Por quanto tempo a nota do Enem vale?

Enem

O Enem, é um exame nacional feito pelo governo para garantir o direito a universidade para os estudantes que estão se formando no ensino médio. O vestibular é feito geralmente no mês de Outubro e as notas saem cerca de até dois meses depois. Há outras maneiras de usar-se a nota referida também. Ela é válida para os casos de conclusão dos ensinos médios e fundamentais.

A universidade chegou há milhares de jovens brasileiros, devido ao processo seletivo. Com a nota, você poderá conseguir descontos e até uma bolsa integral. Dentre as dúvidas mais comuns, está a validade da nota ganha durante a aplicação das provas. Explicaremos a seguir como funciona depois de ter sido feita.

Por quanto tempo vale?

As notas do Enem, são válidas por apenas uma vez ao ano. Por exemplo, se você fez o Enem em 2013, poderá utilizar da sua nota somente no ano seguinte, no caso 2014. Ela é utilizada para concorrer a uma vaga e universidades de seu interesse. Mas para que isso ocorra, a faculdade de sua escolha deve estar dentro dos programas Susi ou Prouni.

Para se inscrever, você precisará somente se dirigir a página. Essa é feita através da internet e uma pequena taxa de matrícula deve ser paga. O preço é de R$45,00 reais. Aqueles que não tem condições e declarem isso no ato da inscrição, poderão ter a opção de ficar isentos da mesma.

O resultado da prova também pode ser visto através da internet pelo site do programa. Clicando aqui, você obterá todas as informações necessárias para se inteirar da sua nota e conferir o resultado sem sair de casa. Superficialmente, a nota tirada no processo seletivo vale por cerca de apenas um ano.

Como calcular a nota do Enem

Quando dizem que o ENEM é um dos sistemas mais justos de avaliação por prova já introduzidos em nosso país, não é atoa. A forma aplicada para corrigir e dar nota as provas do Exame Nacional do Ensino Médio passam longe de apenas somar os pontos obtidos independentemente de qualquer outra coisa.

O cálculo feito para avaliar as provas do exame é extremamente complexo, sendo realizado por máquinas que possuem softwares específicos para esse fim. Isso quer dizer que o sistema possui vários níveis burocráticos de avaliação que são levados em consideração na pontuação do aluno. Isso possibilita a famosa situação em que um aluno que acertou mais tirou nota menor do que acertou menos.

É preciso saber em primeiro lugar que cada questão da prova tem um nível de dificuldade que faz toda a diferença. Cada nível de dificuldade vale uma pontuação diferente e é por isso que é difícil fazer o cálculo, pois nunca se sabe qual questão pertence a qual nível. Além disso, o sistema de TRI – Teoria de Resposta ao Item – prevê possíveis chutes dos candidatos.

Praticamente, o sistema pode considerar que um aluno chutou questões mais difíceis e as acertou caso o candidato tenha errado questões mais fáceis da mesma linha de assuntos. Ou seja, se o candidato errou questões simples de uma determinada linha de raciocínio, as questões mais complexas dessa mesma linha que ele acertar não valerão tantos pontos.

Caso o aluno acerte mais questões fáceis e poucas difíceis, sua nota consequentemente será maior, pois ele mostra ao sistema que possui um certo domínio do assunto e que sua prova não é resultado de chutes. Assim, o candidato que tem facilidade em certa área, pode se dedicar mais a essa área, tentando acertar o máximo possível e nas outras, tentando acertar as questões mais fáceis.

O método pedagógico empregado na correção é preciso e tem se mostrado muito eficiente nos exames. Isso garantiu uma forma mais democrática de seleção dos alunos que entrarão na Universidade, uma vez que o sistema de correção de vestibulares não chega nem perto dessa complexidade. Não é possível calcular a nota do Enem em casa, pois os valores mudam a cada prova.

O jeito é esperar que o INEP apresente as notas oficialmente para que elas sejam utilizadas no Sisu pelo candidato. Para saber mais sobre o método de correção, baixe o arquivo PDF oficial disponibilizado pelo MEC explicando o sistema nesse link.

Nome das corda do violão

Todo violão é fabricado com  partes e componentes que se formulam todo o instrumento e fazem com que o som emitido seja característico do mesmo. Portanto cada corda aplicada na extensão do braço do violão possui um som específico denominado como nota musical.

Um violão normal é feito com 6 cordas. A 1ª corda é mais fina de som e também mais agudo entre as demais, fica localizada na parte de baixo, assim como as demais sempre inicia sua contagem de baixo para cima, ao ser tocada emite a nota E ou MI. Já a 2ª corda, tem como som a nota B ou SI. 3ª corda, emite som da nota G ou SOL.

A codas do violão possuem nomes diferentes, assim como as notas musicais.

Tocando a 4ª corda, obtêm o som da nota D ou RÉ, 5ª corda, o som a nota A ou LÁ. E a última e 6ª corda, a mais grossa de todas possui ainda um som mais grave que as outras, ao ser tocada emite o som da nota E ou MI. Além dos sons emitidos e a posição de ambas , as cordas também possuem nomenclaturas.

A 3 primeiras cordas são chamadas de “primas” e as 3 últimas de “bordões“. Ou seja, as 3 cordas mais finas do violão nas posições 1ª, 2ª e 3ª, sempre contando de baixo para cima, são as “primas” e as 3 cordas mais grossas 4ª, 5ª e 6ª são as cordas classificadas como “bordões“.

Como as cordas do violão possuem capacidade de produzir diferentes sons através da posição e espessura, também é feito a guitarra, que da mesma forma indica a nomenclatura do respectivo som ou nota musical. Além de ser provida de iguais seis cordas numeradas e afinadas respectivamente.

Como é feita a média do enem

O Exame Nacional do Ensino Médio obteve muita procura ao longo dos anos. Isso tudo por causa do Prouni, programa do governo que utiliza as notas obtidas no Enem para distribuir bolsas parciais e integrais em faculdades aos candidatos que alcançarem a média pré-determinada pelo sistema.

No entanto, os alunos antes de se inscreverem para tentar uma vaga em institutos de ensino superior, precisam alcançar a média do próprio Enem. Cada ano que se passa, o contéudo cobrado aumenta o nível de dificuldade através das matérias – Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Matemática, além da redação.

A prova estabelece cinco notas dessas 4 áreas de conhecimento mais a redação, que são calculadas pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) que apresenta as médias da provas separadamente, seguindo a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

A média de cada área de conhecimento dependerá da dificuldade das questões que forem acertadas ou erradas, a nota não é obtida pelo número de questões, por isso que candidatos como o mesmo número de questões corretas podem ter diferentes médias. No cálculo é feito primeiramente a soma das notas das provas objetivas, e depois as divide por quatro. Em seguida soma esse resultado com a nota da redação e divide novamente por dois.

O valor base das médias é de 500 pontos, o candidato portanto, precisa tirar notas acima desse valor para que a mesma seja utilizada em outros fins, como no Prouni e SiSU. De acordo com o MEC, no Prouni 2012, as notas deverão ser somadas e divididas por cinco, e não poderá ter nota zero na redação. O resultado deverá ser de no mínimo, 400 pontos. Já no SiSU 2012 cada instituição participante definirá os próprios pesos a cada uma das notas.

Nota Fiscal Carioca RJ

A nota fiscal carioca é um documento fiscal que se constitui em fazer a substituição das tradicionais notas fiscais impressas. A nota fiscal carioca foi implantada pela Secretaria Municipal de Fazenda como o intuito de simplificar e facilitar a vida dos cidadãos, dos prestadores de serviços e também das empresas da cidade (Rio de Janeiro).

A nota fiscal oferece benefícios para os consumidores e também para o comércio da cidade, benefícios como, abatimento de cerca de aproximadamente 50% do IPTU, isso porque os créditos acumulados poderão ser utilizados para abatimento do IPTU.

É importante ressaltar que para começar a pedir a nota fiscal carioca nos estabelecimentos, é necessário efetuar o cadastro pessoal no site direcionado ao atendimento ao público- notacarioca.rio.gov.br . É importante preencher todos os espaços pedidos pelo sistema com os dados pessoais. Após a realização do cadastro pessoal é indicado informar ao atendente o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física), para então solicitar a emissão da nota fiscal carioca.