Como foi a guerrilha urbana na ditadura militar

As guerrilhas tiveram um papel muito importante durante a ditadura militar de 64 no Brasil. Saiba mais sobre o assunto, clicando no post.

O golpe militar da década de 60 mudou bastante o país. A princípio, o governo ainda se mantinha em bases já comuns aos cidadão, de forma com que grande parte dos brasileiros nem percebessem a diferença de um governo para o outro. A movimentação de ideologias e descontentamento com a ditadura se firmou quase sempre nos grandes centros urbanos do país.

As coisas viriam a se mostrar mais radicais com a aprovação do AI-5, que cerceava direitos pessoais, direitos de imprensa e várias proibições que acabaram por fomentar revolta em diversas entidades políticas já existentes no Brasil. Os demais partidos políticos como o Partido Comunista do Brasil ficaram atuando na ilegalidade e correntes de pensamento se divergiram desses blocos.

As Guerrilhas no Brasil

Dentro do próprio partido comunista e de outros partidos brasileiros (agindo na ilegalidade sob a ditadura), fragmentaram-se formas de pensamento. Existiam aqueles que defendiam as mudanças graduais, pelo voto e articulações políticas, como também aqueles que defendiam as mudanças pela luta armada.

Guerrilha rural
Guerrilha rural (Foto: Reprodução)

A figura de Carlos Marighella foi de essencial importância na representatividade desses que defendiam a luta armada. Marighella fundou o que veio a se chamar de ALN (Aliança Nacional Libertadora) e deu início a uma série de lutas de guerrilha, atentados e assaltos a bancos para patrocinar as atividades revolucionárias.

As guerrilhas no Brasil, como também em vários outros lugares no mundo, foram influenciadas pelos exemplos históricos de Cuba, de Vietnã e da União Soviética, que também patrocinava vários grupos de libertação nos países sul americanos. Um dos lemas da ALN era o lema vietnamita “um, dois, três, mil Vietnãs”.

Apesar de bem dispostos, a organização a ALN não foi suficiente para conter os avanços militares, que em 1969, acabaram por assassinar Marighella em seu próprio apartamento. Após esse incidente, em 1971, surge o Movimento Popular de Libertação Nacional (Molipo).

Além desse, o Movimento Revolucionário de 8 de Outubro (MR-8), a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (Var- Palmares) e a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) foram os grupos de guerrilha criados contra o regime militar após a desistência da ALN.

Todos esses grupos acabaram por sofrer maiores repressões, principalmente durante o governo Médici. O governo militar se estruturaria melhor para combater os atentados e roubos cometidos pelos grupos revolucionários, como também para se infiltrar e capturar as lideranças. Além do Oban, tinha o Destacamento de Operações e Informações (DOIs), o Centro de Informação do Exército (CIE), Centro de Operações de Defesa Interna (CODIs).

Apesar de pouco expressiva se comparada a urbana, a guerrilha rural também teve seu peso e foi combatida com igual repressão pelo Exército Brasileiro.

Guerra das rosas resumo completo

A Guerra das Rosas é o exemplo de conflito familiar que elucida a importância de parentesco ainda latente ao fim da baixa idade média. Clique e saiba mais sobre esse episódio histórico.

Na idade média, os graus de parentescos entre nobres determinavam o futuro das relações econômicas, militares e de proximidade dos grandes e pequenos reinados. O sistema de suserania e vassalagem funcionava como uma imensa teia de parentescos, casamentos, alianças e proteção entre as centenas de reinos desse período.

O parentesco era a forma mais usual de se adquirir e demonstrar poder. Pertencer a uma determinava família já era motivo suficiente para ter status de nobreza, importância e participação política, mesmo que só por trás dos agentes oficiais dessas atividades. Da mesma, entre os reinos, as famílias poderosas disputava pelo trono em quase todos os casos europeus.

A Guerra das Rosas

O trono na Inglaterra sempre foi bastante disputado pelas “correntes políticas”, ou seja, as famílias mais poderosas daquele país. Os Lancaster, simbolizados por uma rosa vermelha, detinham o trono e os York, simbolizados por uma rosa branca, eram aspirantes a subir ao trono, fator de rivalidade entre as duas famílias.

As Rosas
As Rosas (Foto: Reprodução)

O monarca inglês Henrique VI estava submetido a loucura e era considerado o monarca insano. Apesar de ser lancaster, Henrique VI também causava problemas a sua família e todo o reino inglês. Com os esforços concentrados na Guerra dos Cem Anos contra a França, as loucuras do monarca desencadearam revolta nos York, que representados pelo duque Ricardo, adentraram em Londres com um exército de aproximadamente 3 mil homens e aprisionaram Henrique VI em 1455.

Essa atitude iniciou o conflito familiar denominado Guerra das Rosas na Inglaterra. O conflito armado envolvia exércitos feudais das duas famílias em batalhas pela Inglaterra. Apesar de ter ganho algumas batalhas importantes, o duque Ricardo de York é morto na batalha Wakefield, deixando o trono para Eduardo IV, também dos York. Esse porém, não é agraciado pelo parlamento inglês, que o obriga a devolver o trono a Henrique VI.

Apesar disso, Eduardo consegue retomar o trono na batalha de Barnet e fica com o título real até 1483, onde Ricardo assume o trono supostamente após ter assassinado todos os possíveis herdeiros. É intitulado Ricardo III e reina até 1485, ano em que é derrotado na batalha de Bosworth por Henrique Tudor, representante lancaster. Henrique casa-se com Elizabeth de York para unir oficialmente as famílias e inicia a Dinastia Tudor, que durará até 1603.

Espartanos e atenas resumo

Os espartanos e os atenienses foram, sem dúvida, os povos gregos mais emblemáticos da Grécia. Saiba mais sobre sua cultura, política e ordem social aqui no Dicas Free.

A região da Grécia é uma das mais importantes quando o assunto é história do ocidente. As civilizações gregas desenvolveram inúmeras invenções e estabeleceram uma filosofia que ficou sendo discutida por séculos e que está em nosso imaginário, mesmo em regiões do Novo Mundo, até hoje.

O mundo grego é imensamente distante do nosso. Mas também é assustadoramente próximo. As particularidades, coisas do quotidiano, representações imaginárias, conceitos filosóficos, gostos artísticos, influência política e ordenamento social das nossas repúblicas são influências diretamente transportadas na polis grega pelo percurso histórico.

Dois representantes simbólicos desse mundo antigo são as cidades de Esparta e Atenas. Essas duas cidades se rivalizaram por muito tempo e possuem culturas, apesar de muito parecidas, distantes uma da outra e que formaram principalmente a representação imagética que temos da  Grécia atualmente.

Ruínas gregas
Ruínas gregas

Esparta

Os espartanos podem ser considerados como um povo guerreiro, no sentido literal da palavra. Todo o seu ordenamento social era baseado ou idealizado em combinações militares. Em tese, todo cidadão espartano era um soldado, ou deveria ser. Levemos em conta que um “cidadão espartano” não é qualquer pessoa que nasce em Esparta.

Os espartanos são descendentes dos Dórios, povo que já reconhecia por suas habilidades militares. Os dórios se estabeleceram na península do Peloponeso e fixaram outros povos que lá já existiam a seus domínios, fundando então a cidade estado de Esparta.

Ordenamento social em Esparta

Esparciatas – Os esparciatas eram os descendentes diretos dos antigos dórios. Eram os únicos “cidadãos espartanos” e também os únicos que poderiam participar da política em Esparta. Os homens esparciatas eram destinados ao serviço militar primeiramente e só depois a política. As mulheres deveriam cuidar da casa, do marido e da família, além de receberem treinamento físico para, segundo os espartanos, terem filhos fortes.

Periecos – Os periecos eram os descendentes dos povos que foram dominados pelos dórios sem a necessidade de batalhas. Eles exerciam serviços de artesanato e de comércio marítimo principalmente. Não participavam ativamente do exército espartano, porém, vão exercer essa função em tempos de crise em Esparta. Pagavam impostos.

Hilotas – Os Hilotas eram descendentes dos povos que foram dominados pelos dórios com a necessidade de batalhas. Eles eram responsáveis pelas plantações fora do espaçamento urbano, trabalhavam para os esparciatas, pagavam impostos e também poderiam ser escravos.

Política em Esparta

Diarquia – Esparta era governada por um diarquia, ou seja, possuía dois monarcas. Em tempos de guerra, um dos monarcas eram destinado apenas a questões militares e outro, para as questões políticas, religiosas e administrativas.

Éforos – 5 cidadãos que fiscalizavam e cuidavam da administração e manutenção do espaço público. Eram como se fosse os chefes de Estado.

Gerúsia – Composta por 28 cidadãos espartanos com mais de 60 anos e pelos dois reis. A Gerúsia criava os projetos de leis que seriam votados na Assembléia.

Assembléia – Evento onde todos os cidadãos espartanos maiores de 21 anos poderiam participar. A assembleia decidia inúmeras questões políticas e aprovava ou não os projetos de leis feitos na Gerúsia.

Educação espartana

A educação em espartana era voltada unicamente para o exercício militar. O cidadão (homem) esparciata ficava aos cuidados da mãe até os 7 anos de idade, onde era recolhido e tornava-se parte do Estado de Esparta. A ele eram ensinados conceitos da cidadania espartana, princípios militares, entre outros.

Aos 12 anos de idade, o menino era transferido para o treinamento militar, onde aprenderia a sobreviver em situações extremas, técnicas de luta, defesa pessoal, estratégias militares e a lógica de conduta do exército de Esparta. Aos 21 anos, o já então homem formado passaria por um último teste, e caso fosse aprovado, tornaria-se um Hoplita, ou seja, um soldado espartano.

Atenas

Atenas era uma das mais bem sucedidas cidades gregas. Fundada acerca de 3 mil anos, a cidade era um impostante polo comercial, filosófico e político. Essa cidade ficou conhecida por ter como pensadores Platão e Sócrates. Tinha também autores teatrais como Sófocles e Eurípedes.

Ordenamento social em Atenas

Eupátridas – Eram os cidadãos atenienses e a aristocracia. Eles eram os únicos que exerciam a política em Atenas.

Metecos – Os metecos eram os pequenos comerciantes em Atenas. Também eram considerados metecos os estrangeiros. Pagavam impostos.

Escravos – Os escravos eram destinados ao trabalho servil pelo não pagamento de dívidas ou por serem prisioneiros de guerra.

Política

A política ateniense foi mudando com o passar do tempo. Era inicialmente monárquica ou tirânica. Depois, com supressões das famílias eupátridas, foi se tornando no que conhecemos como democracia ateniense. A figura do rei foi fragmentada na figura dos arcontes.

Arconte Rei – tinha como principal função a liderança religiosa.

Arconte Epônimo – Era governante supremo juiz. Seu nome era utilizado para determinar eras ou períodos históricos.

Polemarco – Era responsável pela manutenção e liderança do exército atenien

A educação em Atenas era uma das áreas mais importantes para seu sucesso. As escolas geralmente eram nas casas dos professores ou ao ar livre. Os jovens se dedicavam a três cursos específicos para treinar e melhor suas potencialidades.

Grammata – Nesse curso, o jovem ateniense aprendia a noção da linguagem e códigos linguísticos de seu povo. Aprendia a ler e a escrever, e também aprendia a matemática. Os clássicos de Ilíada e Odisseia também eram ensinados nesse curso.

Música – Nesse curso, os alunos aprendiam noções musicais e a tocar instrumentos típicos de Atenas. Também aprendiam história, geografia, valores atenienses e outras culturalidades.

Educação Física – Nesse curso, os jovens atenienses aprendiam os esportes gregos como a corrida, o lançamento de peso e de dardos, o salto em distância, dentre outros, para modelarem o corpo e adquirirem força física.

Veja qual planta era usada pelos egípcios para escrever na antiguidade

Saiba como os antigos egípcios escreviam e qual planta permitia a fabricação do papel clicando no post.

Os egípcios são fonte de inspiração literária e cinematográfica até hoje para a indústria cultural. Sua cultura exótica e história marcante na África proporcionou um fascínio muito grande pelo Ocidente por essa antiga civilização que dominava técnicas de construção fascinantes e diversos outros conhecimentos.

Uma das principais características dos antigos egípcios, é o fato deles terem desenvolvido um sistema de escrita pictográfica, ou seja, hieróglifo. Esse sistema, apesar de um tanto complexo e conceitual, permitiu que essa civilização registra-se importantes momentos de sua história, sua cultura e seu dia a dia, facilitando principalmente os estudos sobre ela.

Papel Egípcio

As escrituras egípcias enfeitavam as paredes de tumbas, templos e palácios nas cidades do Nilo. Porém, não só nas paredes eram encontrados esses sistemas de linguagem pictográfico. Também em pergaminhos antigos era possível encontra-los e em boas condições de leitura.

Papiro
Papiro (Foto: Reprodução)

Esses pergaminhos eram conhecidos como papiros, mesmo nome que se dá a planta da qual se faz essa espécie de papel. Os antigos egípcios aperfeiçoaram técnicas que utilizavam o papiro (planta com aspecto de bambu) para confeccionar um material flexível e tangível com tinta.

Para confeccionar o papel, era retirada a parte branca e esponjosa encontrada dentro do papiro. Essa era então cortada em tiras que eram sobrepostas de forma cruzada e prensadas várias vezes. O resultado, depois de seco, era uma folha relativamente flexível e que se enrolava facilmente.

O papiro foi utilizado para esse fim não só no Egito antigo, como também na Pérsia, Babilônia, na região do oriente médio, na Grécia e em Roma. Essa planta era facilmente encontrada nas margens do Rio Nilo.

Economia asiática resumo

Os países asiáticos tem apresentado um grande desenvolvimento nos últimos anos. Saiba mais sobre a economia dessa parte do mundo aqui no Dicas Free!

A economia na Ásia é bastante plural, devido aos percursos históricos tomados pelos países asiáticos, principalmente após a segunda guerra mundial. Alguns conseguiram se manter economicamente, outros alcançaram níveis de desenvolvimento econômico invejável até para grandes países ocidentais como os Estados Unidos.

Devido a diferença de cultura oriental para com a ocidental, esses países tiveram que se adaptar aos modelos econômicos do capitalismo do Ocidente e também a mecânica e dinâmica de trabalho desenvolvida na Europa durante a modernidade. Isso fez com que muito de seus costumes mudassem na globalização vivida no século XX e XXI.

Continente asiático
Continente asiático

Economia Asiática

Os principais representantes na economia asiática são os Tigres Asiáticos, um conjunto de países que se mostraram fortemente ativos ao crescimento econômico e industrial. Esses países são Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura e Hong Kong.

Os Tigres Asiáticos receberam e ainda recebem grandes investimentos estrangeiros por oferecerem mão de obra barata e qualificada, leis trabalhistas flexíveis e recursos disponíveis para utilização industrial. Isso assegurou em alguns casos, uma maior qualidade de vida para os habitantes, como na Coreia do Sul, por exemplo.

Além dos Tigres, o Japão é uma das principais economias do mundo, principalmente depois da Segunda Guerra mundial. O avanço industrial e o investimento em tecnologia tornou o pequeno país na maior potência tecnológica do mundo, apesar de estar perdendo espaço atualmente nesse ramo.

A China é o país que mais cresce no mundo. Estima-se que o PIB chinês cresça cerca de 10% ao ano e a produção industrial se iguala a dos Estados Unidos. A Índia vem alcançando enorme desenvolvimento econômico e científico. Os indianos já possuem, por exemplo, um programa espacial bem sucedido e também fazem parte dos países emergentes.

Animais que vivem no rio amazonas

Confira nesse post, alguns exemplos de animais que vivem no Rio Amazonas, o maior rio em volume d’água no mundo.

O Rio Amazonas é o maior rio em território brasileiro e também considerado o maior rio do mundo em volume d’água e segundo maior em extensão fluvial, perdendo apenas para o Rio Nilo no Egito. Esse maravilhoso rio conta com dezenas de afluentes que acabam formando outros rios menores. Todos esses rios fazem parte do que chamados de bacia amazônica.

Na extensão por onde o Amazonas corre, existem centenas de animais que aproveitam de suas águas volumosas para sobreviver e criar um habitat natural cheio de surpresas. No território brasileiro, a quantidade de animais chega a ser maior devido a grande floresta amazônica, ainda não muito explorada pelo homem. Veja logo abaixo alguns exemplos de animais do rio amazonas.

Onça Parda

Trata-se de um felino menor que a onça pintada, porém bem parecido. A onça parda se adaptou a quantidade de presas diferentes que vivem nas margens do rio amazonas. Em geral, alimenta-se de indivíduos já doentes ou machucados de outras espécies, tendo com isso um importante papel no equilíbrio da cadeia alimentar.

Onça Parda
Onça Parda

A Onça Parda tem sido muito caçada por fazendeiros próximos, principalmente criadores de gado e outros animais. Isso fez com que essa espécie estrasse na lista de espécies ameaçadas de extinção.

Jararaca Cinza

Esse animal ainda é um grande mistério tanto para os pesquisadores, como para os habitantes dos locais próximos as margens do Rio Amazonas. A Jararaca Cinza é uma espécie de cobra ainda pouco estudada e pouco se conhece sobre os seus hábitos e comportamento.

Jararaca Cinza
Jararaca Cinza

Sugere-se que esse animal passasse grande parte da sua vida em árvores (estilo de vida arborífica), porém casos de picadas na maioria das vezes são repostados na região do calcanhar, o que pode evidenciar que a Jararaca Cinza viva mais tempo no chão que nas árvores.

Garça Real

Esse animal representa a beleza da biodiversidade que pode ser encontrada no Rio Amazonas. A Garça Real mistura a sutileza, a beleza e delicadeza em suas formas e anatomia.

Garça Real
Garça Real

Com o bico azulado e de corpo esguio e plumado, a Garça Real habita nas margens no grande rio e se alimenta de pequenos peixes e insetos que ficam pela área.

Pavãozinho do Pará

Mesmo tendo um nome bastante sugestivo, o Pavãozinho do Pará é um animal muito visto em regiões amazônicas. Trata-se de uma ave pequena e rápida quando necessário. Alimenta-se principalmente dos insetos que se aproveitam da tensão superficial da água para se locomoverem pelo rio.

Pavãozinho do pará
Pavãozinho do pará

Araçari Castanho

Todo mundo conhece um tucano apenas olhando de longe. A aparência da ave já nos denuncia seu nome por sua popularidade no país. Porém, um indivíduo da mesma família pode até causar estranhamento no início. O Araçari Castanho mais parece um tucano com cores diferentes.

Araçari Castanho
Araçari Castanho

O Araçari Castanho, assim como os tucanos, possui um longo bico e se alimenta principalmente de ovos de outras aves. Apesar disso, a grande ave auxilia na distribuição das sementes, tendo um papel importantíssimo na preservação da mata.

Ariranha

As ariranhas, apesar de lindos e grandes animais, podem ser o terror para os banhistas locais. Alimentam-se principalmente de pequenos peixes e costumam caçar em bandos que podem ter de 10 a 12 indivíduos.

Ariranha
Ariranha

Esses animais são bastante caçados, tanto por medo, como para retirar sua pele (utilizada na fabricação de roupas e objetos de luxo). Por esse motivo, a ariranha também se encontra na lista de animais em perigo de extinção.

Harpia

A Harpia é considerada a ave de rapina mais poderosa do mundo. Esse animal pode chegar a ter até 2 metros de uma asa a outra e suas garras tem força de 50 quilos quando pressionadas a outro animal como bicho preguiça, macacos, aves menores, etc. O apertão de suas garras costuma quebrar os ossos das vítimas.

Harpia
Harpia

Essa ave, apesar de ser um exímio predador, também é vítima da ação antrópica na mata amazônica. O tempo vem mostrado uma considerável diminuição na população de harpias.

Sucuri

Também conhecida como Anaconda, a Sucuri é a maior espécie de cobra do mundo e também a mais pesada. Um indivíduo pode chegar a ter 250 quilos quando adulto e devido ao tamanho, a Sucuri pode engolir animais enormes como a Anta, considerada o maior mamífero da América do Sul.

Sucuri
Sucuri

Qual a diferença entre monarquia e republica

Os sistemas de governo mudaram muito durante os períodos históricos e o nascimento de novas nações. Saiba as diferenças entre a monarquia e a república.

Os sistemas de governo sempre estiveram presentes na configuração social humana. Desde as primeiras tribos da pré história, as articulações do poder já podiam ser experimentadas e tinham fundamental importância para o futuro da tribo. Essas configurações foram mudando de acordo com as necessidades de cada povo, não significando status de superioridade em relação as outras.

As repúblicas foram o fruto de antigas monarquias ou colônias sob o comando monárquico. O conceito republicano invadiu os continentes americanos principalmente por influência iluminista, da revolução francesa e da independência dos Estados Unidos. As colônias em território americano não queriam ser livres de seus reinados na Europa, mas já abrigavam grupos separatistas e republicanos.

República x Monarquia

A monarquia é um sistema cerceador por natureza. Grande parte do poder estatal está sob a vontade de um monarca, um grande líder geralmente herdeiro do trono, pertencente a alguma família poderosa que detém as maiores influências políticas de uma nação. O monarca geralmente é investido de qualidades religiosas, militares e administrativas.

símbolo da República Federativa do Brasil
Símbolo da República Federativa do Brasil

No caso das colônias portuguesas e espanholas, a figura do rei em Portugal e Espanha era de extrema importância. As coroas ibéricas triunfavam pela vontade do deus cristão e decidiam quase tudo o que podia ser feito nas colônias. Também tributavam produtos , limitavam relações comerciais e mandavam investimentos para o desenvolvimento de setores importantes para o império.

A vontade do rei é geralmente suprema. Essa é uma das principais diferenças entre monarquia e república. Na república, existe uma constituição, ou seja, um conjunto de leis e direitos que está acima de qualquer representatividade política. a constituição resguarda os direitos civis, os deveres e capacidades do Estado e não deve ser ignorada por absolutamente ninguém.

O direito a propriedade privada é característica também da república. O presidencialismo retira a figura tirânica e poderosa do monarca hereditário e dá ao conselho, senado ou ao povo (no caso de repúblicas democráticas) o poder de escolha por meio do voto.

As repúblicas também abarcam as ideias federalistas, que divide o país em estados independentes, mas que obedeçam a mesma constituição. Apesar de frequentemente associada a isso, as repúblicas não são obrigatoriamente abolicionistas. Os modelos republicanos podem variam de acordo com a necessidade, cultura ou corrente política do país.

República Velha resumo e presidentes

A República Velha foi o primeiro período republicano no Brasil e guarda características únicas. Entenda clicando aqui.

O segundo império do Brasil havia passado por muita coisa. A Guerra do Paraguai acabou por tomar grande parte da atenção de Dom Pedro II, fato que pode tê-lo impedido de investir em outros setores e dar atenção ao desenvolvimento industrial trazido pela figura de Mauá, por exemplo.

A abolição da escravatura assinada pela princesa Isabel pode ter representado um avanço humanitário para o país, porém a não indenização dos fazendeiros pela perda de suas peças de trabalho (assim era chamados os escravos) fez com que essa importante classe deixasse de apoiar Pedro II.

Com as bases políticas saturadas e com o descontentamento militar (que vinha sido deixado de lado pelo império após a guerra do Paraguai), o golpe de 1889 foi a ação certeira para a dissolução da monarquia e a implementação da República no Brasil.

República Velha

Liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, o contingente militar que deflagrou o golpe de 1889 reuniu-se com os republicanos para redigir o manifesto republicano no mesmo dia. Após isso, a primeira Constituição Republicana brasileira seria feita pelo governo de Fonseca.

Proclamação da República
Proclamação da República

Com o nome de República dos Estados Unidos do Brasil, o país entrou numa nova era. Foi separada a instituição religiosa do Estado, o casamento tornou-se direito civil, foi instituído o voto direito para o presidente e uma série de direitos civis. Novos programas para o incentivo industrial foram iniciados também.

Apesar disso, as elites paulistas e mineiras trataram de se articular para manter-se no poder e privilegiar o setor agroexportador no Brasil. Esse período da história ficou conhecido como República do Café com Leite, onde mineiros e paulistas se alternavam no poder presidencial e garantiam seus benefícios.

A República do Café com Leite acabaria em 1930 com um novo golpe que colocaria Getúlio Vargas no poder ditatorial. A partir daí, finda-se a República Velha e uma nova fase é iniciada no Brasil.

Presidentes da República Velha

1889-1891: Marechal Deodoro da Fonseca

1891-1894: Marechal Floriano Peixoto

1894-1898: Pudente de Morais

1898-1902: Campos Sales

1902-1906: Rodrigues Alves

1906-1909: Afonso Pena

1909-1910: Nilo Peçanha

1910-1914: Marechal Hermes da Fonseca

1914-1918: Wenceslau Brás

1918-1919: Delfim Moreira

1919-1922: Epitácio Pessoa

1922-1926: Arthur Bernardes

1926-1930: Washington Luís

Sinais de gravidez e sintomas de gravidez na adolescência

A gravidez na adolescência pode acarretar em riscos a saúde da mulher, além de problemas sociais e familiares. Confira os sintomas da gravidez aqui no Dicas Free.

Gravidez é um assunto difícil. A maioria das pessoas tentam evitar ter um filho atualmente, devido aos gastos e a mudança brusca na rotina e estilo de vida quando se tem um bebê. Não é economicamente viável ter filhos antes de uma certa estabilidade, e também não é muito aconselhado ter filhos muito jovem.

Principalmente para mulher, a adolescência é pior fase para engravidar. Isso porque o corpo de uma adolescente já pode receber um bebê, mas não significa que esteja pronto para isso. A gravidez pode comprometer a saúde da mulher e também a vida do próprio filho.

Gravidez na adolescência pode trazer riscos
Gravidez na adolescência pode trazer riscos (Foto: reprodução)

Sintomas da Gravidez

O principal sintoma da gravidez é atraso anormal da menstruação. Isso acontece porque todo o material orgânico que normalmente é descartado todo mês (na menstruação) está sendo utilizado para nutrir o zigoto, garantindo-lhe um desenvolvimento saudável e possível no corpo da mulher.

Além disso, o aumento nos seios é um dos primeiros a serem perceptíveis. Ficam maiores, com veias mais aparentes e com os bicos mais escuros e duros. Náuseas e vômitos (principalmente no período matinal), dores de cabeça, cansaço, aumento na frequência urinária, desejos alimentares diferentes, mudanças no olfato e no paladar e tonturas também figuram como os mais frequentes sintomas de gravidez.

Na adolescência

A gravidez na adolescência segue os mesmos padrões, porém algumas informações devem ser explicitadas. Por ainda estar jovem, o ciclo menstrual na adolescência ainda pode estar irregular, causando confusão para saber sobre um possível estado de gravidez só por esse sintoma.

Os outros sintomas são exatamente os mesmos, porém com a diferença de serem muito mais fortes e agressivos na adolescente. Devido a imaturidade no corpo, a gestação geralmente é problemática e difícil, podendo dificultar o nascimento ou abortar naturalmente, e em casos extremos, levar a menina ao óbito.