados Unidos estava “ficando para trás”. Então decidiram fazem um alto investimento em projetos espaciais. O resultado de tanto esforço veio em 1962, quando o astronauta John Glenn teve seu primeiro voo ao redor da Terra. Quanto mais resultados obtinham, mais complexos se faziam seus projetos.
A NASA, tinha como principal objetivo alcançar a lua, essa seria uma gigantesca evolução para época. A grande conquista do Estados Unidos ocorreu no dia 20 de julho de 1969, quando os astronautas Michael Collins, Edwin Aldrin Jr e Neil Armstrong pisaram na Lua pela primeira vez.
O momento foi tão marcante, que a transmissão foi passada em todas as emissoras de TV. Ficou ainda mais evidente a grande conquista, com uma mensagem dita por Neil do espaço, que dizia o seguinte: “Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade”.
Com o passar do tempo, o conflito entre os países foi diminuindo. Anos se passaram e os países trocaram informações sobre a exploração do espaço. Depois disso, houve redução em gastos por ambos em exploração espacial.
Para mais informações sobre os anfíbios e como são categorizados, acompanhe este artigo. Ele também lhe indicará informações sobre as diferentes espécies e sua vivência.
Anfíbios
Os anfíbios são todos aqueles animais que se apresentam na classe dos vertebrados, pecilotérmicos. Todos eles não possuem bolsa amniótica, categorizados numa chamada Amphibia. Os ciclos de vida, geralmente são marcados de duas maneiras, aquáticos e terrestres.
Obviamente há exceções á essas regras, estima-se que haja mais de seis mil espécies diferentes de anfíbios. Segundo algumas pesquisas, há quem diga que esses são indicadores ecológicos. Como é de se imaginar, milhares dessas espécies estão ameaçadas de extinção, ou já chegaram ao ponto de extinção.
Os animais que costumam ser dessa classe são os sapos, rãs, salamandras e cecílias. Foi a primeira classe existente, a aparecer na terra há mais ou menos 300 milhões de anos. Habitam hoje locais como ilhas, pântanos, florestas, fazendas e lugares onde há grandes níveis de água.
Características principais
Anfíbios são animais que possuem capacidade para viver em qualquer ambiente, seja aquático ou terrestre. Mas um ponto interessante, é que sua pele necessita de estar sempre úmida, sendo esta a respiração de todos os animais desta classe. Sua estrutura geralmente é bastante simples.
Os anfíbios vem evoluindo ao longo dos anos, é possível que eles habitem em qualquer parte do mundo. Que se tem conhecimento, o único lugar onde não é possível a reprodução e vida dos anfíbios, é na Antártida, onde as temperaturas são muito baixas.
Anfíbios – Principais Características
Em lugares onde há grandes matas, podemos encontrar milhares de espécies. No Brasil, a Mata Atlântica é o principal habitat desses animais, além da Floresta Amazônica e o Pantanal Mato Grossense. Só de sapos, sabemos que existem cerca de 4800 espécies.
A necessidade de água, se encontra presente não somente para a respiração, mas também para a reprodução e fecundação de seus ovos. Os girinos vivem apenas em locais de extrema umidade, facilmente se reproduzem em poças de água encontradas no tempo da chuva ou em folhas de árvores.
Diferentes anfíbios
Caudata –Classificados como caudatas, todos aqueles que apresentam caudas em suas formações ou alterações. Geralmente estão nessa categoria as salamandras e sirenídeos.
Anura – Classificados como anuras, todos aqueles que não apresentam cauda. Bem como os sapos e rãs.
Gmnofiona ou Apoda –Classificados como gmnofionas, todos aqueles que estão em formatos de vermes ou bactérias.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo:Chordata
Classe:Amphibia
Ordem:Anura
Família:Diversas
A palavra anfíbio, vem do grego e significa “duas vidas”. Faz indicação principalmente aos animais que tem a opção de viver em ambientes diferentes com o mesmo conforto. O significado também se refere aos sapos que nascem como girinos (tendo como forma de vida, a aquática) e em fase adulta possuem formação de sapos, perdendo a cauda e podendo se reproduzir e viver em quase todos os ambientes do planeta.
O império romano teve sua primeira crise em meio a grande movimentação de povos estrangeiros dentro do próprio território romano. Entenda mais sobre esse fato histórico, aqui no Dicas Free.
O império romano foi um dos maiores impérios que o ocidente já viu. Além da vasta extensão territorial, os romanos se destacavam por sua administração e organização de recursos que garantiam a permanência dos sistemas fundamentados e o sustento das atividades militares, as quais eram outra característica importantíssima desse império.
Os militares romanos possuíam estratégias, tecnologias e poderio bélico extremamente sofisticado, fator que os propiciou o domínio de várias civilizações e a supressão de inúmeras revoltas que pudessem por em risco a hegemonia de Roma.
Apesar de todos esses fatores que contribuíam para a excelência na manutenção do império romano, o tempo e o crescimento desmedido se mostraram os principais inimigos de Roma. O grande império viu-se em ruínas e foi necessário transferir a capital econômica para um lugar totalmente diferente a afastado da capital italiana.
A crise do império romano
A famosa crise que levou a primeira derrocada do império romano iniciou-se no século III d.C. e consigo levava motivos fundamentais para o declínio. A incrível a administração romana começava a falhar e suas províncias ficavam cada vez mais fragilizadas e talvez até fora do controle total de Roma.
Não se pode esquecer que a base de trabalho no império romano era escravizada. Isso indica mais de 80% das pessoas no império em condição de escravidão e que sustentavam toda a produção. Com a ecasses de terras para dominar e de novos escravos para compor o espaço necessário (muitos escravos morriam em péssimas condições de trabalho e tinha de ser repostos), a economia começou a se fragilizar com a falta na produção.
Constantinopla: viria a ser a segunda capital do império romano (foto: reprodução)
As revoltas dos escravos representaram uma grande perda de mão de obra, uma vez que eram necessárias intervenções militares que findavam na aniquilação de quase todos os revoltosos. Uma das revoltas mais conhecidas foi a de Spartacus, um gladiador escravo de origem trácia que liderou um levante de milhares de escravos contra a hegemonia romana.
Apesar da grande revolta de Spartacus ter sido suprimida pelo exército romano, a mesma revelou que o império já se via fragilizado. Outras revoltas viriam a acontecer e a falta de recursos acabariam por diminuir os investimentos nas forças militares. Com o exército desestruturado, não foi possível conter o avanço estrangeiro nas províncias romanas, episódio erroneamente conhecido como “invasões bárbaras”, visto que o adentramento da grande maioria desses estrangeiros foi pacífico e gradual.
Os conflitos entre o império e diversas tribos germânicas fez com que o avanço militar desses inimigos em comum não fosse devidamente evitado. Com um império danificado e desestruturado, a capital romana estava em constante risco de ser tomada. No 395, o imperador Teodósio dividiu o império romano em Ocidente e Oriente, sendo a segunda capital na cidade que viria a se chamar Constantinopla.
Com a queda do império do ocidente, Constantinopla torna-se a nova capital do império romano, que apesar de imensamente reduzido territorialmente, poderia ainda ser considerado o império com a mais importante economia dos arredores. O império romano oriental durou por mais 10 séculos e só veio a finalmente cair em 1453 pela invasão das tropas turcas otomanas, iniciando a modernidade.
Sem dúvida, a figura de Che Guevara foi uma das mais importantes quando o assunto é ideologia. Saiba mais sobre a biografia desse ícone da história, aqui no Dicas Free!
Ernesto Che Guevara é sem dúvida, um dos ícones mais fortes quando o assunto gira entorno das lutas sociais e ideias revolucionários. O guerrilheiro de nacionalidade argentina liderou a Revolução Cubana que derrubou o governo da ilha em 1959, instalando o sistema socialista, contrariando a potência norte americana.
Vencendo paradigmas e preconceitos
Muito se fala da figura histórica de Che Guevara. Muitos defendem sua postura revolucionária e ideológica, outros o criticam com discursos moralistas ou factuais que enquadram o revolucionário como violento, opressor, torturador, mercenário, dentre outros adjetivos depreciativos que acabam por denegrir tanto a imagem como o feito do indivíduo histórico.
Ernesto Guevara (foto: reprodução)
Antes de prosseguir, é necessário estabelecer que na História não existem mocinhos e vilões e que os conceitos de “bem” e “mau” são apenas conceitos que mudam de acordo com o ponto de vista. As personalidades históricas nunca são 100% boas, morais e encantadoras. Essas figuras históricas eram devidamente ambíguas e multipolares, assim como todo ser humano é.
As personalidades históricas foram de carne e osso, viviam em um mundo de representações econômicas, culturais e morais totalmente diferente da atualidade, e adequavam seu comportamento, atitudes, decisões, frases e ações de acordo com as circunstâncias em que se encontravam. Che Guevara não foge dessa regra. Foi um sujeito que foi movido por sentimentos, ideais, interesses e pretensões em busca de um objetivo, e que para isso, teve de tomar atitudes louváveis para uns, odiáveis para outros.
Biografia de Che Guevara
Nascido em 14 de junho de 1928 em Rosário, na Argentina, Ernesto Guevara pertencia a uma família de classe média alta no país e cresceu com muito privilégios e oportunidades. O pequeno menino nasce de 8 meses, fraco e já doente. Asmático assim como a mãe, Ernesto teve de aprender a conviver com a doença, fato que se agravou com problemas familiares.
Teve uma boa educação na Argentina, pois o país era considerado uma benção na América do Sul, tendo a 13ª maior renda per capita do mundo. A morte de sua avó e o estado de enfermidade de sua mãe talvez tenha sido o motivo da escolha do curso de medicina na Universidade de Buenos Aires. Devido ao ingresso na universidade e ao ideias políticos, Guevara acaba por se afastar do serviço militar de seu país.
Cuba já na vitória da revolução (foto: reprodução)
Sua paixão por viajar era uma das características mais importantes de Ernesto. Durante as férias da faculdade, organizava suas aventuras até mesmo de bicicleta. A mais importante foi realizada em 1952, onde ele e seu amigo Alberto Granado percorreram o vasto território da América do Sul por entre os países Peru, Equador, Bolívia, Colômbia, Costa Rica,Guatemala e Panamá em uma motocicleta.
Durante essa viagem, Ernesto pôde presenciar as enormes diferenças e injustiças sociais que assolavam os países da América do Sul. Essa experiência ascendeu ainda mais seus ideias. Seu amigo fica em Caracas, na Venezuela, trabalhando em um leprosário e Ernesto retorna a Buenos Aires para terminar seu curso de medicina.
Após concluir o curso, Ernesto parte para o encontro de seu amigo em Caracas. Os motivos de sua partida podem ter sido uma mesclagem de descontentamento familiar, político (era contra o peronismo) e ideológico. Apesar disso, é encorajado a partir para Guatemala por um fugitivo de Perón. Nesse país, Ernesto teve uma vida difícil devido o desemprego. Lá conhece Hilda, com quem se casaria em 18 de agosto de 1955. Nesse mesmo país, Ernesto recebe o famoso apelido “Che”.
Após tensões políticas entre o governo recém eleito na Guatemala com os interesses norte americanos, Che Guevara parte para o México, onde inicialmente ganha a vida como fotógrafo e trabalhando em um hospital. Nesse país, Guevara conhece Fidel e Raul Castro, que estavam montando uma guerrilha para derrubar o governo de Cuba. Ernesto então parte para Cuba e torna-se um dos médicos de tropa em 1956.
Mausoléu Guevara (foto: reprodução)
Aos poucos abandonou a medicina e tornou-se comandante da guerrilha. Após intensos combates armados, a guerrilha vence em 1959, consolidando a Revolução Cubana. Com a vitória militar e ideológica, Che Guevara torna-se cidadão cubano e assume alguns cargos públicas de grande importância no novo regime.
Apesar do sucesso de empreita, Che Guevara acreditava que toda a América Latina deveria passar por sucessivas revoluções para contornar os problemas sociais e transformar a realidade. Deixa a vida burocrática em Cuba e inicia uma guerrilha na Bolívia em 1965. Na Bolívia, as coisas foram mais difíceis e o apoio e pressão norte americana permitiram que o combatente revolucionário fosse cercado e capturado no dia 8 de outubro de 1967. No dia seguinte a sua prisão, foi executado por um soldado que cumpria ordens militares.
Os restos mortais de Che Guevara só foram encontrados em 1997, os quais foram levados para Cuba e permanecem no mausoléu Guevara, na cidade de Santa Clara, próxima a Havana.
As formas de tratamento são completamente diferentes, quando se trata de pessoas importantes com grandes cargos religiosos ou governamentais. Para saber mais informações sobre o assunto, confira aqui nesse artigo.
Formas de tratamento para autoridades
A forma de tratamento diante a uma autoridade é extremamente importante. Se você ainda não sabe como fazer para se sair bem diante uma dessas importantes pessoas, explicaremos a seguir os melhores pronomes de tratamentos para se referir ás autoridades. É importante usar os pronomes, até mesmo na redição de cartas ou declarações documentais.
Até mesmo na hora de endereçar ou se dirigir a uma pessoa de posição deve ser específico de acordo com o cargo que o mesmo está inserido. Entenda a partir de agora qual o tratamento usado de acordo com o cargo estabelecido:
▪Almirante – Excelência
▪Brigadeiro – Excelência
▪Consul – Senhoria
▪Coronel – Senhoria
▪ Deputado – Excelência
Pronomes de tratamento
▪Embaixador – Excelência
▪General – Excelência
▪Governador – Excelência
▪Juiz – Excelência
▪Major – Senhoria
▪ Marechal – Excelência
▪ Ministro – Excelência
▪Prefeito – Excelência
▪ Presidente – Excelência
▪Reitor de Universidade – Magnificência
▪ Secretário do Estado – Excelência
▪ Senador – Excelência
▪Tenente – Coronel – Senhoria
▪ Vereador – Excelência
▪Papa – Vossa Santidade
▪ Demais autoridades – Senhoria
Pronomes como Excelência podem ser modificados por Vossa Excelência ou Excelentíssimo. Senhoria, da mesma forma pode ser modificado por Vossa Senhoria. O tratamento deve estar exposto no início e ao final de todas as cartas ou documentos onde será direcionado á uma autoridade.
No caso de Santidade, é recomendável somente usá-lo para papas ou autoridades religiosas de extrema importância. Para as demais autoridades, o recomendável é Vossa Eminência Reverendíssima – usado principalmente para direção a cardeais, bispos e padres.
O artigo a seguir faz uma síntese da era Vargas, elencando pontos por nós considerados de maior pertinência. Getúlio Vargas é um dos nomes mais importantes da história política brasileira no século XX.
Com a deflagração da Revolução de 1930, poe-se fim a República Velha e inicia uma nova era na história política brasileira, essa que ficou famigerada como Era Vargas, período no qual Getúlio Vargas presidiu o país. O governo varguista foi berço para uma série de mudanças políticas e econômicas, mas também foi palco de dualidades.
Vargas foi o presidente que ficou ininterruptamente no poder por maior tempo, ao todo foram mais de 15 anos, usualmente divididos em Governo Provisório – 1930 à 1934, Governo Constitucional – 1934 à 1937 e o Estado Novo – 1937 à 1945. Getúlio Vargas foi ainda, reeleito em 1950, todavia não nos ateremos ao esse segundo mandato presidencial.
O governo Vargas
Nas próprias palavras de Getúlio, o governo germinal em 1930 teria caráter provisório, logo que assume a presidência ele inicia uma série de medidas afim de tornar mais sólida a sua regência. Todas as oligarquias foram dissolvidas permanecendo apenas a gaúcha e a mineira. Tanto o poder legislativo quanto o judiciário passaram a ser exercidos pela presidência. Essas mudanças expressam a postura centralizadora assumida pelo Estado.
Em retalhação, as antigas oligarquias entraram em conflito na revolução constitucionalista de 1932, cuja principal revindicação era a convocação imediata da Constituinte. Os insurretos foram suprimidos, entretanto os anseios foram atendidos e em 1934 foi perpetrada a constituição que, dentre outras coisas, instituiu o voto secreto, o voto feminino e leis trabalhistas.
Governo Constitucional
Graças ao populismo que consagrou o governo provisório, vargas conseguiu esteio para mais um mandato, doravante chamado Governo Constitucional, no seu âmbito a contenda duas frentes político-ideológicas já demostrava o quão conturbado seria os tempos seguintes. De um lado estava a AIB ( Ação Integralista Brasileira), simpática ao fascismo de Mussolini e do outro a ANL ( Aliança Nacional Libertadora) imbuída em ideias marxistas, aderente a uma conjunto de convicções socialistas.
Intentona Comunista
Articulada com o comunismo soviético, a ANL irrompe a “Intentona Comunista”, que por falta de um apoio mais amplo os contraventores são rapidamente controlados, no entanto isso serviu de artifício para que Vargas decretasse estado de sítio no país, apoiado por cafeicultores e pelo exercito, temerários à ameaça comunista. O poder executivo e o legislativo passam a ser exercidos simultaneamente pelo presidente, iniciando assim o período ditatorial conhecido como estado novo.
Em 1937 em resposta ao Plano Cohen, um suposto projeto comunista para a tomada do poder, Getúlio Vargas anuncia o estado novo. Desde 1935 o governo o investia pesado na campanha anticomunista, o que reverberou no grande apoio populacional ao golpe. Substituiu a constituição de 34 pela famigerada “Polaca”, devido a proximidade conjuntural com a constituição fascista polonesa.
Medidas da ditadura varguista
Dentre as principais medidas da ditadura varguista se destaca a censura e domínio midiático através do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), repressão a inimigos políticos e militâncias; continuou desenvolvimento de um estatuto trabalhista criando a CLT ( Consolidação das Leis de Trabalho), atuou em prol do nacionalismo econômico, promulgou o Código de Processo Penal, balizou ainda os preceitos do salário mínimo, do descanso semanal remunerado e da Carteira de Trabalho.
Quando o Brasil sai da neutralidade e apóia o grupo dos Aliados na Segunda Grande Guerra, instaura-se uma dicotomia no âmbito político, visto que a organização interna brasileira se aproximava do fascismo, embora dependesse economicamente dos Estados Unidos. Com a derrota dos países do Eixo, a oposição a Vargas toma maiores dimensões. Devido as pressões, eleições gerais foram instituídas e presos políticos anistiados. O ganhador do pleito foi o general Eurico Gaspar Dutra, destarte finda o estado novo.