Quem pode fazer o Enem?

Quem pode fazer o Enem?

O Enem é uma prova nacional que visa trazer benefícios aos alunos do Ensino Médio que desejem cursar a universidade no ano que se aproxima. Não é um exame obrigatório e está a disposição daqueles que realmente desejam utilizar o processo seletivo para se certificar.

Qualquer pessoa com idade superior a 14 anos pode fazer o Enem, não é necessário mais do que a inscrição através do site e o pagamento de uma taxa. Os interessados devem se dirigir ao site www.enem.com.br/inscricoes e efetuar a sua inscrição, todo o trâmite é bem simples.

Você só precisará preencher corretamente cada dado pedido durante o ato da inscrição, além disso necessitará de seus documentos pessoais como RG, CPF e algumas informações relacionadas ao cumprimento e o histórico escolar. A maioria dos vestibulares podem ser substituídos pelo Enem.

Enem (Foto: Reprodução)

As etapas referentes são dividas em 4 disciplinas que, agrupadas, formam cada uma um questionário com 45 perguntas. Dois deles são respondidos no primeiro dia e outros dois  no segundo, junto com a redação. Você pode estudar pela internet ou adquirir apostilas que custam em média R$99,00.

O prazo para inscrição vai do dia 12 de Maio até o dia 23 (sexta-feira). Apesar de não ser obrigatório, é válido para os que realmente gostariam de ingressar à universidade. Os botões de informações para efetuar sua inscrição são bem demonstrativos e grandes. Ao final você também poderá acompanhar e fazer alterações.

Não existe segredo NENHUM, todas as pessoas interessadas podem participar do processo seletivo. Alguns professores indicam que ainda que esteja no primeiro ano do Ensino Médio faça sua inscrição, a experiência é válida e totalmente eficaz. PARTICIPE!

Brasil na primeira guerra mundial resumo

A Europa do século XIX estava pautada nos ideais positivistas e sobretudo a Inglaterra que vivia um estilo de vida burguês e vitoriano. Por ser a potência da época, a Inglaterra era uma grande influenciadora dos demais países europeus e juntamente a França, detinha muitas colônias na África para dar continuidade ao projeto neocolonial.

Apesar disso, algumas nações europeias queriam um mundo novo. Inspirados por ideias modernistas, os alemães estavam dispostos a limpar a Europa por meio de conflito armado e instaurar a vanguarda alemã sobre o tradicionalismo vitoriano. Apresentando-se como grande potência que emergia, a Alemanha queria sua parte no cenário econômico e também a sua fatia no projeto neocolonial.

A Primeira Guerra mundial viria a estourar com o assassinato do príncipe austríaco Ferdinando por uma organização radical chamada “Mão Negra” da Sérvia. As exigências de investigação do império austro húngaro foram negadas pelo país e fomentou a declaração de guerra pelo mesmo. A partir daí, devido as alianças militares entre os países da Europa, várias declarações de guerra surgiram em uma grande rede de países envolvidos.

A participação brasileira

Durante o conflito, o Brasil, assim como outros países do Novo Mundo, se mantiveram neutros. Não fazia sentido se envolver no conflito europeu que nada tinha haver com a realidade brasileira. Apesar disso, o posicionamento brasileiro logo mudaria devido a alguns eventos ocorridos na França em 1917.

Alguns dos médicos designados para o conflito. (foto:reprodução)

O navio mercante brasileiro “Paraná” que transportava o café de exportação para as águas francesas foi abatido por ataques de submarinos alemães. Mais tarde, outro navio mercante brasileiro foi atingido, dessa vez o “Tijuca”. Isso foi o suficiente para que pressões populares pedissem um posicionamento brasileiro perante a situação.

O Brasil declara guerra contra a Alemanha ao lado da Inglaterra e França.  Apesar de não possuir material bélico para participar diretamente do conflito, enviou enfermeiros, pilotos e uma patrulha naval para dar apoio aos países aliados. Além disso, um grupo brasileiro enviado para lutar ao lado dos franceses teve participação na frente ocidental da batalha.

O mais conhecido foi o comandante José Pessoa Cavalcanti Albuquerque, que ficou responsável por liderar tropas de cavalaria francesas e blindados durante o conflito. Após o término da guerra, o Brasil participou da Conferência da Paz que aprovou o tratado de Versalhes. O país teve direito a alguns navios alemães e ao dinheiro do café que havia sido exportado para a Alemanha.

 

Como ir no Pânico na Band

Pânico na Band

O “Pânico na Band” é um programa exibido na Rede de TV Bandeirantes, denominada popularmente como Band. Televisionado aos domingos a partir das 21:00 horas, o “Pânico na Band” é comandado pelo apresentador Emílio Surita. Ressaltando que semanalmente, na noite de sexta-feira a Band televisiona a reprise do “Pânico na Band”.

Além do apresentador oficial Emílio Surita, o programa “Pânico na Band” conta com um diversificado elenco de apresentadores, sendo: Vesgo (Rodrigo Scarpa), Carioca (Márvio Lucio ), Christian Pior (Evandro Santo), Ceará (Wellington Muniz), Sabrina Sato, Alfinete (Daniel Peixoto), Polvilho (Eduardo Sterblitch), Guilherme Santana, Bola (Marcos Chiesa) e O Impostor
(Daniel Zukerman).

Com reportagens exclusivas, interessantes esquetes de humor e uma grande diversificação de quadros, o programa “Pânico na Band” conquistou uma legião de telespectadores / fãs. Além de proporcionar entretenimento aos seus telespectadores, o programa “Pânico na Band” oferece aos seus telespectadores a chance de participar da plateia do programa. No entanto dando a chance aos mesmos de participar de alguma forma do programa.

Para participar da plateia do “Pânico na Band” é necessário acessar o site oficial do “Pânico na Band” na rede mundial de computadores, ao acesser o mesmo o formulário presente na página deverá ser preenchido adequadamente com todos os dados requisitados.