Ditadura militar no Chile resumo escolar

Não só o Brasil, mas grande parte dos países da América do sul viveram períodos de ditadura militar e no Chile a ditadura foi extremamente autoritária. Saiba mais sobre a ditadura do Chilena e seus efeitos.

 Constantemente explorados pelos tratados econômicos dos Estados Unidos e assolados em suas imensas desigualdades sociais, os países latino americanos estavam divididos politicamente. Para resolver esse problema, diversas ditaduras militares foram instaladas, principalmente por pressão dos Estados Unidos e das elites industriais locais.

Socialismo no Chile

A situação no Chile era a mesma da grande maioria na América do Sul: desigualdade social. O sistema capitalista só estava favorecendo as poucas elites chilenas e apesar da industrialização do país, nada era suficiente para resolver tal problema.

General Augusto Pinochet (foto: reprodução)
General Augusto Pinochet (foto: reprodução)

Com a grande massa desfavorecida, os ideias socialistas caíram como luva no povo chileno. Pouco a pouco, os representantes socialistas conseguiram seu espaço no governo chileno, até que em 1970, o socialista Salvador Allende foi eleito presidente do Chile de forma democrática. Iniciava-se o projeto socialista no Chile.

Os projetos socialistas eram voltados para o bem estar social. Diminuição da desigualdade, nacionalização dos recursos naturais do país como o cobre. Maiores investimentos na educação, saúde e segurança. Porém, em 1973 o país estaria em crise com inflação de 300% e com o PIB em constante queda. Isso foi suficiente para que as forças armadas intervissem no governo chileno.

Ditadura no Chile

No dia 11 de setembro de 1973, as forças armadas chilenas bombardearam o Palácio de La Moneda e deflagraram o golpe militar. O presidente Salvador Allende se suicidou antes que pudesse ser capturado pelos militares. A partir de então, o Chile seria governado durante 17 anos pelo general Augusto Pinochet .

Durante seu governo, Pinochet tratou de privatizar as empresas estatais e iniciar um projeto de economia neoliberal. Abriu o mercado do país para as multinacionais e reduziu os gastos públicos. Dessa forma, Pinochet também conseguiria alinhar o país no bloco capitalista novamente.

O governo militar chileno ficou conhecido como extremamente autoritário. As perseguições aos socialistas eram claras, houve violação dos direitos humanos, o fim da liberdade de expressão, censura em todas os tipos de mídias, além de diversas torturas aos opositores do governo.

Fim da ditadura

Apesar de tudo, a desigualdade social no país se agravou mais ainda durante a ditadura e o Chile também enfrentaria problemas internacionalmente. Devido ao governo violento de Pinochet, vários países e instituições internacionais cortaram vínculos com o Chile e até mesmo relações diplomáticas. Além disso, o próprio povo chileno não queria mais a ditadura, tendo em vista que as perdas foram maiores que os ganhos.

Como era previsto na constituição chilena, um plebiscito nacional deveria em 1988 averiguar se o povo queria permanência de Pinochet ou a convocação de novas eleições para o ano seguinte. O resultado foi que a maioria preferiu novas eleições. Encurralado por pressões internas e externas, o governo militar teria de se retirar.

Em 1989, aconteceram as eleições para o eleger o novo presidente civil. Patrício Aylwin foi eleito e tomaria posse no próximo ano. Assim, o governo militar duraria até 11 de março de 1990, dando fim ao governo ditatorial e início ao governo civil.

Entenda como foi o processo da independência do Brasil

O processo de independência do Brasil dá-se devido a vários motivos que culminaram nesse importante fato histórico. Entenda mais clicando no post.

A América Portuguesa, como pode ser chamada, tratava-se do território que hoje denominamos como República Federativa do Brasil. Porém, antes de chegarmos a constituir uma república, o Brasil foi colônia de Portugal, sendo parte integral desse grande império.

Como sabemos, as colônias eram utilizadas para extração e produção de riquezas para que pudesse abastecer as metrópoles e configurar relações econômicas para benefício do império. Os portugueses que vinham ao Brasil e até mesmo os que nasciam aqui, deveriam pagar tributos, produzir só o que lhes era permitido e manter relações econômicas apenas com Portugal.

Por si só, isso já deixava grande parte da elite local extremamente dependente das corte. Os comerciantes eram limitados e os lucros muito difíceis de se obter. Esses motivos suficientes foram para declaração da independência de diversos países da América do sul e talvez até do Brasil. Mas o que mudaria o cenário da colônia seria a chegada da família real portuguesa.

Precedentes da Independência 

No início do século XIX, Napoleão Bonaparte iniciaria sua expansão militar pela Europa, derrubando as monarquias de diversos países e mudando conceitos, visões de mundo e estruturas políticas. Os avanços militares de Napoleão chegariam a Espanha e marchariam à Portugal.

Quadro representativo do momento da independência - não é um retrato fiel do momento. (foto: reprodução)
Quadro representativo do momento da independência – não é um retrato fiel do momento. (foto: reprodução)

Para evitar que o império português fosse tomado pelos franceses, o rei Dom João VI decide fugir para o Brasil, colônia portuguesa que oferecia o melhor suporte para receber a realeza. Dessa forma, Napoleão não poderia se apossar do império português e dificilmente iniciaria uma empreitada marítima.

Ao chegar no Brasil em 1808, Dom João VI promove uma série de mudanças estruturais no Rio de Janeiro, para que a cidade se tornasse a capital do império. Sim, a antiga colônia agora se tornaria sede do Império Unificado em Portugal, Brasil e Algarve. Nesse momento, o Brasil deixa de ser colônia e passa a ter grande importância no império.

Isso se refletiu também na economia. Finalmente o Brasil poderia comercializar livremente com as nações aliadas e uma série de outros benefícios foram autorizados pelo rei. As mudanças podem ser consideradas drásticas e uma quantidade considerável das elites brasileiras se contentaram com a situação.

Motivações para independência

As coisas em Portugal não estavam boas, abandonados pelo próprio rei, o povo português aprovou uma nova constituição e exigiu o retorno do antigo monarca à Lisboa e Dom João VI acata o pedido do português. Os mesmos exigiam, dentre muitas coisas, que a capital do império retornasse à Portugal e que o Brasil fosse rebaixado à condição de colônia novamente.

A agitação política no país foi imensa. Grande parte dos comerciantes, nobreza e os principais agentes políticos do país se mostraram contrários a essa situação. O Brasil havia se acostumado com as novas condições de reinado e se rebaixar a colônia novamente significaria o fim de muitas regalias, do comércio fora do pacto colonial, dentre outros fatores.

Pedro, herdeiro do trono, que havia ficado como príncipe regente no Brasil, tentava se manter no grande alvoroço que estava acontecendo. Houve o clássico “Dia do Fico”, onde após receber uma mensagem de Portugal exigindo sua volta, mas Pedro decide ficar no Brasil.

A independência

O príncipe Pedro começou a tomar providências que claramente eram contra os interesses de Lisboa. Aprovou uma assembléia constituinte no Brasil e delimitou que nenhuma lei de Portugal seria soberana no Brasil sem a aprovação dele próprio. Além disso, Pedro criou a Marinha de Guerra e expulsou tropas portuguesas da costa brasileira.

Durante uma viagem de Santos à São Paulo, o jovem príncipe recebe outra correspondência de Portugal, onde a corte portuguesa refutava completamente suas atitudes e exigiam seu retorno à Portugal. Já cansado da situação e tendo em mente os conselho de seus ministros, Dom Pedro declara a independência do Brasil, com a famosa frase “Independência ou Morte!”.

Apesar de não ser brasileiro, Dom Pedro I tornou-se o primeiro monarca do império brasileiro. Ele também recebeu o título de Defensor Perpétuo do Brasil, devido ao ato de proclamar a independência e lutar contra Portugal para legitimar sua decisão. De fato, o Brasil deixou de ser colônia de Portugal.

Comportamento dos cromossomos na meiose

Confira nesta matéria o comportamento dos cromossomos durante a meiose de forma simples e fácil, aqui no Dicas Free.

O corpo humano é sem dúvida um dos organismos mais complexos da natureza. Até hoje, cientistas de todo mundo pesquisam e chegam às novas conclusões sobre o funcionamento geral do corpo. Novas teorias são feitas e testadas, principalmente para a produção de medicamentos e tratamentos médicos mais eficazes e estáveis.

Um dos processos mais complexos é o da divisão celular, pois essa fase envolve muita atividade cromossômica. É como uma manipulação de todas as o características do corpo de um indivíduo. Entender melhor o comportamento das células e dos cromossomos pode ajudar a medicina em vários aspectos.

Cromossomos já bem definidos (foto: reprodução)
Cromossomos já bem definidos (foto: reprodução)

Cromossomos na Meiose

A meiose é a etapa da divisão celular conhecido por reduzir pela metade o número de cromossomos. Constituí-se de um processo complexo e com várias fases. Vamos a primeira:

Prófase – Leptóteno – Nesse processo, os cromossomos adquirem a forma espiralada, condensam-se compactando os cromonemas.

Zigóteno – Nessa fase acontece a sinopse, ou seja, os cromossomos homólogos de aproximam.

Paquíteno – Agora, a condensação dos cromossomos é mais evidente, dando para perceber a formação dos braços. Acontece a troca de genes entre os cromossomos homólogos, atividade denominada de “crossing-over”.

Diplóteno – Nessa fase, os cromossomos homólogos se separam e a estrutura central começa a ser definida (o que mais tarde será chamada de centrômero).

Diacinese – A separação dos homólogos está concluída. Nessa fase, termina-se a prófase.

Metáfase – Nessa fase, os cromossomos se movimentam e ficam localizados na região equatorial da célula. Nota-se o desaparecimento temporário da carioteca.

Anáfase –  Os cromossomos homólogos se deslocam para os polos da célula.

Telófase – Os cromossomos voltam ao aspecto de filamento e o núcleo e a carioteca reaparecem. Nessa fase, dá-se origem a duas células haploides.

Veja qual republica surgiu com o fim da Iugoslávia

Após a segunda guerra mundial, países como a Iugoslávia aderiram ao regime socialista. Entenda como se deu a desintegração desse país, dando surgimento á outros países.

A segunda guerra mundial foi um dos eventos mais importantes para a sociedade pós moderna e também o ponto auge da industrialização e tecnologia. Esse conflito permitiu que diversos países concentrassem esforços no fabricação de armas e na produção de diversos produtos que hoje não são essenciais.

Os primeiros passos na computação, o desenvolvimento acelerado da medicina e o faturamento de diversos países com a guerra, mudou completamente o cenário político, econômico e social no mundo. Principalmente quando dois sistemas totalmente opostos representados pela União Soviética e Estados Unidos passam a influenciar diversos países.

Antiga Iugoslávia (foto: reprodução)
Antiga Iugoslávia (foto: reprodução)

Muitos países da Europa acabaram aderindo o sistema socialista e integrando-se ao modelo soviético. Mais tarde, com a quebra desse sistema, esses países passaram por mudanças territoriais e estruturais, como a Iugoslávia.

Desintegração da Iugoslávia

Durante as interações com a União Soviética, a Iugoslávia era um país grande e próspero. A industrialização só crescia, a oferta de saúde era pública, a alfabetização beirava os 91% e o PIB do país experimentava constantes crescimentos.

A troca de represente na União Soviética e na própria Iugoslávia iria por em cheque toda a situação do país. Já divido em muitas línguas e culturas, a Iugoslávia sofreria uma crise no partido comunista quando o país deixara de ser ponto estratégico para a União Soviética. As relações com mundo capitalista cresceu e a influencia da queda do socialismo em muitos países do centro europeu deslegitimou o sistema.

As dificuldades do socialismo influenciaram diretamente o país, fazendo com que a Iugoslávia adquirisse empréstimos no lado socialista e capitalista. Com a crise do petróleo em 1973, o país teve de pedir empréstimo ao FMI, que fez com que abrisse o mercado externo.

A dívida externa alcançou a barreira dos 6,5 bilhões de dólares em 1989 e o país mergulhava numa crise de pobreza, altas taxas de desemprego e como consequência, o caos social. O caos motivou as diferentes culturas a se rebelarem umas com as outras, promovendo uma guerra civil.

Desfecho

Os conflitos entre essas culturas gerou uma série de guerras internas a fim de se separarem os territórios. Com a interferência da ONU e da UE, as repúblicas puderam, pouco a pouco, se desvincular e desintegrar o que era conhecido como Iugoslávia.

Esses conflitos só se findaram em 2008 e no final, sete repúblicas surgiram oriundas da antiga Iugoslávia: Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Croácia, Sérvia, Eslovênia, República da Macedônia e Kosovo. 

A descoberta dos Estados Unidos da América e sua colonização

Confira nesta matéria como foi o descobrimento e o processo de colonização dos Estados Unidos.

Já no século XIII, a Europa enfrentava grandes transformações no cenário político. Os estados nacionais estavam se formando e a economia, por meio das atividades comerciais, ganhavam cada vez mais força.

Com o avançar do império otomano na África e Europa, logo a forte cidade de Constantinopla seria conquistada, fazendo com que os europeus perdessem o acesso à Índia por meio terrestre (os otomanos cobravam duras taxas e as vezes não era possível passar). Com isso, houve a necessidade de se alcançar a Índia pelo mar.

Ingleses na América (foto: reprodução)
Ingleses na América (foto: reprodução)

As expedições ibéricas conseguiram esse feito e já no século XV conseguiram estabelecer conexões comerciais com impérios indianos. Além disso, os ibéricos descobriram novas terras e iniciaram um projeto de colonização que fazia parte da expansão imperialista no Novo Mundo.

A Descoberta da América

Tendo em vista as descobertas ibéricas, a Inglaterra logo tratou de colocar sua marinha em ação para iniciar projetos de colonização. Dizia-se que a intenção não era imperialista, visto que os motivos de superpopulação e a fuga da perseguição religiosa eram motivos mais que suficientes. Porém, mais tarde a Inglaterra iria se vangloriar pela vastidão de eu império.

Foi em meados do século XVI que as primeiras embarcações inglesas atracaram em territórios que hoje seriam parte dos Estados Unidos. Não era nenhuma descoberta, tratava-se apenas de chegar em lugares já conhecidos do império espanhol.

Colonização

As primeiras colonia inglesas não deram certo e os habitantes acabaram desaparecendo. Os motivos disso eram vários: as dificuldades em terras com plantas, animais e paisagens diferentes, frequentes ataques indígenas, falta de recursos que eram facilmente encontrados na Europa e o abandono da coroa inglesa perante os colonos.

Uma das colonias bem sucedidas foi a de Roanoke, mas devido a guerra contra a Espanha, a Inglaterra atrasou o mando de suprimentos aos  colonos em três anos. Quando os suprimentos finalmente chegaram, nada foi encontrado, apenas a palavra CROATOAN escrita numa árvore. Em 1660, colonizadores neerlandeses e suecos estavam tendo sucesso nesses lugares e logo foram subjugados ao poder inglês.

Os assentamentos ingleses na América foram se estabelecendo principalmente no século XVII. Essas colonias tinham como principal característica a multiculturalidade e os vários tipos de concepções religiosas. Grande parte dos habitantes não eram ingleses e sim europeus de vários países como Suécia, Irlanda e Holanda.

A colonização em cada Estado das Treze Colonias teve grande diferença política e econômica, fato que motivou a adoção do sistema federalista após a independência dos Estados Unidos.

 

 

Veja como formalizar um acordo trabalhista

Neste artigo veja como fazer formalmente os chamados acordos trabalhistas entre funcionário e chefe, no momento da demissão.

Atualmente, o Brasil é um dos países que mais possuem leis trabalhistas que protegem o trabalhador e que também não deixam de dar garantias ao empregador. Essas leis foram fundamentadas e postas em prática durante o estado novo de Getúlio Vargas e figuram até hoje como uma grande conquista para o trabalhador brasileiro.

Acordo trabalhista é certo? (foto: reprodução)
Acordo trabalhista é certo? (foto: reprodução)

Desde o governo de Getúlio, o Brasil vem crescendo bastante, mesmo em meio a crises econômicas e escândalos de corrupção. A economia brasileira hoje é uma das mais importantes do mundo e sem dúvida, graças ao trabalho árduo de milhões de trabalhadores. Com isso, o governo também se adaptou com o tempo e melhorou no que se diz respeito ao seguro desemprego e demais fundos de garantias para o trabalhador.

Acordo Trabalhista

Muitas vezes, a legislação brasileira pode ser dura tanto para o empregado como para o empregador. Isso acontece porque existem mecanismos de proteção para ambos os lados, impedindo que o empregador demita o funcionário ao seu bel prazer e também impedindo que o funcionário saia do emprego no momento que quiser, deixando seu empregador na mão.

As multas e demais pegamentos evitam que ambas as partes saem prejudicados nesse sentido. Porém, uma prática vem se tornando muito comum entre o cenário trabalhista no Brasil, que são os chamados acordos trabalhistas que podem beneficiar ambas as partes ou apenas uma delas, evitando o pagamento ou a formalização do que realmente aconteceu. Existem dois casos de acordo:

1- No caso do empregado querer sair da empresa mas sem perder o seguro desemprego do governo. Empregado e empregador entram em um acordo e o empregador demite o funcionário sem justa causa. Em troca disso, o funcionário devolve a multa de 40% do FGTS que o empregador deveria pagar no caso de demissão sem justa causa.

2- No caso do empregador ainda querer os serviços do empregado mas sem pagar os impostos regulares ao governo federal, faz-se um acordo onde o patrão demite o funcionário, no qual o mesmo recebe o seguro desemprego e o salário do patrão por fora, continuando o trabalho mesmo demitido.

Ambas as práticas podem trazer benefícios, porém, não existe um meio de formalizar a prática do acordo trabalhista. O motivo é que ambas as práticas são consideradas ilegais e que por isso não é possível colocar todo o processo no papel.

O ideal é que siga a lei da melhor forma possível. As leis trabalhistas foram feitas para proteger tanto o empregado como o empregador e burla-las pode trazer problemas para ambas as partes.

 

 

Desenvolvimento cognitivo

Durante os primeiros anos de vida as crianças passam pelo desenvolvimento cognitivo, um processo longo e importante. Saiba mais sobre esse processo neste artigo.

O desenvolvimento cognitivo é uma das etapas mais importantes que o ser humano deve passar para que seu desempenho cerebral, atividades de socialização e capacidades criativas, fiquem dentro do esperado. Alguns problemas podem prejudicar essa fase nas crianças e prejudicar sua vida durante a infância.

É importante saber o que é a cognição referida nessa fase de desenvolvimento. De forma geral, os processos cognitivos podem ser qualquer processos cerebrais exercidos por um ser humano. Se tratando desse assunto em específico, desenvolver a cognição seria desenvolver as capacidades de abstração, raciocínio, criatividade, linguagem, atenção, aspectos da memória, entre outras.

Etapas do desenvolvimento cognitivo

O autor mais famoso e conceituado nesse assunto é sem dúvida Jean Piaget. Em vários estudos feitos com base nas observações de crescimento dos próprios filhos, Piaget conseguiu estruturar as etapas do desenvolvimento cognitivo de forma sistemática e perfeitamente compreensível.

Desde o nascimento, os bebês já iniciam seu desenvolvimento cognitivo
Desde o nascimento, os bebês já iniciam seu desenvolvimento cognitivo

Apesar dos esforços desse teórico, atualmente diversas teorias utilizam seus estudos ou vão contra as ideias de Piaget. Mesmo assim, é importante saber das etapas de Piaget para entender de forma geral o amplo e complexo campo de estudo no qual esse processo se prende.

Etapa sensório motora – 0 a 2 anos

São as primeiras interações com o meio, fazendo com que a criança consiga perceber diferentes coisas ao seu redor e interagir de forma simples com o que lhe é ofertado.

Isso pode ser percebido quando o bebê segura no dedo do pai ou quando põe na boca algo que lhe é dado. Com essas interações, começam a  formar as noções de espaço e tempo.

Etapa pré operatória 2 a 7 anos

Tudo o que foi aprendido na etapa anterior agora é posto em prática de forma mais abrasiva. As interações são efetivadas quase todo tempo e a criança começa a desenvolver esquemas para entender o que acontece em sua volta.

Essa fase também é conhecida como a fase dos porquês, devido ao fato de que a criança pergunta incessantemente o motivo dos acontecimentos. Tudo deve ter explicação, descartando a possibilidade do acaso e sendo incapaz de se colocar abstratamente no lugar de outra pessoa ou situação.

Etapa operatório concreta 7 a 12 anos

Nesse estágio, a criança já consegue perceber e entender melhor as relações de espaço, tempo e casualidade. Também possui noções de velocidade e de ordenamentos.

É capaz de reverter situações para entende-las melhor, usar da abstração para recriar situações, principalmente com visão espacial. Porém, necessita de estímulo concreto e imediato para que a abstração seja feita e fixada de maneira mais tangível.

Etapa operatório formade 12 em diante

Esse é o último estágio, onde a criança não necessita mais de estímulos concretos imediatos para exercitar a abstração, que nesse caso já pode ser aproveitada totalmente.

As percepções cognitivas estão em pleno funcionamento e a criança é capaz de reformular e criar situações, hipóteses e fundamentos que façam sentido de acordo com a lógica acreditada para desenvolver enigmas e situações do dia a dia.

 

Pneumonia sintomas

A pneumonia é uma doença resultante de uma infecção que pode comprometer os pulmões de uma pessoa. Entenda mais sobre esse assunto aqui no Dicas Free.

As doenças infecciosas geralmente possuem um fator de risco elevado para quem as contrai, necessitando de atendimento médico e da administração de remédios específicos que combatam os sintomas e que ajudem o sistema imunológico a combater o agente invasor.

A pneumonia é uma das complicações em que um agente de fora (no caso dessa doença, podendo ser um vírus, uma bactéria ou um fungo) adentra o corpo humano devido algumas circunstâncias específicas que facilitam essa ação.

Causas da Pneumonia

Para que uma pessoa possa ser acometida pela pneumonia, é necessário que ela se encontre em ambientes ou situações de risco. Longas exposições em ambientes com ar condicionado, por exemplo, pode facilitar a entrada de um vírus ou bactéria (ar fica mais seco), longos períodos de resfriados não tratados, hábitos de fumo constante, alcoolismo, mudanças drásticas de temperatura (como cair em um lago gelado ou ficar muito tempo na chuva de um dia frio).

Radiografia revelando pneumonia (foto: reprodução)
Radiografia revelando pneumonia (foto: reprodução)

O agente causador da pneumonia se instala nos pulmões e ataca as regiões dos alvéolos que são ramificações dos brônquios pulmonares. O espaço dos alvéolos são de fundamental importância para que o oxigênio seja passado ao sangue e por isso, nada pode obstruir esse importante espaço. É exatamente isso que ocorre na pneumonia, podendo comprometer todo o funcionamento do corpo.

Sintomas da Pneumonia

Os sintomas da pneumonia geralmente acometem o corpo todo, devido a seriedade do quadro. Eles costumam ser mais fortes quando o indivíduo é uma criança ou uma pessoa mais idosa. Basicamente, os sintomas são:

– Tosse constante

– Dores do tórax

– Febre alta

– Confusão psicológica

– Mal estar geral

– Pressão alta ou baixa (alterações)

– Fraqueza

– Secreção de muco amarelado ou esverdeado

– Toxemia

– Falta de ar

Tratamento

Por meio de alguns exames e principalmente as radiografias do pulmão, é possível notar e confirmar a pneumonia (manchas esbranquiçadas nas regiões dos alvéolos pulmonares). A partir daí, deve dar início à um tratamento que deve ser seguido a risca para a melhora do paciente.

Se o paciente for uma pessoa idosa ou uma criança, nesses casos a doença costuma comprometer o funcionamento de algumas funções do corpo, sendo necessário a internação.

Adultos e jovens geralmente são tratados com a administração de antibióticos e os sintomas costumam desaparecer entre 3 ou 4 dias. Dependendo do estado clínico, o paciente deve continuar tomando os remédios até que  finde o ciclo antibiótico.

 

Mito ou lenda: Romulo e Remo resumo

Saiba se a história de Rômulo e Remo é um mito ou uma lenda e confira um resumo desse importante conto aqui no Dicas Free.

Todas as civilizações desenvolveram mitos e lendas em seu conjunto cultural, para evidenciar características importantes de toda a visão do mundo individual de cada uma delas. Essas histórias são em quase todo caso, narrativas de grande peso no imaginário de um povo e podem ser tomadas como verdades independentemente de sua viabilidade factual.

Mito ou Lenda?

Primeiramente, é importante estabelecer a diferença entre mitos e lendas. Essas duas categorias podem até ser consideradas parecidas em certos aspectos, mas na prática, são diferentes.

As lendas, que talvez sejam as mais faladas, tratam-se de formas encontradas para explicar eventos sobrenaturais ou fenômenos estranhos para determinado povo. Além disso, as lendas também tem o objetivo de permear narrativas que influem diretamente na cultura e no dia a dia, apossando-se de fatos reais e eventos sobrenaturais para evidenciar a conjuntura mística ou religiosa que rege o mundo para determinado povo.

Os mitos são diferentes, eles se assemelham por também explicarem coisas até então estranhas ou inexplicáveis para determinado povo, porém possui um caráter simbólico e representativo. Geralmente, o mito é vinculado às origens, atos heroicos ou atitudes das divindades que permitiram a existência ou alguma determinada situação de certo povo.

Rômulo e Remo

Baseado no que vimos acima, podemos afirmar que a história de Rômulo e Remo se trata do mito da fundação de Roma. Segundo o mito, Rômulo e Remo eram filhos do deus Ares com uma mortal chamada Sílvia, filha do rei Numitor, de Alba Longa. Isso aconteceu durante o cárcere do próprio rei e o estado de castidade imposto à sua filha devido ao golpe de estado dado pelo irmão de Numitor, Amúlio.

Estátua de Rômulo e remo (foto: reprodução)
Estátua de Rômulo e remo sendo alimentados por uma loba. (foto: reprodução)

O tirano Amúlio assim que soube no nascimento dos herdeiros de Alba Longa, decidiu atira-los no Rio Tibre, afim de que morressem e não atrapalhassem seu reinado. Rômulo e Remo teriam parado em uma costa do rio onde foram achados por uma loba que amamentou e cuidou dos dois até que o pastor Fáustulo os achassem o os criasse como filhos.

Depois de crescidos, os irmãos enfrentariam novos impasses em suas vidas. Remo adquiriu desavenças entre os pastores locais e devido a isso, foi levado ao rei Amúlio que o declarou culpado e o prendeu. Fáustulo, nessa ocasião, conta à Rômulo as circunstâncias de como foram achados e este vai ao palácio para libertar o irmão. Depois de fazer, o jovem assassina Amúlio e liberta Numitor, que os recompensa com o direito de fundarem uma cidade nas proximidades do Rio Tibre.

Ao consultarem oráculos, os dois foram até o local onde fundariam a cidade. Remo avista 4 abutres em uma montanha e Rômulo avista 12 aves sobrevoando outro local, o que confirmava o presságio dos oráculos. Depois de fazer o sulco entorno do lugar que seria o Pomerium, lugar sagrado, Remo sente-se enciumado do ato e salta sobre o sulco e zomba do local. Este então é morto pelo próprio irmão, Rômulo.

Tendo fundado a cidade, Rômulo procurou povoa-la e criou o primeiro capitólio. Vários povos latinos migraram para o local e o novo monarca negociou com o rei Tito Tácio para reinarem hegemonicamente a grande cidade de Roma.