Assuntos escolares e educacionais estão em alta na sociedade brasileira nos últimos anos. Isso porque o número de dificuldades e denúncias ao modelo educacional, como também as mediadas governamentais para inovar com tecnologia e outros meios chama muito a atenção dos estudantes brasileiros.
Além disso, os conteúdos passados nas escolas nem sempre são aprendidos de forma integral pelos alunos que precisam muitas vezes recorrerem a internet ou outros livros para se adequarem ao ensino.
As proteínas são os principais componentes dos tecidos do corpo humano e desempenham também funções quanto a digestão em nosso sistema. Saiba mais aqui no Dicas Free.
As proteínas podem ser classificadas como as menores partes divisíveis de uma célula. Elas compõem todos os tecidos do corpo humano e são de fundamental importância para o correto funcionamento dele. Um proteína se forma da união de dois, três ou mais aminoácidos que compõem enormes cadeias proteicas.
Basicamente, a manutenção de nossos órgãos e tecidos é essencialmente proteica. Essas imensas cadeias de aminoácidos devem sempre estar em condição abundante no organismo humano para que os tecidos sempre se reconstituam, para sempre haja matéria orgânica disponível para essa função.
Aminoácidos e digestão
Desde que foi descoberto a relação das proteínas com os aminoácidos, a ciência vem descobrindo a cada dia que as proteínas são as cadeias mais importantes para o nosso corpo. Hoje, sabemos de um grupo de 20 aminoácidos que são necessários para o corpo humano, dos quais uma parte é sintetizada pelo nosso próprio organismo e a outra, deve ser adquirida de outros corpos animais e vegetais por meio da alimentação e digestão desses alimentos.
Tanto a “chave” como a “fechadura” no processo enzimático são proteínas. (Imagem: Reprodução)
Como se sabe, os processos de digestão dos alimentos são resultados de ações enzimáticas que funcionam como catalizadoras, acelerando a digestão e potencializando a quebra proteica das moléculas. As enzimas também são constituídas por proteínas e são elas que fazem a quebra dos alimentos, liberando os aminoácidos para que eles sejam reaproveitados pelo corpo humano.
Portanto, as disposições proteicas estão vinculadas em absolutamente todo o processe de digestão, sendo tanto a enzima, como o alimento a ser quebrado e reaproveitado. Durante o processo de reaproveitamento, a quebra pode fornecer um único tipo de aminoácido ou um aminoácido e um componente químico.
Quando a quebra fornece um único tipo de aminoácido, podemos considerar que esse fazia parte de uma cadeia proteica simples. Quando libera um tipo de aminoácido e um componente químico, podemos considera-lo como uma cadeia proteica subjugada. Sendo assim, é importante saber que é necessário consumir vários tipos de alimentos como folhas, ovos, carne e grãos para se absorver todos os aminoácidos necessários ao organismo.
Os cromossomos são estruturas de DNA que contém todas as informações das características biológicas de um indivíduo. Clique para entender um pouco mais sobre o assunto.
Os cromossomos podem ser classificados como longas fitas de DNA enovelada. Para dar esse efeito, os cromossomos contam com uma proteína chamada histona, que normalmente se agrupam em 8 e são envolvidas por uma molécula de DNA. Esses grupos de 8 histonas envoltas pelo DNA são chamados de nucleossomos, e são responsáveis pelo enovelamento do cromossomo.
Classificação cromossômica
Como são duas longas fitas de DNA, os cromossomos concentram em algum ponto de encontro entre as duas fitas, uma espécie de enrolamento. Essa parte é chamada de centrômero e o posicionamento dela define e classifica os tipos de cromossomos.
Cromossomos humanos
Quando o centrômero está na parte mais próxima as pontas do cromossomo, ele é denominado telocêntrico. Quando está afastado o centrômero da região central o suficiente para formar braços menores de um lado e maiores do outro, é denominado Acrocêntrico. Quando o centrômero está levemente afastado da região central é denominado submetacêntrico, e quando está exatamente no centro, é denominado metacêntrico.
Cromossomos x e y
Ao todo, os seres humanos possuem 46 cromossomos, sendo que 44 deles são cromossomos autossomos e os outros 2 são cromossomos sexuais. Como os cromossomos estão interligados em pares, é comum dizer que temos 22 pares de cromossomos autossomos e 1 par de cromossomos sexuais.
Para identificar os cromossomos que definem o sexo do indivíduo, é necessário analisar o cariótipo, ou seja, a distribuição dos cromossomos em uma célula. Tanto os homens como as mulheres possuem os 22 pares de cromossomos autossomos iguais, só se diferenciando pelo par de cromossomos sexuais.
Para identificar indivíduos do sexo feminino, o par de cromossomos sexuais possui a representação em “XX“, enquanto para identificar os indivíduos do sexo masculino, a representação cromossômica é de “XY“. Essa diferença de representação define o gênero do indivíduo em seu gene.
Além de definir a sexualidade, os cromossomos definem todas as características únicas de um indivíduo. Quando há alguma falha ou mutação no código cromossômico, pode acontecer os quadros conhecidos como Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter ou também a Síndrome de Turner.
Os carboidratos são moléculas essenciais para o funcionamento não só de corpo humano, mas da maioria dos seres vivos. Entenda um pouco mais sobre essas importantes partículas, fontes de energia.
Os carboidratos são moléculas extremamente importantes para a manutenção e o funcionamento do corpo humano, como também da maioria dos animais. Também chamado de Hidrato de Carbono, os carboidratos são uma das moléculas mais abundantes no meio natural.
Em praxis, os carboidratos são essenciais na biossíntese de vários tipos de moléculas. Em nosso corpo, as funções mais importantes são com fonte de energia e reserva energética. As reservas de carboidratos ficam armazenadas no fígado, no sangue e nos tecidos musculares.
Carboidratos – cadeia ramificada
As cadeias de carboidratos são cadeias carbônicas. As cadeias carbônicas podem ser normais ou ramificadas. As normais podem ser facilmente identificadas graficamente, pois compõem uma linha reta de moléculas da cadeia.
Cadeia normal – carbonos primários e secundários
Já as cadeias ramificadas geralmente podem ser identificadas quando há uma saliência na linha reta de moléculas. Essas saliências são chamadas de carbonos terciários e quaternários, dependendo da situação.
Nas cadeias normais só há a existência de carbonos primários e secundários. Nas cadeias ramificadas, os carbonos terciários e quaternários são os ramos que saem “para fora” da cadeia.
Cadeia ramificada – Ramos de carbonos terciários e quaternários
Os agrupamentos musculares obedecem a divisões de acordo com o tipo de tecido muscular, número de tendões, localização e tipos de movimentação. Confira agora clicando no Aqui.
Os músculos do corpo humano possuem muitas funções importantes principalmente para o sistema locomotor. Os tecidos musculares estão presentes em todo o corpo e fazem a ligação dos ossos com o sistema nervoso. Proporcionam estabilidade ao esqueleto e suas formas cruzadas permitem a locomoção externa e interna.
Classificações dos músculos
Para entendermos os músculos, precisamos classifica-los de algumas formas. Primeiramente, existem dois tipos básicos de músculos: o voluntários e os involuntários. Os músculos voluntários, como o próprio nome já se refere, são músculos que funcionam de acordo com a disposição e querer do indivíduo. Esses músculos também são classificados como estriados.
Músculos e tendões (Foto: Reprodução)
Os músculos involuntários são assim chamados por não precisarem da vontade do indivíduo para funcionarem. Eles estão presentes nas paredes das vísceras, no sistema circulatório e no respiratório por exemplo. Não possuem estriamentos e por são classificados como músculos lisos. A exceção nesse caso são os músculos do coração, que apesar de involuntários, são estriados.
Os músculos também podem ser classificados de acordo com o número de extremidades de tendões. Os tendões fazem os ligamentos entre músculos, podendo ter até quatro ligações. Os bíceps possuem duas ligações de tendões, os tríceps possuem três e os quadríceps possuem quatro extremidades.
Os músculos também podem ser agrupados em determinadas áreas de corpo para facilitar o estudo. Obedecendo a partes mais genéricas do corpo, os músculos podem ser divididos em músculos da cabeça e do pescoço; músculos dos membros superiores; músculos do tórax e do abdome e músculos dos membros inferiores.
Para saber mais informações sobre a temperatura do Sol e suas características mais acentuadas, acompanhe este artigo e fique por dentro.
O Sol
O Sol é uma das fontes de energia mais fortes que temos. É considerado uma estrela, e também a mais próxima da Terra. Para explicar qual a real formação do Sol, digamos que ele é uma esfera completamente feita em gás incandescente. Esse gás é responsável por transmitir toda a luz que temos ao dia.
Embora o Sol seja completamente iluminado, há algumas partes do sistema que são mais intensas do que outras. Essas só podem ser observadas através de aparelhos próprios. Ela pode queimar os olhos em menos de milésimos de segundos. A composição do mesmo é feita a partir de:
Características
Massa
Raio
Densidade média
Distância
Densidade central
Temperatura efetiva
Temperatura central
Luminosidade
Índices de cor
Composições químicas
Magnitude absoluta
Período rational do equador
Temperatura
Cada parte dessa imensa composição tem suas funções por si só. Existem duas formas de temperatura para medir o Sol. A temperatura efetiva e a central. A efetiva está calculada em Tef = 5785 K e a central em Tc = 15 000 000 K. Em graus celsius, essa chega bem próximo a 20 milhões °C.
A estrutura do Sol é feita desde o núcleo até a coroa. Sendo o núcleo, tudo que ambienta exatamente o meio, o centro de todo o Sol e a coroa, as bordas. Por isso as medidas do mesmo são diferentes, dependendo de onde está sendo medido. O núcleo é cerca de 19 milhões de graus mais quente que a coroa.
Vale lembrar, que a temperatura do Sol nunca muda. Ela se mantém intacta, não importante o período em que se encontra. Por ser uma estrela, sua luz nunca deixa de irradiar. Está bem próximo da Terra e os estudos do mesmo só podem ser feitos a cerca de 60 mil quilômetros de distância.
Entender tanto as mudanças como as continuidades históricas são um dos exercícios mais complexos dentro da disciplina. Saiba como compreender esses assuntos de forma mais abrangente clicando no post.
A história é uma disciplina milenar desenvolvida primordialmente por heródoto, na Grécia. A ambição do historiador grego em narrar os fatos nas grandes praças era simples: ele queria que os grandes atos dos homens não fossem esquecidos. Dessa forma, a tradição historiográfica dos grandes atos se estendeu por muito tempo.
Porém, como toda ciência na modernidade, a história passou por muitas mudanças teóricas que mudariam bastante as narrativas. A visão unicamente política – onde eram contada a história por meio dos grandes atos de monarcas -, econômica militar foi tendo menos importância. As fontes, antes só aceitas como os documentos oficiais, foram problematizadas e um universo de novas fontes começou a ser aceito.
A Nova História
Como entender a história?
A história que produzimos agora tem outras pretensões, bem diferentes da história que era produzida antigamente. Hoje, temos a tendência culturalista, olhamos os mesmos fatos em diferentes pontos de vista, levamos em consideração os contextos históricos, as mentalidades, os imaginários e a vida privada.
Além disso tudo, quase todo material pode ser utilizado como fonte histórica, dependendo do que almeja o historiador. Não só os documentos oficiais, mas objetos pessoais, obras literárias, filmes, peças teatrais, revistas, quadros, etc. Os horizontes de pesquisa e estudo se estenderam além da ordem cronológica e passaram a um novo patamar.
Como entender a mudanças históricas
Em primeiro lugar, é importante desmistificar a histórica. O passado não deve ser visto nem como algo “ideal” nem como algo “inferior”. As ideias de progresso são positivistas e a historiografia já superou com intensos debates qualquer forma de alegação de superioridade ou predestinação – no caso, os positivistas acreditavam que todas as sociedades deveriam evoluir da mesma forma e alcançarem a civilidade tal qual a europeia.
Depois, é importante entender que o passado está mais próximo de nós do que imaginamos. Nós somos fruto de uma montante de tradições e fatos ocorridos. Carregamos costumes, língua, rituais e preferências que são essencialmente culturais e que nos diferenciam de outros povos.
Tendo esses dois primeiros princípios em mãos, é provável que você, ao olhar para os fatos históricos, perceba que cada povo é diferente do restante e que nada é “óbvio”. A história é humana e cada época possui seus determinados valores, estes bem diferentes dos que temos hoje. Enxergar a Igreja Católica como a “grande enganadora de fiéis” é um dos erros clássicos no ensino da história, por exemplo.
Em último lugar, para entender as mudanças históricas, temos que ter em mente que tudo é resultado de longos processos. As coisas não acontecem da noite pro dia. A Revolução Francesa não ocorreu após uma reunião de pensantes, nem por um surto momentâneo. Ela se deu como um longo processo de descontentamento com a política absolutista daquele local, entre outros.
Do mesmo caso no Brasil são os ciclos econômicos. Dizer que o ciclo do Café vem após o ciclo da cana, não significa que a produção de cana tenha parado no país. Muito pelo contrário, esse tipo de produção continuou e continua até hoje. A nomenclatura de ciclos apenas nos serve que entendamos as principais atividades econômicas que estavam acontecendo em cada época.
Você pode aplicar esse princípio a quase todas as mudanças históricas. Isso porque temos em mente que a história envolve processos graduais de transformação e mudanças na sociedade, política, cultura, preferências, religião e etc.
A escravidão está presente na humanidade desde que se tem notícia da existência humana. Saiba mais sobre esse assunto clicando no post.
Algo que para a sociedade ocidental contemporânea pode parecer inconcebível, a escravidão fez parte da vivência humana desde os primórdios de nossa existência no mundo. É considerada uma das formas mais básicas de imposição de poder, e também uma das mais complexas de se compreender.
Não se sabe ao certo quando o homem começou a escravizar outro homem. Há registros desse tipo de trabalho muito antigos e apesar disso, não é possível não pensar que antes mesmo do registros não existia a escravidão. Para reflexão, será mais importante perceber como essa prática se perpetuou perante a história e ainda continua em nosso mundo atual.
Características escravocratas
A escravidão não é simples. Tanto no modo como alguém se torna escravo, como na relação entre escravo e senhor, nas formas de sair da escravidão, na relação desse indivíduo com a sociedade a qual está inserido, entre outras muitas questões que poderão variar consideravelmente entre uma cultura e outra.
Escravidão na Grécia
Basicamente, o que há de comum em todo o trabalho escravo é o serviço prestado sem remuneração e perca do direito da liberdade na relação de pertencimento a alguém. Nesse sentido, podemos dizer que não existe escravo livre e que não existe escravo que esteja desvinculado as questões de trabalho.
As pessoas podem se tornar escravas de várias formas. Na região da mesopotâmia e na Europa, há registros de pessoas que optavam pela escravidão para pagar suas dívidas. Nesse caso, a pessoa passaria um período de tempo como escravo de seu cobrador e retornaria a ser livre assim que pagasse todo o tempo.
Há também como se tornar escravo mediante ao sequestro ou captura em guerra. Em Esparta, por exemplo, os escravos hilotas eram muitas vezes prisioneiros de guerra que trabalhavam na agricultura e na criação dos animais. Em diversas regiões na África, o sequestro era uma forma de conseguir mão de obra escrava, como também as próprias guerras.
As questões sociais também podem ser determinantes nesse tipo de relação. Há lugares onde a condição de escravo é eterna e hereditária. Isso determina que o indivíduo já nasce nessa situação e que não existe possibilidade de ascensão ou mudança no estamento social. Esse tipo de escravidão é mais comum em sociedades onde existe a divisão por castas.
Escravidão moderna
A modernidade – iniciada após a revolução francesa – abriu caminhos para várias formas de pensar, de fazer política, de comércio – principalmente o comércio ultramarino – de guerrear e também de escravizar. Apesar dos ideias iluministas, a escravidão estava presente na modernidade como um importante pilar, principalmente nas colônias.
Nesse caso, a escravidão era mantida por um preconceito racial. Eram escravos todos os negros africanos transportados para as colônias nos continentes americanos, e também a condição escravocrata era passada hereditariamente aos filhos dessas pessoas.
Arraigados ao sistema agroexportador, os escravos em sua maioria trabalhavam nas fazendas sem remuneração. Apesar disso, existiam outros tipos de trabalho, como os serviços domésticos, o trabalho nas minas e os chamados “escravos de ganho”, principalmente no Brasil. Os escravos de ganho geralmente pertenciam aos comerciantes e ganhavam porcentagens dos lucros obtidos em suas vendas. Dessa forma, era comum que um escravo de ganho pudesse comprar sua alforria.
O Comércio de Escravos
Na modernidade, o navio era o que havia de mais impactante, novo e gerador de horizontes de expectativas que havia. Os navios traziam produtos, notícias e um mundo novo a cada viagem. E mais: os navios traziam os escravos.
Navio Negreiro
A coisificação do ser humano é uma das maiores características da escravidão nos séculos XVI, XVII, XVII e XIX. Troca-se pessoas como se fossem produtos. Os escravos eram expostos em praças de vendas, banhados a óleo e enfileirados para que o vendedor pudesse obter seus lucros.
A maior rede de comércio de escravos foi feita pelos Negreiros durante séculos. O tráfico negreiro foi transcontinental e levou aproximadamente 200 milhões de escravos durante o tempo e funcionamento. Esses escravos eram comprados nos países africanos – onde a cultura da escravidão já existia há milênios e ainda se perdurava – por produtos variados, em geral o tabaco, o açúcar, ferramentas e armas, por exemplo.
No Brasil, o comércio de escravos talvez tenha sido o mais intenso do ocidente. A grande demanda de escravos para os mais variados serviços era comum entre as províncias brasileiras. Os escravos eram catalogados como “tipos” de acordo com a etnia que provinham. Cada tipo de escravo era considerado apto ou inapto a determinados serviços e isso influenciava diretamente no seu preço.
O preço dos escravos era um tanto alto para os padrões econômicos da época. Era uma “peça de trabalho” viva e com transporte ultramarino para encarecer no preço final. Há indícios de escravos que valiam o peso em ouro e em geral, ter um escravo era algo para poucos.
Escravidão contemporânea
Ainda existe escravidão no mundo. Em vários lugares da Ásia, da África e da América do Sul, ainda há pessoas que trabalham em condições desumanas e sem receber salário. Até mesmo no Brasil, existem regiões onde anda se podem encontrar escravos no trabalho agricultor.
As formas de escravidão contemporânea em geral podem ser encontradas quase no mundo inteiro. Podemos dizer que exploração do trabalho desregrada é uma forma nova se escravidão e que atinge principalmente os países de terceiro mundo. Trabalhadores sem condições de segurança, saúde, sem direitos trabalhistas e com cargas horárias enormes são os escravos pós-modernos, escondidos sob o signo da palavra “trabalho”, que como sabemos, sempre esteve ligada a própria escravidão.
A Idade Média foi um período de grande relevância e que contribuiu grandemente para a formação dos esquemas modernos ocidentais. Entenda mais sobre essa período histórico.
Não existem uma data específica que declara o início da Idade Média. Não há ainda um consenso amplamente aceito por todos os historiadores, tendo em vista várias motivações históricas que influenciam nessa divisão. No entanto, a mais aceita se baseia no período de queda do império romano ocidental.
A fragmentação do império romano se deu por sucessivos motivos administrativos, desencontros políticos e internos, revoltas de escravos e revoltas provinciais, conturbação social e o adentramento – episódio histórico denominado por Invasões Germânicas – dos povos germânicos.
Já nesse período, podemos localizar a alta idade média, uma das divisões desse período histórico. As províncias romanas africanas e ao sul da Europa foram tomadas pelo avanço do império turco otomano. No restante da Europa, estabeleceu-se um novo império que duraria do século VII ao século IX.
A Alta idade Média
O estabelecimento do Império Franco durante os séculos VI e VII uniu grande parte da Europa sob o poder de um poderoso monarca. Nesse império, as influências romanas continuariam permanentes graças a aceitação do catolicismo como religião oficial. Dessa forma, a igreja católica ocidental continuou com sua potência, mesmo que em um cenário diferente do anterior.
Carlos Magno – monarca do império franco
Ao mesmo tempo, Constantinopla representava o Império Romano Oriental, e se transformou em uma grande potência mercante e também militar. A grande variedade de religiões nessa cidade permitiu que, aos poucos, o próprio catolicismo fosse se consolidando de formas diferentes, de acordo com as necessidades culturais dominantes na região.
O auge no império franco foi pode ser constatado durante a dinastia carolíngia. Logo em seguida, a divisão do império proporcionada pelo número de herdeiros causaria uma desestabilização econômica e política que se enfraqueceria ainda mais com as invasões dos vikings, sarracenos, magiares e outros povos.
Na fragmentação do imenso império franco, podemos admitir o início da baixa idade média, período em que a dinâmica de produção e de vida das populações mudaria e tornar-se-ia icônico no imaginário popular, principalmente devido as obras literárias, peças teatrais e mais tarde, na indústria cinematográfica.
Baixa Idade Média
A baixa idade média inicia-se com o desmoronamento do império franco e internacionalização do homem no campo. As populações urbanas abandonam grande parte das cidades e buscam abrigam em ligares mais afastados. A divisão das terras entre nobres facilitou que homens mais afortunados pudessem construir grandes castelos e fortalezas.
Castelo Medieval
Essa é a chamada também era dos castelos na Europa. Entorno desses castelos, estabeleciam-se os feudos. Esse sistema de produção ficou conhecido feudalismo e baseava-se essencialmente na relação de proteção e sustento. Os camponeses teriam um espaço de terra para morar e plantar grãos.
Essas plantações serviriam em parte para subsistência dos camponeses e em parte para o sustento da nobreza que morava nos castelos, sendo dever do nobre dar proteção militar ao camponês. Esses feudos cresceram consideravelmente e as relações entre os nobres da Europa formavam uma teia de suserania e vassalagem.
Durante esse período, os europeus iniciaram as famosas Cruzadas e Guerras Santas, onde buscavam dominar a Terra Santa para o ocidentalismo cristão. Muitas batalhas chamadas de “reconquista” também iniciaram-se contra os turcos otomanos, afim de reconquistar territórios perdidos para esses povos.
O fim da Idade Média se dá em um período turbulento e de grandes desastres. Além das duras batalhas entre povos, pragas como a peste negra assolaram e foram responsáveis pela morte de mais de um terço da população europeia. Baixas nas plantações contribuiriam com fome, as doenças e insatisfação popular.
O fim da Idade Média costuma ser pontuado na Revolução francesa, em 1789, onde os ideais renascentistas e iluministas construiriam um Ocidente pautado na racionalidade e no progresso científico liberal.
Para saber mais informações sobre a construção de uma música, acompanhe este artigo e fique por dentro das principais dicas.
Música
Para compor uma música, você precisará de muita criatividade e inspiração. Existem algumas técnicas eficazes que podem ajudá-lo em seu desenvolvimento, contudo, você precisará certamente de uma boa de inspiração e também de sua criatividade. Tudo deve andar de mãos dadas enquanto forma tal arte.
Primeiramente, sempre opte por falar de coisas que estão sob seu conhecimento. Também é importante que haja rimas, se a sua música for na língua portuguesa. Todas as letras, precisam ser temáticas. Ou seja, você precisa passar uma história através da mesma e dar um nome condizente a ela.
Compor!
Cada compositor, tem sua própria maneira de se retratar diante de uma música. Divida sua música, especialmente em duas linhas, quatro, seis ou oito versos. Os números devem ser pares, principalmente para que haja o fechamento com a melodia estabelecida pelo próprio compositor.
Deixe fluir a escrita, mas não esqueça que ela deve fazer sentido de maneira geral. Se você começar falando por exemplo que está feliz com um amor, termine nesse mesmo sentido. As músicas precisam estar conexas. E o compositor deve passar segurança e identificação ao ouvinte.
Uma dica bacana, é fazer um texto e a partir daí ir formando os versos. Muitos compositores, agem da seguinte maneira: Descrevem totalmente uma história, colocando-o em um papel e também fazendo ajustes aos poucos. Ao término, eles releem o que escreveram e montam as estrofes, de acordo com as partes do texto.
O refrão é a parte mais importante, geralmente, o que se faz é um pequeno resumo que defina em tese, a música inteira. Evite usar repetidas vezes a palavra “você”, “eu”, “pessoa”. Por fim, sempre demonstre seus sentimentos e interesses através da mesma, sem fugir nunca do tema em questão.