Em alguns casos, a menstruação escura pode preocupar as mulheres. Fique por dentro deste assunto aqui no Dicas Free, saiba as causas da menstruação escura. Confira!
A menstruação é um período importante e essencial para o corpo da mulher , pois trata-se de um período onde há o descarte de materiais orgânicos que não serão mais necessários (todo o material da parede do endométrio) devido a não fecundação do óvulo e também todo o processo de produção hormonal para o próximo mês.
A aparência da menstruação também pode indicar que alguma coisa está acontecendo em seu corpo. Quando a menstruação vem com coloração mais escura, por exemplo, puxando para um vermelho muito escuro, marrom ou até preto, é necessário que a mulher se atente para possíveis complicações que podem estar acontecendo.
Menstruação escura pode ser normal
Apesar de tudo, existem algumas situações em que a menstruação escura não significa nada de ruim. Nessas ocasiões, a mulher pode ficar despreocupada, porém atenta para perceber se haverá outras alterações. Normalmente, em mulheres com o ciclo menstrual regular, é normal que a menstruação venha escura início ou no fim do ciclo.
Menstruação escura é normal em alguns casos (Foto:Reprodução)
Um dos motivos que podem desencadear o escurecimento da menstruação é a troca do tipo de pílula anticoncepcional. A alteração hormonal pode favorecer esse tipo de sintoma e não representa nenhum risco. Mulheres que utilizaram a pílula do dia seguinte recentemente também podem ter esse sintoma pelo mesmo motivo.
Outros possíveis motivos
Quando a menstruação é como borra de café, preta ou marrom, deve-se atentar a outros motivos. As vezes, pode ser algum tipo de efeito colateral ou reação a algum medicamento ou outro tipo de alteração hormonal. Mas também pode significar o início de uma gravidez ou a incidência de alguma DST, recente ou não.
A menstruação dessa coloração descrita acima também pode estar associada a outros tipos de complicações como em quadros de endometriose, também de miomatose e inflamações uterinas. Em qualquer caso, o melhor a fazer é investigar junto ao ginecologista os motivos. Por meio de exames específicos é possível determinar a causa e iniciar o tratamento. Quanto mais cedo, melhor.
O império Inca foi o maior império das Américas em sua época pré-colombiana. Saiba mais sobre a cultura e aspectos sociais desse povo aqui no Dicas Free!
Os Incas foram um povo sul-americano que constituiu o maior império da América pré-colombiana, iniciando-se na Cordilheira dos Andes e incorporando diversas nações em territórios próximos, hoje pertencentes aos países da Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia. A capital do império inca foi fundada provavelmente no século XIII, na cidade de Cuzco, hoje no território do Peru.
O império inca utilizou de táticas militares e políticas para anexar centenas de nações indígenas a seus domínios, fator que qualifica o império como expansionista, apesar de ser incorreto pensar no império inca como um império europeu, por exemplo. As convicções tanto política, como religiosas e a própria visão de mundo eram imensamente diferentes para esses povos.
Aspectos sociais e culturais dos incas
Os incas eram politeístas e dedicavam algumas cidades à adoração de alguns deuses. A capital Cuzco era o maior centro de adoração ao deus Sol, hoje figurado na bandeira de várias nações sul americanas como a Argentina, por exemplo. A sociedade Inca era demasiadamente complexa, mas pode ser divida em uma pirâmide para melhor entendimento.
Ruínas da cidade sagrada de Machu Picchu (Foto: Reprodução)
Chamados de Yanaconas, os escravos eram a base da piramide social Inca. Eles eram em grande parte, escravos caseiros, ou seja, ajudavam na manutenção do lar e protegiam seus senhores. O conceito de escravo para os Incas era bem diferente do conceito europeu e africano. O escravo não era mal tratado e muitas vezes era até mesmo considerado parte da família que o tinha.
Os nobres ficavam no meio da pirâmide, pois eram descendentes diretos dos Incas originais, ou seja, dos filhos do sol. Era uma linhagem de nobreza que se sustentava sobretudo pelo trabalho manufaturado e agricultor de outras nações anexadas ao império. No topo da pirâmide, ficavam os sacerdotes do Sol, que eram responsáveis pela realização dos cultos de adoração e pela educação dos mais jovens.
No que diz respeito ao matrimônio, os Incas poderiam escolher com quem se casariam. Após o casamento, era comum que ganhassem algum espaço para morar. A idade para isso variava dos dezesseis aos 20 anos, a primeira idade para a mulher e a segunda para os homens. As mulheres poderiam passar por uma seleção aos 10 anos de idade, onde algumas poderiam ser escolhidas para residir na capital e se casar com o imperador ou com outro nobre por indicação. Também poderiam ser indicadas para o culto ao Sol.
Produção agrícola e comércio
O restante da população (que não se encontram na piramide por terem sido anexadas ao império) era responsável pela produção agrícola e de manufatura. Basicamente, o império colhia os impostos em forma de produtos dessas comunidades. Desses impostos, uma intensa administração era realizada para destinar parte para o culto ao deus Sol.
As técnicas de plantio no império eram muito eficientes e possuíam sofisticados sistemas de irrigação. Normalmente, a produção era suficiente para todos e a prática comercial não era muito necessária, mas existia. Basicamente, o comércio era troca de alimentos e manufaturas, e trocas de serviços. O sistema de contagem inca era complexo, admitindo a dezena, a centena e a milhar, nos chamados “quipus”.
Demais aspectos
A religiosidade Inca possuía uma infinidade de festejos, rituais e até peregrinações às regiões sagradas do Vale Sagrado dos Incas, nas cidades de Machu Picchu e Pisac. Esses locais possuíam uma grande variedade de fauna e flora, boas reservas de água e se localizava a uma altitude de cerca de 2800 metros a nível do mar.
A arquitetura Inca é de incrível sofisticação. O império possuía centenas de templos com aspectos piramidais e complexos religiosos em grandes proporções. As construções eram em pedra sem necessidade de argamassa, o que para muitas pessoas constitui em um mistério. Fato é que o império possuía excelentes engenheiros e técnicas de construção que avantajadas que permitiram o sucesso de suas empreitas.
A educação dos homens filhos do sol era totalmente diferenciada das mulheres. Os jovens nobres tinham aulas de histórica e cultura de seu povo, manuseio de armas, construção de armas e intensos treinamentos que os preparavam para a fase adulta. Era comum que alguns jovens morressem em treinamento, devido a sua dificuldade.
A crise de 29 foi uma das maiores quedas do liberalismo econômico. Entenda como tudo aconteceu e os efeitos desse fato histórico. Confira.
Logo após a primeira guerra mundial, as potências europeias entraram na grande empreita de reconstrução não só de seus países, mas também de suas economias que estavam profundamente abaladas pelo conflito. Apesar disso, muitos países exportadores de produtos e matérias primas saíram beneficiados durante e após o conflito.
Um desses grandes beneficiados foram os Estados Unidos que passou a exportar todo tipo de produto para Europa e demais países afetados pela guerra. Essa grande onda de exportação gerou o que chamamos de “os loucos anos 20”, um período de imensa prosperidade, superprodução, excesso de consumo e de muita riqueza para esse país.
As motivações da crise – os anos 20
A prosperidade dos Estados Unidos era enorme, tal qual criou uma ilusão, tanto entre os consumidores, como entre os grandes investidores, industriais e afortunados de que nunca iria acabar. O governo fazia planos para estimular o consumo como o “American Way of Life” (estilo de vida americano). Grande parte desse aumento grotesco no consumo foi devido as novas tecnologias industriais, o desenvolvimento dos setores trabalhistas, o protecionismo e a grande quantidade de exportações. Os Estados Unidos eram a grande potencial mundial, não só bélica (naquele momento) mas econômica.
Fila de desempregado dos Estados Unidos (Foto:Reprodução)
As bolsas de valores subiam constantemente e os entusiastas em investimentos gastavam suas fortunas em ações empresariais e outros negócios. Tudo ia bem e a prosperidade econômica parecia não tem fim. Apesar disso, em junho de 1929 as exportações dos Estados Unidos começaram a cair e o país começou a enfrentar uma leve recessão.
O que estava acontecendo era que a superprodução dos Estados Unidos não estava sendo vendida em totalidade, ou seja, os países antes devastados pela guerra estavam comprando cada vez menos produtos norte americanos, principalmente devido a recuperação da industria, agricultura e economia daqueles países.
A crise de 29
A recessão preocupava alguns setores americanos, mas não abalou de primeira a economia norte americana. Porém, as empresas começaram perder os lucros de antes por não conseguirem vender a superprodução, funcionários começam a ser demitidos, os preços dos produtos começam a subir e o comércio fica praticamente paralisado.
A estagnação e queda da economia fez com que os valores da ações da bolsa caíssem significativamente. Da noite para o dia, milhares de pessoas possuíam ações que não valiam nada. Uma grande correria na bolsa de Nova York se estendeu na tentativa de vender ações a todo custo, porém, após o dia 24 de outubro daquele ano, a bolsa já estava quebrada.
Os Estados Unidos entrou em uma imensa pobreza, desencadeando tempos difíceis para milhares de famílias que passaram a viver em estado de miséria. Parecia ser o fim do capitalismo e do liberalismo econômico, pois no lado da União Soviética nada foi sentido, tendo em vista de que não participava em nada com o sistema capitalista.
Os países Europeus que estavam recuperando a economia também entraram em uma grande quebra. Isso aconteceu porque os Estados Unidos também era um grande comprador desses países. Como em uma pilha de dominós, cada país quebrado resultava em menos exportação e importação para outro país, que também quebrava.
A medida encontrada pelos Estados Unidos para enfrentar a crise foi na interferência estatal na economia, reduzindo as práticas liberais. A injeção de capital estatal de incentivo a produção e a consolidação do princípio de Estado de bem estar social, aos poucos fez com que a economia norte americana caminhasse a recuperação.
Apesar disso, a crise só se finda com a Segunda Guerra mundial, onde as taxas de desemprego cai drasticamente (devido os soldados irem para o front), a industria e a agricultura novamente é aquecida pelas demandas bélicas, alimentícias, de vestuário e demais produtos e matérias primas para exportação aos Aliados.
No Brasil
O Brasil, na década de 2o, vivia em uma espécie de monopólio de exportação onde o produto mais exportado era o café. Como a presidência do país era revezada entre os maiores Estados produtores de café (São Paulo e Minas Gerais), a economia brasileira era inteiramente voltada em defesa do setor cafeeiro.
Os Estados Unidos eram o grande comprador de café brasileiro e com a crise, as exportações caíram drasticamente, resultando na baixa econômica. O Brasil viveu tempos difíceis, pois a maioria dos produtos consumidos no país eram importados. Com a crise, o número de exportações dos países industriais diminuía e o Brasil também passou a importar menos.
Apesar das dificuldades econômicas, esse cenário foi aproveitado não só pelo Brasil, mas por outros países não industrializados. As agro exportações subiram com o tempo e uma grande variedade de produtos ganhou importância. O Governo ditatorial de Getúlio Vargas (a partir de 30 com o golpe de Estado) põe em prática uma série de medidas que reconfigurava o cenário trabalhista no país e iniciava os surtos mais importantes de industrialização do país.
Você sabe o nome de quem descobriu as Cataratas do Iguaçu? Não? Então fique por dentro dessa interessante descoberta e os principais tópicos do assunto. Confira, só aqui no Dicas Free!
As cataratas do Iguaçu fazem parte do orgulho nacional no que diz respeito a beleza natural e também às conquistas da engenharia moderna (construção da maior hidroelétrica em produção energética do mundo, Itaipu). Localizada no município de Foz de Iguaçu, no Estado do Paraná no Brasil, a cidade, segundo estimativas da revista Exame, é o terceiro município brasileiro mais visitado por turistas estrangeiros e o mais visitado na Região Sul do país.
Apesar de ser uma das cidades mais povoadas do Estado do Paraná atualmente, Foz do Iguaçu só começou a ser habitada por brasileiros a partir do final do século XIX, onde estabeleceu-se um plantio de erva mate e uma colônia militar que iniciou o processo de habitação. Em 1889, uma expedição militar atribuiu o número de 324 pessoas morando no local, a maioria no entanto, paraguaios e argentinos dedicados ao cultivo e extração do mate.
Primeiras ocupações
Mesmo que a Foz do Iguaçu só tenha iniciado a partir do fim do século XIX, os primeiros da região moraram ali cerca de 6000 anos a.C., segundo pesquisas do setor de arqueologia da Universidade Federal do Paraná no local. Desde essa época, várias outras etnias indígenas habitaram o local por algum período de tempo.
Cataratas do Iguaçu (Foto: Reprodução)
Já no início do século XX, a região sofreu um pulo habitacional imenso se comparado ao senso realizado pela expedição de 1889. O local agora conta com cerca de 2000 habitantes e logo se tornara distrito do município de Guarapuava. No entanto, em 1914, o povoado foi emancipado e nomeado de município de Vila Iguassu.
Para título de curiosidade, o nome do munício “Iguaçu” advém de um tropo linguístico indígena e da junção das duas palavras “Y” e “Guazú”, onde Y significa água e Guazú significa grande. A tradução para o nome seria algo como Grandes Águas.
Alvar Núñez Cabeza de Vaca
A descoberta das cataratas do iguaçu se deu não por um brasileiro, nem por um português, mas por um explorador espanhol chamadoAlvar Núñez Cabeza de Vaca, natural de Jerez de La Frontera. A história desse sujeito é um tanto curiosa e cheia de aventuras e perigos, digna dos contos aventurescos dos exploradores da América.
Alvar Núñes foi soldado em sua adolescência e adentrou na empreita das navegações logo após o descobrimento da América. Sua primeira expedição desembarcou do atual território da Flórida em 1528 onde ficou por muitos anos vivendo entre os índios. Seus escritos serviriam, anos mais tarde, como fontes de estudo dos antigos costumes daqueles povos.
Em outra expedição, Alvar Núñes foi mandado à América do Sul, onde foi nomeado governador da província do Rio Prata em 1540. O objetivo era de estabelecer o assentamento de Buenos Aires em um local especificado. Sua campanha exploradora seguiu e documentou o curso do rio da prata, chegando ao atual Estado de Santa Catarina e adentrando ainda mais no interior do Brasil.
Alvar Núñes foi o primeiro homem branco a chegar nas Cataratas do Iguaçu, sendo portanto, os descobridor do local no ponto de vista da historiografia pré-colombiana. Na ocasião, o explorador nomeou o local de Salto de Santa Maria. Apesar da empreita, o explorador falhou em sua missão de restabelecimento de Buenos Aires e foi novamente mandado à Espanha, onde faleceu anos depois.
O Código de Hamurabi, mas famoso por conter a lei de Talião, foi o primeiro código de leis escrito que se tem registro na história. Mais informações sobre o assunto você acompanha no decorrer deste interessante artigo.
O Código de Hamurabi é considerado por muitos o princípio do direito por ser o código de leis escrito e documentado mais antigo que se tem registro. Foi idealizado, escrito e compilado durante o sexto reinado da babilônia, herdando o nome do rei de sua época, Hamurabi. Em uma análise parcial, o codex tinha como principal objetivo estabelecer o conceito de justiça em leis, mesmo que o tipo de justiça não se encaixe nas concepções modernas, era bastante possível que fizesse sentido em 1772 a.C., data de sua publicação.
Outra concepção dos objetivos do código de leis era de unificar as atividades do extenso império babilônico em um único conjunto de leis. Dessa forma, várias cópias do código foram enviadas entalhadas em pedra às províncias daquele império. Basicamente, o conjunto possuía uma série de informações sobre o procedimento de relações familiares, atividades agrícolas, comerciais e públicas, além de punições para cada tipo de contravenção.
A Babilônia e suas leis
É importante salientar que a Babilônia era um império bastante estratificado em seu contexto social. Basicamente, dividiam-se em três classes distintas. A primeira, e curiosamente mais numerosa, correspondia aos Awilu, cidadãos babilônicos proprietários de terras, comerciantes, artesãos e camponeses. Logo abaixo, estavam os Mushkenu, compostos por escravos que conseguiram a liberdade, estrangeiros e homens considerados desqualificados.
Parte do Código de Hamurabi (Foto: Reprodução)
Em última estância ficavam os Wardu, escravos conquistados em campanhas militares ou nascidos em condição escravocrata. O código de Hamurabi levava em consideração as três classes sociais, mas é visível que atribui mais direitos e plenitude aos Awilu, por estarem em quase todas as leis e se beneficiarem de grande parte delas.
Grande parte do código dizia-se respeito a utilização correta das águas dos rios Tigre e Eufrates e as punições para utilização incorreta dessas. Geralmente, as punições nesses casos em o pagamento dos grãos perdidos a uma terceira pessoa envolvida. Exemplo: caso o seu dique de água fique aberto por muito tempo e inunde a plantação do vizinho, deverá pagar toda a produção perdida.
A Lei de Talião
Uma das leis do código de Hamurabi tornou-se imensamente famosa foi utilizada para representar esse conjunto de leis. De fato, a Lei de Talião cumpre com o princípio de pagamento da punição em equivalência com o mal praticado. A palavra Talião vem de um termo em latim Talionis, que significa “idêntico” ou “semelhante”.
Frequentemente ilustrada pela expressão “olho por olho e dente por dente”, a Lei de Talião não é exatamente em reciprocidade ao crime cometido, se considerado na visão atual. A pena de morte, por exemplo, era bastante comum entre as sentenças aplicadas pelo código. Um exemplo era o roubo de algum templo ou corte onde não só o ladrão, mas a pessoa que receber o material roubado também era condenado a morte.
A mulher prioriza sempre a beleza, todas desejam estar perfeitas dentro da própria pele e por falar em pele… Confira uma ótima receita para deixá-la ainda mais jovem e bonita neste artigo.
Esfoliantes de rosto com mel e açúcar
Muita gente não sabe, mas o esfoliante natural feito a base de mel e açúcar é extremamente eficiente no combate ás células mortas da pele. Isso porque o açúcar age diretamente na pele, limpando os poros e com o auxílio do mel permite que haja intensa hidratação. Retirando:
Oleosidade
Manchas
Acne
Cravos
A receitinha é bem simples e apenas quantias pequenas são capazes de render muito.
Você não necessitará de nada mais além de:
02 colheres de açúcar
03 colheres de mel
Não há segredo algum no modo de preparo. Para chegar ao objetivo, basta unir os ingredientes e mexê-los bem. Devem ter uma aparência homogênea quando finalmente chegarem ao fim da mistura. A aplicação no rosto também não requer cuidados exagerados, só bom senso.
Você deve utilizá-la naturalmente como se estivesse usando o esfoliante comum. Faça movimentos circulares no rosto, que durem até 1 minuto. Na hora de enxaguar, basta utilizar água morna e uma toalha macia para fazer a secagem. Depois o mais recomendado é que utilize um hidratante corporal ou filtro solar.
O processo de repetição mais recomendado é de cerca de 1 vez por semana. Também é possível que você faça a troca do açúcar por flocos de aveia, principalmente se for o caso de pele sensível. A máscara é recomendada somente para a área do rosto.
Pele bonita e saudável
Pele bonita (Foto: Reprodução)
É importante que mantenha um costume diário de cuidados com sua pele. Não exagere na dose de hidratante quando estiver comprovado que a pele do seu rosto é oleosa. Também indicamos que mantenha a limpeza diária, lavando o rosto pela hora da manhã e noite.
Retire também todo excesso de maquiagem, ela pode danificar o rosto e fazer com que envelheça muito mais rápido. Uma alimentação rica em fibras permite que a pele de todo o corpo seja saudável.
A industria de massa ou cultura de massa faz parte de nossas vidas atualmente. Mas como isso tudo começou? Saiba tudo sobre esse assunto agora, no Dicas Free!
A cultura de massa pode ser definida como um produto ou produção que tem como objetivo alcançar e contemplar o maior número possível de pessoas, independente de classe social, cor, sexo e diferenças religiosas. Por esse motivo, também chamada de Industria Cultural, essas expressões culturais são veiculadas pelos aparatos de comunicação em massa como rádios, aparelhos de televisão e internet.
Iniciada em meados do século XX, a cultura de massa é fruto obrigatoriamente das conquistas tecnológicas e no barateamento dos meios de comunicação. Após a primeira e a segunda guerra mundial, ambos os fatores tornam-se aliados ainda maiores dessa industria. Também no período entre guerras, a industria de massa serviu como escapismo da dura realidade da crise de 29.
Primórdios da cultura de massa
A cultura de massa, também chamada de cultura popular ou cultura pop, pode ter seu início juntamente a invenção do rádio e do cinema. Porém, somente em meados do século XX, com a maior veiculação, acesso e disponibilidade desses recursos é que o termo passou a ser implantado de forma massificada.
Carmen Miranda foi uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood na metade do século XX (Foto: Reprodução)
Seguindo os padrões industriais, a cultura de massa estava ligada aos interesses do capital financeiro e de entidades políticas. Apesar disso, manifestações culturais de diversos grupos étnicos passaram a ser veiculadas e integradas ao processo industrial da mídia, dando a impressão de homogeneidade nas sociedades onde esse tipo de atividade eram presentes.
Os Estados Unidos foram um dos palcos mais importantes para o desenvolvimento da cultura de massa, principalmente com as produções hollywoodianas, o sucesso explosivo do Jazz e de todas as suas ramificações, incluindo o rock e os gêneros hoje conhecidos como “pop”.
A Indústria Cultural e a Guerra
O período entre guerras foi um dos melhores para os Estados Unidos. A economia ia milagrosamente bem e a prosperidade parecia não ter fim. Apesar disso, não só os EUA mas também grande parte do mundo entrou na maior crise econômica do sistema capitalista, a crise de 29. Durante a crise, a desesperança e a miséria assolaram o país e o cinema barato (cerca de alguns centavos para sessões duplas) serviu como escapismo da dura realidade por muitos anos.
Como dito acima, tanto o radio como o cinema eram utilizados também para divulgar interesses políticos e estatais, vendendo uma ideia ou conceito que chegaria ao máximo de pessoas possível. O termo “Industria Cultural” fora criado pelos filósofos alemães e judeus e Max Horkheime e Theodor W. Adorno, tendo percebido a propaganda nazista contra os judeus e demais raças consideradas inferiores. Mais tarde, ambos os filósofos fugiriam para os Estados Unidos.
Não só os nazistas utilizariam o potencial da industria de massa, mas também os norte-americanos, a fim de criar uma imagem negativa dos inimigos (Eixo) e convencer os norte americanos a ingressarem no conflito mundial.
A industria de massa atual
Atualmente, além do rádio, do cinema e da televisão, temos a internet e nossa disposição, meio de comunicação que vem se tornando mais importante que os anteriores, além de potencialmente mais democrático e livre. A internet permitiu que até mesmo as notícias e assuntos políticos fossem debatidos por diversos pontos de vista e com acesso a milhões de pessoas não só nacionalmente, mas mundialmente.
Outras artes de mídia surgiram como os quadrinhos e os vídeo games, que também correspondem atualmente a uma grande parte da cultura pop. A industria dos vídeo games por exemplo, hoje é considerada mais lucrativa que a indústria do cinema, apesar de terem propostas imensamente diferentes. Fato é que os sistemas de comunicação em massa evoluíram e, com eles, também as formas de produzir a cultura de massa.
Músicas pop, novelas, séries de tv, jogos, histórias em quadrinhos, portais e sites da web de entretenimento, portais de notícias, propagandas de produtos e publicidade, telejornais, blogs e uma imensidade de memes, são considerados frutos da cultura de massa.
A Lei dos Sexagenários foi uma das medidas do Império do Brasil para acabar com a escravidão no país. Para saber mais sobre o assunto, obtenha mais informações sobre esse saiba fato histórico neste artigo.
O processo de abolição da escravidão no Brasil se inicia desde sua independência. Na ocasião, os empréstimos e acordos econômicos feitos com a Inglaterra possuíam cláusulas que o recém criado Estado Imperial Brasileiro deveria seguir para que os contratos continuassem em validade. Uma das obrigações era da erradicação das atividades escravocratas no país.
Uma das teorias propostas para isso era o aumento o “coro consumidor” com a libertação dos escravos. Porém, é mais plausível que as intenções da Inglaterra fossem de estimular o capitalismo e o liberalismo no Brasil, como também de espalhar a moral inglesa no império de Dom Pedro. Apesar disso, as exigências não foram cumpridas de imediato como previam os ingleses.
Situação Brasileira
Apesar do Brasil sobreviver praticamente dos produtos agrícolas que produzia, o tráfico negreiro era uma das atividades econômicas mais importantes e lucrativas da época. Ao contrário do que se pensa, o preço dos escravos era alto e só grandes afortunados ou pessoas que economizassem muito dinheiro poderiam ter uma “peça de trabalho”, assim chamados.
A abolição da escravidão total no Brasil só aconteceu em 1888 (Foto: Reprodução)
O transporte de escravos agregava ainda mais valor, pois muitas dessas pessoas destinadas a escravidão no Brasil, morriam nos navios durante o trajeto por inúmeros motivos. A atividade era considerada ainda mais lucrativa devido ao preço excessivamente barato pago aos escravos nas nações que os vendiam: geralmente comprados por meio de troca de tabaco e outros grãos.
Abolir o tráfico negreiro era uma missão difícil. Não só por sua importância econômica em si, mas também pelo caos que geraria em um país extremamente escravocrata. A mão de obra que produzia todos os produtos de exportação (como a cana de açúcar, o tabaco e o café, por exemplo) era escrava e simplesmente deixar de tê-la acarretaria em imensos prejuízos aos fazendeiros e a economia brasileira no geral.
Por esse motivo, o Império do Brasil passou a criar leis que teoricamente reduziam o tráfico. Mas essas leis não eram cumpridas e foram apelidadas de “lei para inglês ver”.
O processo abolicionista
Apesar da dependência da mão de obra escrava para compor o cenário econômico do império, a própria população (a partir do segundo reinado) já não era favorável ao regime de escravidão. Até mesmo fazendeiros eram contrários a ideia e vendedores de escravos diziam-se apenas cumprir com suas obrigações econômicas.
A pressão popular e das campanhas abolicionistas surtiam efeito, mas ganhavam força com os ultimatos da Inglaterra. Devido a não obediência do Brasil para com o caso escravocrata, a Inglaterra aprovou uma lei que autorizava sua marinha a afundar e destruir qualquer embarcação brasileira que aparentasse ser de tráfico negreiro.
Com essa medida, o congresso do Império aprovou a lei Eusébio de Queirós, que proibia de vez o trafico negreiro no país, um importante passo para o processo de abolição “paulatino e sem traumas”, segundo o imperador Dom Pedro II.
A Lei dos Sexagenários
A Lei dos Sexagenários, também conhecida pelo nome de Lei Saraiva-Cotegipe, foi promulgada em 28 de setembro de 1885 e também foi mais um passo para abolição total que viria 3 anos mais tarde, em 1888. Essa lei dava o direito de liberdade aos escravos de 60 anos de idade, desde que esses trabalhassem mais 3 anos gratuitamente para seus senhores.
Na prática, essa lei só mudaria um pouco os cenários urbanos, pois eram os escravos das cidades que poderiam chegar até essa idade. Escravos que trabalhavam em lavouras e plantações geralmente pereciam antes de alcançarem dos 60 anos de idade.
A greve geral de 1917 foi um dos fatos históricos mais expressivos das organizações de trabalhadores brasileiros. Mais informações sobre o assunto você acompanha no decorrer desta interessante matéria.
Durante a primeira República brasileira, o país passou por um dos seus primeiros processos de industrialização que instalou principalmente a indústria têxtil em São Paulo, Rio de Janeiro e no Sul do país, primeiramente. A instalação dessas fábricas permitiu que surgisse uma classe operária no Brasil que mais tarde uniria forças para cobrança de direitos.
O contexto financeiro do Brasil, apesar da industria que dava seus pequenos passos, era basicamente alimentado pelo capital do setor cafeeiro, maior produto de exportação do país naquele período. Para garantir a proteção desse setor, as oligarquias alternavam o poder entre paulistas e mineiros (maiores produtores) na chamada política do café com leite.
Entendendo os precedentes e demais contextos
Como já dito, o poder do país estava nas mãos das oligarquias do café, essa mesma que acabou por chamar vários imigrantes para trabalhar nas lavouras após a abolição da escravidão em 1888. O país recebeu principalmente espanhóis e italianos que vieram e se estabeleceram tanto nas lavouras como nas cidades, trazendo com eles, além de outros ideais de trabalho, esperança de uma vida melhor.
Grevistas em São Paulo – 1917 (Foto: Reprodução)
Devido as péssimas condições de trabalho nas lavouras, em parte por não haver uma legislação trabalhista no país (a CLT só se concretizará no Estado Novo de Getúlio Vargas), vários italianos fugiram para as cidades onde se estabeleceram e iniciaram os trabalhos no setor industrial como operários. A situação econômica do país já não ia muito bem e os preços estavam em alta, isso somado aos baixos salários, já era motivo de bastante descontentamento. Essas motivações, quando intensificadas, geraram motivos suficientes para uma revolta entre italianos, espanhóis e brasileiros.
O preço da Guerra
A partir de 1915, a Europa iniciava o que mais tarde seria conhecido como primeira guerra mundial. Como as demandas dos esforços militares eram cada vez maiores, vários países tiveram que exportar mais matéria prima e demais produtos. O Brasil apoiava a Tríplice Entente, fato que proporcionou altas exportações de produtos agrícolas.
O grande problema das super exportações era que para suprir as demandas europeias, a economia brasileira começou a utilizar grande parte dos produtos que eram comercializados internamente no país, fazendo com que a falta dos produtos aumentasse os preços e, dessa forma, encarecendo a já deficiente qualidade de vida do operário e cidadão brasileiro em geral.
Em fato de comparação, um operário deveria ganhar o dobro de seu salário para sustentar uma família com dois filhos. Devido a esses motivos, além do trabalho infantil, das pesadas cargas horárias e da falta de legislação trabalhista, um grande movimento operariado começou a se levantar entre essa classe no país.
A greve geral
A greve era quase inevitável, visto que a criação de comitês grevistas com a participação de italianos, espanhóis e brasileiros, estavam se organizando de forma extremamente satisfatória. Os primeiros movimentos se iniciaram logo no início do ano de 1917 em algumas fábricas têxtil no centro de São Paulo. Logo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul entrariam no movimento somando greves em todo o país.
O pico da movimentação popular aconteceu em julho, onde uma greve geral assolou o estado de São Paulo, com participação até mesmo de funcionários públicos. Cerca de 70 mil pessoas aderiram a greve que estava sendo tratada de forma truculenta pelos policiais do Estado. Em uma ocasião, um jovem espanhol chamado José Martinez foi morto pela ação da cavalaria. Esse foi o motivo para que milhares de pessoas se reunissem no enterro do operário, fato que deu ainda mais força para o movimento.
O jornalista Edgard Frederico Leuenroth não só deu apoio ao movimento operário, como assumiu a responsabilidade de lidera-lo e articula-lo. Estando a frente desse movimento, o jornalista acabou sendo preso mas pôde negociar as exigências da greve junto ao governo. Entre as exigências, estavam o aumento de 35% do salário, a proibição do trabalho para menores de 14 anos, a não alocação de trabalhadores de 18 anos e mulheres em trabalhos noturnos, a pontualidade no pagamento dos salários, a soltura dos participantes presos durante as greves e dentre outros.
Os donos das fábricas trataram de conceder o aumento pedido pelos grevistas imediatamente após as negociações. Alguns tópicos foram discutidos depois e parte deles foram atendidos. Com parte das exigências atendidas, a greve se findou e os trabalhos retornaram o mais rápido possível.