Assuntos escolares e educacionais estão em alta na sociedade brasileira nos últimos anos. Isso porque o número de dificuldades e denúncias ao modelo educacional, como também as mediadas governamentais para inovar com tecnologia e outros meios chama muito a atenção dos estudantes brasileiros.
Além disso, os conteúdos passados nas escolas nem sempre são aprendidos de forma integral pelos alunos que precisam muitas vezes recorrerem a internet ou outros livros para se adequarem ao ensino.
O intestino delgado tem funções diferentes do intestino grosso, para mais informações sobre os processos que ocorrem entre um e outro, confira neste artigo
Intestino grosso
O intestino grosso é a parte final de todo o sistema digestivo. Sua principal função é fazer todo o processo de absorção da água que chega até nosso sistema, bem como dos minerais. Ele é responsável também por determinar o bolo fecal, entre outras funções relacionadas a flora bacteriana. Faz o processo de armazenamento temporário de resíduos.
Ou seja, ele é completamente responsável pela digestão até o momento da eliminação dos resíduos que faz o corpo humano. Ao total, chega a ter uma medida equivalente a 1,5 metros. Separado exclusivamente em três principais partes. Essas estão entre cólon, ceco e recto, cada uma responsável por uma função no organismo.
Intestino delgado
Sistema Digestivo (Foto: Divulgação)
Já o intestino delgado é o parte superior de todo o sistema digestivo. Ele fica entre o intestino grosso e o estômago, esse por sua vez tem o objetivo de absorver a maior quantidade de nutrientes encontrados nos alimentos que ingerimos diariamente. Separando esses nutrientes, reforçando nossa saúde física.
Quando o mesmo está cheio, começa a liberar uma espécie de substância chamada libe, essa é produzida pelo nosso fígado e faz seu armazenamento na vesícula biliar. Produz também um suco pancreático que impede o desenvolvimento de algumas doenças.
Diferenças
As diferenças mais evidentes entre um intestino e outro, é que um se torna responsável por toda absorção de nutrientes e o outro acaba por fazer o papel da eliminação de resíduos do corpo humano. Todo o sistema digestivo precisa trabalhar em conjunto para que a funcionalidade de todo seja eficaz.
Outra diferença está na forma como ambos recebem o alimento no organismo. O estômago forma uma espécie de bolo alimentar, que é passado pelo intestino delgado, este faz um processo de separação de todos os nutrientes importantes para o funcionamento do corpo e os separa delicadamente.
O que resta disso é jogado para o intestino grosso, que o transforma em fezes e esses são eliminados do corpo naturalmente. O intestino grosso, elimina a água e os minerais desse mesmo bolo e o restante dos resíduos é eliminado.
Cada um tem seu trabalho específico. Nenhuma das funções são misturadas, uma poderia impedir o processo da outra. Por isso, cada um espera que termine enfim o processo do outro, desta maneira o corpo funciona perfeitamente, bem como o sistema digestivo que vai desde a ingestão do alimento até a eliminação das fezes.
Para mais informações sobre a maneira correta de escrever o porque que tanto usamos, acompanhe este artigo e fique por dentro!
Diferenças dos porques
A Língua Portuguesa, tem sempre suas pegadinhas e maneiras de nos confundir ao redigir algo. Geralmente os acentos e separação das mesmas dão a mesma leitura, contudo não o mesmo significado. Por isso é importante observar cada detalhe dentro de uma frase.
Há maneiras diferentes de escrever uma mesma palavra. Na Língua Portuguesa sempre encontraremos esse tipo de detalhe. Os porquês sempre estão ligados a frase em si, é muito natural confundi-los. Existem quatro formas diferentes de empregá-los, saiba mais:
Porque? (Foto: Divulgação)
→ Por que separado e sem acento
Os “por ques” usados separadamente e sem o acento, tem intenção de fazer uma pergunta. Em toda frase que é em si uma questão, o por que ficará separado e sem acento. Essas são as frases de pergunta simples, terminadas sempre com ponto de interrogação. Para nunca errar, sempre comece a frase com “por qual motivo” se ela encaixar na oração, certamente é escrita com por que separado e sem acento.
→Porque junto e sem acento
Já o porque junto e sem acento, é na intenção de responder essa mesma pergunta. Geralmente está empregada em frases como “porque eu quis” “porque me deu vontade” “porque achei que fosse necessário” e tantas outras que geralmente começam com a mesma. Para identificá-la, apenas observe se está respondendo uma pergunta.
→ Por quê separado e com acento
O por quê separado e com acento, é usado exclusivamente para o fim das frases. Ou seja, quando for fazer uma pergunta, inicialmente se usa a mesma e por fim o “por quê?”. Por exemplo:
“Eu fui fazer algo para comer, por quê?”
É simples e bastante fácil de ser usado.
→ Porquê junto e com acento
O porquê com acento é geralmente usado para acompanhar um substantivo e dar a entender algo a oração num todo. Ele tem função exclusiva de um substantivo na frase, pode ser agregado a várias frases que tenham essa finalidade. Por exemplo:
“Se João fez isso, ele tem um porquê”
Indicamos que você tenha uma vida de leitura bastante ativa para não ter problemas na hora de escrever. Essa prática pode ajudá-lo a fazer uma melhor redação em todos os sentidos. A leitura é importante por diversos fatores, basta somente saber agregá-la a sua vida cotidiana.
Os Cavaleiros do Zodíaco é uma importante série de anime japonês que marcou presença na televisão brasileira. Confira mais sobre os cavaleiros aqui no dicas free!
Quem foi criança no final dos anos 80 e início dos anos 90 sabe como foi assistir Os Cavaleiros do Zodíaco (ou Saint Seiya, no original) na extinta TV Manchete. Trata-se de uma série de anime japonês baseada no mangá Saint Seiya de Masami Kurumada publicada de 1986 a 1991, fora as novas publicações.
A história se baseia nas aventuras de 5 guerreiros possuintes de armaduras que representam diversas constelações da via láctea. O objetivo dos guerreiros (ou cavaleiros, ou saints) era o de proteger a deus Atena contra outros deuses do Olimpo e cavaleiros que os servem na tentativa de dominar a Terra.
Repercussão do Anime
Saint Seiya teve uma grande repercussão e aceitação do público em terras nipônicas, o que lhe rendeu a oportunidade de ser traduzido e exibido em outros países. Sua primeira estréia estrangeira foi na França, com o nome de Les Chevaliers du Zodiaque, e mais tarde, traduzido para o português com imensa aceitação de público nos países lusófonos como Portugal e Brasil.
Logo oficial nos países lusófonos
O anime também foi traduzido para o espanhol e teve enorme aceitação não só na Espanha mas também nos países latino americanos em geral. Também foi sucesso em outros países europeus e asiáticos, principalmente nas proximidades do Japão.
Apesar de tudo, o anime curiosamente só foi traduzido para o idioma inglês em 2003. Os Cavaleiros do Zodíaco colecionam uma série de jogos baseados no anime e no mangá, além de 4 filmes e 3 ovas.
Enredo
O protagonista da história é Seiya, um jovem órfão que é forçado a treinar no santuário grego, tendo a vestimenta de pégaso para ser um dos protetores de Atena. Quando o treinamento termina, Seiya retorna ao Japão para encontrar sua irmã mais velha e é abordado por Saori Kido, que o propõe que participe do torneio de órfãos treinados. O torneio teria como recompensa a armadura de ouro de sagitário.
Esse torneio é interrompido por Ikki de Fênix, que procurava vingança aos que lhe obrigaram a seguir o duro treinamento. Rouba a armadura de ouro e enfrenta os cavaleiros de bronze Seiya, Shun, Shiryu e Hyoga. Depois de derrotado, o enredo se foca no Grane Mestre, que envia cavaleiros de prata para derrota-los. Nesse contexto, é sabido que Saori é a reencarnação de Atena e que o Grande Mestre tramava mata-la.
Na segunda saga, chamada de saga de Poseidon, o deus grego dos mares reencarna em Julian Solo, tramando alagar todo o planeta. Aprisiona Atena e os cavaleiros vão ao seu encontro para salvar a deusa e impedir os planos de Poseidon.
A terceira saga, conhecida como Saga de Hades, o deus do submundo grego desperta e revive os cavaleiros de ouro mortos e os envia contra Atena. Encurralada e sem opções, Saori comete suicídio para ter acesso ao submundo e enfrentar Hades. Os cavaleiros de bronze, com a armadura da Atena em mãos, vão ao submundo também para entrega-la a Atena e impedir os panos de Hades.
A última saga conhecida como Next Dimension, Shun e Saori buscam retirar a maldição imposta a Seiya por Hades. Após algumas viagens, descobrem que o único que poderia ajuda-los era Cronos, o deus do tempo. O deus oferece um trato e engana Atena e Shun, transformando-a em criança e separando-a do cavaleiro de andrômeda.
No Brasil
O anime foi exibido no Brasil pela Rede Manchete de 1994 a 1997, logo depois reprisado pelo Cartoon Network em meados de 2003 e pela Band em 2004. Em 2010, a mesma empresa de televisão aberta Bandeirantes exibiu a saga de Hades de forma inédita no país.
O Governo Lula é considerado um dos melhores governos presidenciais que o Brasil já teve. Saiba o motivo dessa afirmação e mais características aqui no Dicas Free.
O Brasil sempre foi comandado por duras elites ligadas ao poderio da corte imperial nos tempos da monarquia, as elites da agro exportação e depois aos grandes empresários que desenvolveram negócios lucrativos e influentes no cenário político brasileiro.
Principalmente as famílias da “elite da terra” possuem um legado político que vem decorrendo desde os tempos das capitanias hereditárias. Salvo algumas exceções como Getúlio Vargas, que por meio de um golpe findou a política do café com leite, ou do general Deodoro da Fonseca que dissolveu a monarquia, ou até mesmo o governo militar de 64, o poder do Brasil sempre esteve nas mãos das “mesmas pessoas”.
Governo Lula
Mesmo com todas as controvérsias e desapreciações do governo Lula, é cabível se dizer que Luis Inácio Lula da Silva é uma fugira histórica, um ser humano, e que por isso responde a interesses próprios nem sempre condizentes com os ideais de moralidade também tão controversos e plurais. Por esse motivo, cabe a nós tentar examinar esse governo com olhos imparciais para depois estabelecermos críticas mais acertadas.
Lula
Sem dúvida, o Governo Lula pode ser considerado um grande passo na política brasileira. Apesar de tudo, Lula não pertencia a grandes polos da elite no país e subiu na política por meio de lutas partidárias e diversas articulações políticas.
Lula, como ex-operário assume o cargo de mais alta importância no país de forma democrática em eleições diretas em sua quarta tentativa. Ganhou as eleições desbancando José Serra com 61,27% dos votos válidos no segundo turno nas eleições do ano 2002, tendo tomado posse no dia 1 de janeiro de 2003.
Características
O governo lula herdou às políticas já feitas no governo de FHC, dando continuidade a maioria delas e reinventando projetos governamentais. Uma das maiores características durante a gestão de lula foi os recordes na balança comercial, o aumento significativo do PIB, as baixas inflações, o crescimento da indústria (principalmente da indústria automobilística), o aumento do salário mínimo e a forma quase ilesa com que o país passou pela crise mundial.
Em números, durante a gestão de lula, o PIB brasileiro cresceu cerca de 4% ao ano. O aumento do PIB também foi contemplado com a diminuição do desemprego. No primeiro ano do governo lula, a taxa de desemprego da população economicamente ativa era de 10,9%. Ao final de 2009, a taxa era de 6,8% e no início de 2010, de 5,3%, totalizando os melhores resultados em série na diminuição do desemprego na história do país.
A arrecadação dos impostos no ano de 2010 foi de R$ 805,7 bilhões, sendo a maior da história até aquele momento. O pagamento de empréstimos e dívidas contraídas com o FMI foi liquidado antecipadamente pelo governo brasileiro, fator que agregou prestígio internacional ao Brasil e atraiu novos investidores.
Certamente, o governo lula foi um dos governos que mais lutou pela diminuição da pobreza e miséria no país. Apesar disso, deve-se ter em mente que a maioria dos projetos já estavam em andamento nos governos de Itamar e FHC e tiveram sua continuidade em 2003. O país alcançou a marca de diminuir a pobreza de 40% para 9,1% até 2006, graças aos programas sociais de auxílio governamental.
O índice de desenvolvimento humano no governo lula passou de 0,790 para 0,813. Apesar disso, as diferenças sociais ainda existem em larga escala no país.
Educação e Trabalho
No governo lula, as leis trabalhistas continuaram em vigor e sofreram algumas mudanças. O salário mínimo teve um grande aumento e alcançou marcas de poder consumos bem maiores. O Plano Nacional d Erradicação do Trabalho Escravo resgatou cerca de 32 mil trabalhadores em regime de escravidão em várias regiões do país. Apesar disso, a falta de fiscalização e o precário sistema judiciário evitam que os fazendeiros sofram punições adequadas. Sem o auxílio governamental, as punições adequadas aumentam de oferta de emprego nessas regiões, é comum que o trabalhador volte ao serviço escravo por falta de opção.
Na educação foram criados novos índices para avaliar a qualidade e órgãos para propor programas baseados nesses resultados. O ProUni foi um programa criado para facilitar o acesso as faculdades particulares no país. Apesar de terem aumentado as vagas em universidades públicas, a falta de repasses federais e estaduais teria deixada grande parte das universidades em condições de sucateamento.
Política e desenvolvimento
O governo lula foi alvo de grandes escândalos políticos que permearam as varas judiciais em acusações em série. Tivemos o famoso escândalo do mensalão, o escândalo dos cartões corporativos, a crise do seto aéreo, o caso Erenice Guerra e a denúncia do Ministério Público ao Ex-presidente Lula (após o mandato) por improbidade administrativa.
O país entrou para o grupo do G20 e estendeu suas relações comerciais com países dos quais antes não se relacionava em demasia como a China, a Rússia, a Índia e a África do Sul. No que diz respeito a infraestrutura, o governo lula não foi capaz de mudar o cenário de precariedade no país.
Na saúde, o Brasil não obteve avanços significativos, tendo as medidas tomadas pelo governo insuficientes para mudar a realidade nos hospitais públicos brasileiros. A porcentagem do PIB voltada para a saúde é insuficiente para o real funcionamento desse serviço público em sua plenitude.
Entenda o concito que define a energia dissipada e como podemos calcula-la, clicando no post.
Toda movimentação pode ser vista como um forma de energia no planeta terra. É possível obter energia do movimento, como nas grandes hidroelétricas, pelo calo como nas termoelétricas de carvão e gás natural, pela fissão e fusão nuclear, entre outros métodos.
A energia elétrica adquirida de qualquer um desses meios também pode se redefinir em calor, por exemplo. Isso acontece quando parte da carga elétrica que passa por um resistor é transformada em calor, aquecendo-o.
Essa energia que aqueceu o resistor é obviamente convertida em energia térmica e que por isso, admiti-se que foi dissipada. Sendo assim, a potencia dissipada corresponde a uma quantidade de energia que foi dissipada em uma unidade de tempo.
Calculando a potencia dissipada
Fórmula da Potencia Dissipada (Foto: Reprodução)
Para calcularmos a potencia dissipada, devemos considerar um conjunto que obtenha a energia elétrica (i), a resistência do resistor (R) e a tensão da fonte elétrica (U).
Sabendo também que de acordo com a física, Potencia é igual a Energia (i) x tensão (U), e que a tensão é igual a Resistencia (R) x Energia (i), podemos concluir que:
P= U.i
U= R.i
P= (R.i).i
P= R. i²
Sendo assim, aplicando os cálculos para determinação das fórmulas, podemos concluir que a Potencia é igual a Resistência x energia ao quadrado.
A Grécia Antiga passou por diversos tipos de governo, dependendo de cada Cidade Estado. Clique e saiba de alguns desses governos.
A Grécia é conhecida pela historiografia ocidental como o berço da civilização. Uma variedade de conceitos filosóficos, políticos e de organização social foi produzido nessa região riquíssima em cultura, saberes e originalidade. Os gregos influenciaram o mundo e até hoje suas esculturas e enormes templos encantam turistas no atual país.
Apesar do nome “Grécia”, devemos nos referir a região da Grécia exatamente como uma região, pois não se tratava de um país ou um império unificada. A cidades estados gregas eram independentes e só se reconheciam por terem uma cultura em comum e estarem próximas umas das outras.
Governos da Região da Grécia
As cidades estado gregas tinham seus próprios sistemas de governo, sempre de acordo com a nobreza local e as necessidades urbanas. Porém, as civilizações gregas são conhecidas pela sua mobilidade e transformações políticas, sociais e filosóficas. Essas cidades foram com o tempo mudando as formas de governo.
Grécia
Monarquia: Muitas cidades gregas obedeciam ao sistema monárquico. Baseado na figura de um rei, a monarquia deixava nas mãos do mais poderoso nobre as forças militares, a liderança religiosa e as decisões administrativas. Porém, o rei não decidia as coisas sozinho. Obedecia sempre aos conselhos e senados locais.
Diarquia: esse tipo de governo foi utilizado principalmente na cidade de Esparta. Era composto por dois reis que em tempos de guerra, dividiam as funções, sendo que um se ocuparia das questões religiosas e políticas e o outro se ocuparia das questões militares e liderança na guerra.
Oligarquia: sistema onde a grande nobreza proprietária das terras exercia a maior força nas decisões políticas.
Tirania: Vigorou por muito tempo na Grécia Antiga. Essa forma de governo é igual a monarquia, porém com um diferencial. O tirano subia ao poder pela força e não por hereditariedade ou eleição do conselho.
Democracia: O estilo de governo que temos hoje na maioria das repúblicas do Novo Mundo. A democracia é poder do povo, onde os cidadãos poderiam votar para eleger seus representantes políticos e aprovar projetos de lei. Apesar disso, nas cidades estados gregas, somente uma parcela pequena população era considerada “cidadã”.
As guerrilhas tiveram um papel muito importante durante a ditadura militar de 64 no Brasil. Saiba mais sobre o assunto, clicando no post.
O golpe militar da década de 60 mudou bastante o país. A princípio, o governo ainda se mantinha em bases já comuns aos cidadão, de forma com que grande parte dos brasileiros nem percebessem a diferença de um governo para o outro. A movimentação de ideologias e descontentamento com a ditadura se firmou quase sempre nos grandes centros urbanos do país.
As coisas viriam a se mostrar mais radicais com a aprovação do AI-5, que cerceava direitos pessoais, direitos de imprensa e várias proibições que acabaram por fomentar revolta em diversas entidades políticas já existentes no Brasil. Os demais partidos políticos como o Partido Comunista do Brasil ficaram atuando na ilegalidade e correntes de pensamento se divergiram desses blocos.
As Guerrilhas no Brasil
Dentro do próprio partido comunista e de outros partidos brasileiros (agindo na ilegalidade sob a ditadura), fragmentaram-se formas de pensamento. Existiam aqueles que defendiam as mudanças graduais, pelo voto e articulações políticas, como também aqueles que defendiam as mudanças pela luta armada.
Guerrilha rural (Foto: Reprodução)
A figura de Carlos Marighella foi de essencial importância na representatividade desses que defendiam a luta armada. Marighella fundou o que veio a se chamar de ALN (Aliança Nacional Libertadora) e deu início a uma série de lutas de guerrilha, atentados e assaltos a bancos para patrocinar as atividades revolucionárias.
As guerrilhas no Brasil, como também em vários outros lugares no mundo, foram influenciadas pelos exemplos históricos de Cuba, de Vietnã e da União Soviética, que também patrocinava vários grupos de libertação nos países sul americanos. Um dos lemas da ALN era o lema vietnamita “um, dois, três, mil Vietnãs”.
Apesar de bem dispostos, a organização a ALN não foi suficiente para conter os avanços militares, que em 1969, acabaram por assassinar Marighella em seu próprio apartamento. Após esse incidente, em 1971, surge o Movimento Popular de Libertação Nacional (Molipo).
Além desse, o Movimento Revolucionário de 8 de Outubro (MR-8), a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (Var- Palmares) e a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) foram os grupos de guerrilha criados contra o regime militar após a desistência da ALN.
Todos esses grupos acabaram por sofrer maiores repressões, principalmente durante o governo Médici. O governo militar se estruturaria melhor para combater os atentados e roubos cometidos pelos grupos revolucionários, como também para se infiltrar e capturar as lideranças. Além do Oban, tinha o Destacamento de Operações e Informações (DOIs), o Centro de Informação do Exército (CIE), Centro de Operações de Defesa Interna (CODIs).
Apesar de pouco expressiva se comparada a urbana, a guerrilha rural também teve seu peso e foi combatida com igual repressão pelo Exército Brasileiro.
A Guerra das Rosas é o exemplo de conflito familiar que elucida a importância de parentesco ainda latente ao fim da baixa idade média. Clique e saiba mais sobre esse episódio histórico.
Na idade média, os graus de parentescos entre nobres determinavam o futuro das relações econômicas, militares e de proximidade dos grandes e pequenos reinados. O sistema de suserania e vassalagem funcionava como uma imensa teia de parentescos, casamentos, alianças e proteção entre as centenas de reinos desse período.
O parentesco era a forma mais usual de se adquirir e demonstrar poder. Pertencer a uma determinava família já era motivo suficiente para ter status de nobreza, importância e participação política, mesmo que só por trás dos agentes oficiais dessas atividades. Da mesma, entre os reinos, as famílias poderosas disputava pelo trono em quase todos os casos europeus.
A Guerra das Rosas
O trono na Inglaterra sempre foi bastante disputado pelas “correntes políticas”, ou seja, as famílias mais poderosas daquele país. Os Lancaster, simbolizados por uma rosa vermelha, detinham o trono e os York, simbolizados por uma rosa branca, eram aspirantes a subir ao trono, fator de rivalidade entre as duas famílias.
As Rosas (Foto: Reprodução)
O monarca inglês Henrique VI estava submetido a loucura e era considerado o monarca insano. Apesar de ser lancaster, Henrique VI também causava problemas a sua família e todo o reino inglês. Com os esforços concentrados na Guerra dos Cem Anos contra a França, as loucuras do monarca desencadearam revolta nos York, que representados pelo duque Ricardo, adentraram em Londres com um exército de aproximadamente 3 mil homens e aprisionaram Henrique VI em 1455.
Essa atitude iniciou o conflito familiar denominado Guerra das Rosas na Inglaterra. O conflito armado envolvia exércitos feudais das duas famílias em batalhas pela Inglaterra. Apesar de ter ganho algumas batalhas importantes, o duque Ricardo de York é morto na batalha Wakefield, deixando o trono para Eduardo IV, também dos York. Esse porém, não é agraciado pelo parlamento inglês, que o obriga a devolver o trono a Henrique VI.
Apesar disso, Eduardo consegue retomar o trono na batalha de Barnet e fica com o título real até 1483, onde Ricardo assume o trono supostamente após ter assassinado todos os possíveis herdeiros. É intitulado Ricardo III e reina até 1485, ano em que é derrotado na batalha de Bosworth por Henrique Tudor, representante lancaster. Henrique casa-se com Elizabeth de York para unir oficialmente as famílias e inicia a Dinastia Tudor, que durará até 1603.
Os espartanos e os atenienses foram, sem dúvida, os povos gregos mais emblemáticos da Grécia. Saiba mais sobre sua cultura, política e ordem social aqui no Dicas Free.
A região da Grécia é uma das mais importantes quando o assunto é história do ocidente. As civilizações gregas desenvolveram inúmeras invenções e estabeleceram uma filosofia que ficou sendo discutida por séculos e que está em nosso imaginário, mesmo em regiões do Novo Mundo, até hoje.
O mundo grego é imensamente distante do nosso. Mas também é assustadoramente próximo. As particularidades, coisas do quotidiano, representações imaginárias, conceitos filosóficos, gostos artísticos, influência política e ordenamento social das nossas repúblicas são influências diretamente transportadas na polis grega pelo percurso histórico.
Dois representantes simbólicos desse mundo antigo são as cidades de Esparta e Atenas. Essas duas cidades se rivalizaram por muito tempo e possuem culturas, apesar de muito parecidas, distantes uma da outra e que formaram principalmente a representação imagética que temos da Grécia atualmente.
Ruínas gregas
Esparta
Os espartanos podem ser considerados como um povo guerreiro, no sentido literal da palavra. Todo o seu ordenamento social era baseado ou idealizado em combinações militares. Em tese, todo cidadão espartano era um soldado, ou deveria ser. Levemos em conta que um “cidadão espartano” não é qualquer pessoa que nasce em Esparta.
Os espartanos são descendentes dos Dórios, povo que já reconhecia por suas habilidades militares. Os dórios se estabeleceram na península do Peloponeso e fixaram outros povos que lá já existiam a seus domínios, fundando então a cidade estado de Esparta.
Ordenamento social em Esparta
Esparciatas– Os esparciatas eram os descendentes diretos dos antigos dórios. Eram os únicos “cidadãos espartanos” e também os únicos que poderiam participar da política em Esparta. Os homens esparciatas eram destinados ao serviço militar primeiramente e só depois a política. As mulheres deveriam cuidar da casa, do marido e da família, além de receberem treinamento físico para, segundo os espartanos, terem filhos fortes.
Periecos – Os periecos eram os descendentes dos povos que foram dominados pelos dórios sem a necessidade de batalhas. Eles exerciam serviços de artesanato e de comércio marítimo principalmente. Não participavam ativamente do exército espartano, porém, vão exercer essa função em tempos de crise em Esparta. Pagavam impostos.
Hilotas – Os Hilotas eram descendentes dos povos que foram dominados pelos dórios com a necessidade de batalhas. Eles eram responsáveis pelas plantações fora do espaçamento urbano, trabalhavam para os esparciatas, pagavam impostos e também poderiam ser escravos.
Política em Esparta
Diarquia – Esparta era governada por um diarquia, ou seja, possuía dois monarcas. Em tempos de guerra, um dos monarcas eram destinado apenas a questões militares e outro, para as questões políticas, religiosas e administrativas.
Éforos – 5 cidadãos que fiscalizavam e cuidavam da administração e manutenção do espaço público. Eram como se fosse os chefes de Estado.
Gerúsia – Composta por 28 cidadãos espartanos com mais de 60 anos e pelos dois reis. A Gerúsia criava os projetos de leis que seriam votados na Assembléia.
Assembléia – Evento onde todos os cidadãos espartanos maiores de 21 anos poderiam participar. A assembleia decidia inúmeras questões políticas e aprovava ou não os projetos de leis feitos na Gerúsia.
Educação espartana
A educação em espartana era voltada unicamente para o exercício militar. O cidadão (homem) esparciata ficava aos cuidados da mãe até os 7 anos de idade, onde era recolhido e tornava-se parte do Estado de Esparta. A ele eram ensinados conceitos da cidadania espartana, princípios militares, entre outros.
Aos 12 anos de idade, o menino era transferido para o treinamento militar, onde aprenderia a sobreviver em situações extremas, técnicas de luta, defesa pessoal, estratégias militares e a lógica de conduta do exército de Esparta. Aos 21 anos, o já então homem formado passaria por um último teste, e caso fosse aprovado, tornaria-se um Hoplita, ou seja, um soldado espartano.
Atenas
Atenas era uma das mais bem sucedidas cidades gregas. Fundada acerca de 3 mil anos, a cidade era um impostante polo comercial, filosófico e político. Essa cidade ficou conhecida por ter como pensadores Platão e Sócrates. Tinha também autores teatrais como Sófocles e Eurípedes.
Ordenamento social em Atenas
Eupátridas– Eram os cidadãos atenienses e a aristocracia. Eles eram os únicos que exerciam a política em Atenas.
Metecos – Os metecos eram os pequenos comerciantes em Atenas. Também eram considerados metecos os estrangeiros. Pagavam impostos.
Escravos – Os escravos eram destinados ao trabalho servil pelo não pagamento de dívidas ou por serem prisioneiros de guerra.
Política
A política ateniense foi mudando com o passar do tempo. Era inicialmente monárquica ou tirânica. Depois, com supressões das famílias eupátridas, foi se tornando no que conhecemos como democracia ateniense. A figura do rei foi fragmentada na figura dos arcontes.
Arconte Rei – tinha como principal função a liderança religiosa.
Arconte Epônimo – Era governante supremo juiz. Seu nome era utilizado para determinar eras ou períodos históricos.
Polemarco – Era responsável pela manutenção e liderança do exército atenien
A educação em Atenas era uma das áreas mais importantes para seu sucesso. As escolas geralmente eram nas casas dos professores ou ao ar livre. Os jovens se dedicavam a três cursos específicos para treinar e melhor suas potencialidades.
Grammata– Nesse curso, o jovem ateniense aprendia a noção da linguagem e códigos linguísticos de seu povo. Aprendia a ler e a escrever, e também aprendia a matemática. Os clássicos de Ilíada e Odisseia também eram ensinados nesse curso.
Música – Nesse curso, os alunos aprendiam noções musicais e a tocar instrumentos típicos de Atenas. Também aprendiam história, geografia, valores atenienses e outras culturalidades.
Educação Física– Nesse curso, os jovens atenienses aprendiam os esportes gregos como a corrida, o lançamento de peso e de dardos, o salto em distância, dentre outros, para modelarem o corpo e adquirirem força física.