Cabanagem resumo completo

A Cabanagem foi uma das muitas revoltas que eclodiram durante o período regencial do Brasil. Saiba mais sobre esse fato histórico neste artigo.

O Brasil é conhecido como um país de homens cordiais e uma sociedade com pilares na tranquilidade e festividade. Porém, ao contrário desse já contraditório senso comum, o povo brasileiro sempre foi atento aos maus tratos políticos e elitistas, desenvolvendo ações de caráter rebelde pelos mais variados motivos em cada época.

Durante os períodos históricos do Brasil, é possível identificar um grande número de conflitos entre as mais variadas províncias, sejam eles ocorridos na colônia, no império ou na república. Um desses conflitos ficou conhecido como cabanagem e ocorreu na província do Grão Pará em um contexto histórico bastante peculiar.

Período regencial

O primeiro império brasileiro foi, inicialmente, um período de grande euforia para nossos compatriotas. Livres do comando político e administrativo português, os brasileiros finalmente poderiam desenvolver suas práticas comerciais com várias nações, ter autonomia sobre os lucros e exercer suas próprias políticas públicas.

Tipo de moradia dos cabanos ribeirinhos (foto: reprodução)
Tipo de moradia dos cabanos ribeirinhos (foto: reprodução)

O governante da mais nova monarquia das Américas, Dom Pedro I, foi condecorado como Defensor Perpétuo do Brasil e passou a administrar o país de forma um tanto inadequada. Diversos escândalos públicos envolvendo o imperador, falha administração pública, principalmente do Banco do Brasil, e os conflitos com grande parte das elites brasileiras fizeram com que Pedro I fosse expulso das terras brasílicas.

Como o herdeiro ao trono do Brasil ainda era uma criança, o governo brasileiro passou um período regencial, comandado por regências trinas. Durante esse período, a firmeza e autonomia do país caiu em descrédito pela falta da figura do imperador e diversas rebeliões por inúmeros motivos eclodiram em várias províncias brasileiras. O período regencial durou de 1831 a 1840.

Antecedentes

Grande parte das elites da província do Grão-Pará se posicionou contrariamente a independência do Brasil, mantendo-se fiel a coroa portuguesa mesmo após a separação dos estados. Para garantir a soberania e unidade nacional, o império brasileiro organizou expedições para reprimir os redutos da colônia portuguesa em Belém.

Eduardo Angelim - último presidente do governo cabano (foto: reprodução)
Eduardo Angelim – último presidente do governo cabano (foto: reprodução)

O número de mortos a ação truculenta das tropas imperiais deixaram profundas marcas na elite local que permaneceram até o período regencial. Além disso, a situação de grande parte da população da província era de extrema pobreza e falta de recursos básicos. Não só o império, mas a regência tinha abandonado o norte brasileiro.

Os cabanos eram pessoas que moravam em pequenas cabanas nas beiras dos rios da região e eram os que mais sofriam com a falta de investimentos públicos. Com a fome e as doenças que assolavam as famílias, o clima de rebelião só aumentava, tanto no seio das elites, como no ambiente das pessoas comuns na província.

Cabanagem – revolta no Norte

Aconteceu durante a madrugada do dia 7 de janeiro de 1835 o levante que tomaria Belém, uma articulação planejada por Antônio Vinagre, Francisco Vinagre, Eduardo Angelim e Clemente Malcher. Liderados por Antônio Vinagre, os cabanos marcharam até a capital da província e facilmente tomaram, executando o então presidente Lobo de Souza e o comandante das armas. O total controle de Belém deu não só suprimentos bélicos aos revoltosos, mas também a esperança do cumprimento das tendências separatistas.

Francisco Vinagre foi designado para o cargo de comandante das armas e Clemente Malcher para presidente. Apesar de ter ganho o cargo pela ação revolucionária anti imperialista, Malcher se manteve fiel a coroa brasileira e ordenou a prisão de Eduardo Angelim, fato que promoveu uma batalha entre as tropas leais a Malcher e as leais a Francisco Vinagre, que se saiu vitorioso e com o cargo de presidente provincial.

Apesar da vitória dos ideais separatistas, Francisco Vinagre, no mês de julho do mesmo ano, concordou em entregar a província as forças imperiais e ao domínio de jorge Rodrigues (novo presidente da província escolhido pelo império) caso fossem dadas as anistias aos revoltosos. Antônio Vinagre e Eduardo Angelim se refugiaram no interior e as tropas imperiais tomaram novamente a cidade de Belém.

Francisco Vinagre, apesar do acordo feito com o império, foi preso assim que a cidade foi retomada. As tropas revoltosas se organizaram e travaram uma batalha no dia 14 de agosto do mesmo com duração de nove dias, onde retomaram a cidade de Belém. Durante a batalha, Francisco Vinagre morre e Eduardo Angelim assume a presidência, declarando a independência da província. Esse fato fez com que a regência brasileira declarasse guerra ao Grão-Pará e nomeasse o brigadeiro Francisco José de Sousa para comandar as tropas imperiais.

Durante dez meses de governo cabano, a falta de recursos a inabilidade administrativa acabaram por assolar a província com diversas dificuldades. Além do contingente militar, quatro navios de guerra estavam a caminho de Belém na expedição de retomada da capital. Eduardo Angelim foge junto a grande parte de suas tropas para o interior. A província foi retomada.

O fim da revolta

O brigadeiro responsável pela retomada de Belém julgava a liberdade de Angelim um perigo a soberania do governo da província e iniciou um esforço de busca ao revoltoso. Somente em outubro de 1836, Angelim foi encontrado e preso em Belém, seguindo para o Rio de Janeiro, sendo sentenciado a prisão em Fernando de Noronha.

Apesar de ter sido preso, os cabanos revoltosos continuaram as batalhas no interior. Somente em 1840, as tropas impriais conseguiram dizimar todos os redutos cabanos contra a soberania nacional. Estima-se que cerca de 40 mil pessoas morreram durante a revolta.

 

Recadinhos para namorado ou namorada de amor

Confira neste artigo vários exemplos de recados românticos para o seu namorado ou sua namorada.

Em um relacionamento deve haver pilares e sustentáculos princípios de respeito, confiança e compreensão. Além disso, as doses de romantismo, carinho ou demonstração eventual de afeto só tem a somar para uma relação ainda mais agradável e em constante desenvolvimento. Um casal que se ama, acaba demonstrando isso às pessoas que os ladeiam.

É a magia do amor,  labor incontrolável de suprir a estranha, porém agradável, necessidade de agradar e realizar o outro. Se o respeito é o sustentáculo, o carinho assume o papel de manter os laços afetivos da melhor forma possível. Seja em uma complexa e grandiosa declaração de amor, seja em simples gestos que fazem toda diferença durante o dia.

Recados de amor

Hoje tudo foi fantástico. Sua linda voz elucubrou-me a mente de grandes fantasias. Não vejo a hora de tê-la(o) novamente e curtir a sorte de pertencer a ti.

Não achei que nosso romance fosse crescer tanto. Tudo está sendo tão agradável, doce e bonito que os meses parecem dias. O que é bom passa rápido, mas nosso tem a benção da longevidade.

O teu bom senso se faz imensamente agradável quando combinado a gentileza de sua compreensão. Acredite, nada disso passa desapercebido por mim. Tudo isso está me aproximando cada dia mais de você.

Nosso amor é como um testemunho dançante em meio ao grande tribunal mundano. Saímos para dançar nas madrugadas e todos ligam as luzes para espiar e comentar nossa sincronia..

Esqueça o que andam falando e não se preocupe com o que vão dizer. Nenhuma dessas pessoas terão a sorte de tê-la(o) como companheira(o), e por isso não entendem nossas decisões e nosso amor. Se estivermos felizes um com o outro, nada mais para mim importa.

Aprendi em doces e inesquecíveis lições que o enredo de nosso amor é intimamente ligado a essência de nossa bondade e cumplicidade. Somos, antes de tudo, amigos, companheiros que não abrem mão da presença um do outro.

Como as ondas sonoras que por grandes distâncias se alastram, assim são as batidas de meu coração quando perto do teu. Contagia-te e lança o feitiço que a(o) transborda de calma e conforto.

Passei muito tempo perdido no vasto oceano da solidão. Naveguei temeroso e sem esperança de algo encontrar. Achei-te de surpresa, inesperadamente tudo que eu queria. Repouso em terra firme, segura, longe das tempestades de Bojador.

Que imensa alegria é poder participar da sua vida. Melhor ainda é saber que tenho uma grande porcentagem de toda importância dela. Farei de tudo para não desaponta-la(o).

Deixar-te-ei livre a deslizar pelas correntes de ar dos imensos céus. Meu amor é seguro e cofiante nas tuas respostas. Pois sei que teus vôos são inocentes e que tuas asas sempre a(o) levam de volta para mim.

Minha vida é uma doce melodia que permite-me cantar no samba o mapa do coração. Isso, é claro, só se faz possível contigo, o grande tesouro que com grande alegria encontrei.

Adorei poder me emaranhar nos teus cabelos, dormir sentindo teu cheiro e acordar no conforto dos teus braços. Isso desejo todos os dias, sem medo de ser feliz.

Que noite inesquecível! Já estou me acostumando a dizer. É tudo tão perfeito que dificilmente terei uma lembrança ferida. Ficará apenas a constante sensação de me sentir amada(o) da melhor forma possível!

A Rua do Ouvidor era o ponto mais complexo do império. Nela as mais variadas camadas sociais participavam de suas festanças, boemias e angústias muito próximas. Era uma rua de encontro, de alteridade e semelhança. É como nosso amor, que em plena diferença e aparente incongruência se transforma na perfeita sincronia, no encontro dos oposto, na união dos não prometidos.

Você é como a milagrosa gota de água que atiça as esperanças do ambulante solitário do deserto. É a prenuncia de que um grande oásis de amor me espera ao anoitecer friamente. É o calor e frescor da vida.

Nossa primeira noite foi espetacular. Foi o mais perfeito encontro dos corpos, o batismo da felicidade, a inquietude do prazer. Sem dúvida, a prova mais bonita da nossa compatibilidade.

Não vá desenganada(o), não andes como vagantes nos becos da cidade. Você tem a mim para cuidar de ti. Tem a mim para repousar quando precisas, para ser amada(o), compartilhar tristezas e alegrias, viver a vida.

Se ouviste dizer que estou apaixonado, saiba que muito dessa afirmação é de confiável realidade. Há tempos não me sentia tão vivo como hoje. Sua presença mudou minhas perspectivas, acendeu o fogo da minha alma, inquietou meu coração tão cabisbaixo.

Venha! Cante comigo essa canção sem fim. Dancemos eternamente nos grandes salões de nosso afeto. A vida é bom quando encontramos alguém com quem mereçamos dividi-la

Quero sentir o prazer de ser teu e ao lado dessa imagem deiforme que se projeta aos meus olhos, construir a mais perfeita e harmoniosa edificação amorosa.

Que doçura é o mel que derrama de tuas ações, do teu falar, do teu olhar. A suavidade do teu jeito inveja a dureza dos meus costumes tão desajeitados. Complementa-me em grande estilo trovador.

Como estás linda(o)!. Nem mesmo as antigas divindades seriam tão lindas ao ponto de concorrerem com sua beleza que desse cosmos não participa. Está além, acima de qualquer expectativa.

Te conhecer foi como embarcar em uma locomotiva. Diminuí as longas distâncias para meu destino. Passei pelos amplos campos da solidão em doce companhia. Curti minha escolha, que sorte tenho!

Doce morena das quentes mãos! Pérola negra das atlânticas marés. Porque hoje não vieste me ver? Sei que veio ontem e que virás amanhã.. Mas é tão difícil completar o dia sem ti..

Sem ti, meu sonho acanha temeroso na cabeceira da cama. Não passa do teto e não passeia pelos olhos da realidade. As flores mesmo abertas, são por dentro murchas. A sutileza do vento apenas atrapalha.. A beleza do mundo de mim se esconde..

Deixe a porta entreaberta. Deixe o pequeno faixo de luz anunciar sua disponibilidade para mim. Faça-me feliz como nunca, prove-me com teu amor, vista minha camisa e terás de volta tudo em dobro.

Hoje, aprendi que seguir as estrelas me leva a caminhos tempestuosos. Seguir-te, porém, é como transitar em campos floridos. Os lobos não atacam e o vento pétala alguma arranca.

Para muitos, o amor que não se cansa, que clama por mais a todo tempo, é uma forma de prisão. Pra mim, é a única forma de voar.

Tudo que você faz me deixa mais próximo, mais feliz e animado com nosso relacionamento. Você se dedica e isso faz toda a diferença. Faz-me querer ser teu para sempre.

Hoje, posso dizer com total firmeza: o amor que construímos é um forte castelo, uma estrutura a prova de terremotos eventuais. Somos assim, somos lindos, somos o que todos querem ser.

Grandes nomes da filosofia contemporânea

A filosofia contemporânea herdou uma série de crises científicas e traumas epistemológicos gerados nas duas grandes guerras. Conheça neste artigo alguns dos grandes nomes da filosofia contemporânea.

A divisão entre modernidade e contemporaneidade ainda é um ponto a se discutir e pode variar dependendo do autor. Alguns teóricos defendem o início da história contemporânea após a queda do Muro de Berlim até os dias atuais. Outros teóricos afirmam que o mundo contemporâneo se inicia a partir do início da primeira guerra mundial.

Para que possamos compreender uma linha temporal mais ampla e abrasiva, levaremos em consideração a base teórica de que a contemporaneidade inicia-se no início da primeira guerra mundial. Sem nos apegar tanto a ordenamentos teóricos, analisaremos alguns dos grandes nomes da filosofia do século XX em geral.

Filosofia Contemporânea

A filosofia contemporânea vê-se condenada em um impasse intelectual herdado da filosofia moderna, algo que estudiosos da área chamam de crise da filosofia moderna. Essa crise se originou pela rápida mudança nos avanços científicos, nos campos sociais, nas relações de trabalho e sobretudo na fundamentação do conhecimento.

A filosofia contemporânea buscou uma nova relação com a significação dos impulsos e valores humanos. Algumas linhas teóricas partiram do estudo de impulsos e reações psicológicas, outras reconheceram uma importante relação na significação por meio da culturalidade, da linguagem, dos aspectos sociais e do pensamento lógico.

Além dos despojos da crise moderna, não só a filosofia, mas todos os campos científicos sofreriam outro trauma durante a era contemporânea: as duas grandes guerras mundiais. O evento das guerras mudou radicalmente o pensamento científico das áreas humanas, na medida em que o progressismo positivista leva o mundo à uma autodestruição.

Discussões sobre raça e cultura intensificam-se e o mundo científico entra em uma era culturalista e de quebra de paradigmas sociais. Muda-se as relações econômicas, o nacionalismo é revisto em várias faces e a onda libertária contamina todos os continentes conhecidos. Impulsionados e influenciados por todas essas questões, citaremos três grandes nomes da filosofia contemporânea.

Willard Van Orman Quine

Willard Van Orman Quine (foto: reprodução)
Willard Van Orman Quine (foto: reprodução)

Van Quine foi considerado um dos mais conceituados filósofos analíticos do século XX. Nascido nos Estados Unidos, tornou-se doutor pela Universidade de Harvard e atribuía seus estudos a área de pensamento lógico. Para realizar pesquisas, visitou importantes cidades europeias como Viena e Praga. Nasceu em 1908 e morreu em 25 de dezembro de 2000.

Seus estudos analisam e caracterizam as faces dos juízos sintéticos e juízos analíticos. Van Quine apresenta uma argumentação que os define como sem fundamento firme, apenas ideias que são aceitas sem o devido teste, a fim de se isolarem dos juízos testáveis, exercendo uma relação puramente dogmática.

Mario Perniola

Mario Perniola (foto: reprodução)
Mario Perniola (foto: reprodução)

Um dos grandes autores com reputação internacional, Mario Perniola nasceu em Asti, na Itália em 1941, e atualmente leciona na Universidade de Roma na área de filosofia estética. Formou-se na Universidade de Turim e desenvolveu dezenas de projetos acadêmicos que levaram a lecionar como convidado em diversas universidades em países como Estados Unidos, Paris, Canadá, Brasil, Japão e Austrália.

Perniola desenvolveu diversos trabalhos que relacionam as literatura de seu país com as disposições filosóficas do século XX e XIX e fornece um resgate a expressões culturais desenvolvidas nessas obras. Além desses trabalhos, atualmente desenvolve um posicionamento pós estruturalista e pós humano.

Paul Karl Feyerabend

Paul Karl Feyerabend (foto: reprodução)
Paul Karl Feyerabend (foto: reprodução)

Paul Feyerabend nasceu na Áustria em 1924 e morreu em 1994 em Zurique, vítima de um tumor no cérebro. Paul Feyerabend cresceu em um período conturbado de pós guerra, foi obrigado a fizeram se alistar no exército alemão e tonar-se oficial. Participou da segunda guerra mundial no fronte oriental, condecorado com cruz de ferro e ferido em batalha contra as forças soviéticas.

Após a guerra iniciou diversos estudos nas áreas de sociologia, história e física, mas se encontrou realmente quando estudou filosofia das ciências. Morou em países como Estados Unidos, Nova Zelândia, Itália, Reino Unido e Suíça. Seus trabalhos mais importantes vão de encontro a fundamentação do método científico universal. Paul Feyerabend argumenta que a metodologia científica rigorosa inibe o trabalho científico e dificulta melhores resultados. Esse posicionamento ficou conhecido como Anarquismo Teórico.

Quantos países existem no mundo

O mundo possui centenas de nacionalidades diferentes. Mas será que você sabe quantos países existem realmente? Clique neste artigo e confira.

Durante a história, a formação dos Estados soberanos foi bastante fluida e temporária. Apesar de muitas vezes nos referirmos a um local como sendo sempre um país atual, sua história quase sempre nos mostra uma séria de invasões, conflitos externos e internos, questões de herança real, dentre outros fatores que mudaram o nome, a extensão territorial e até mesmo influências culturais.

Isso nos remete à uma afirmação bastante convincente: o número de países hoje é muito diferente do número de países há 5 ou a 10 anos atrás, e se diversifica ainda mais quando recuamos em séculos atrás. Levando em consideração o próprio Brasil, durante a história, o território fazia parte de Portugal, mas após uma série de relações da nobreza, passou afazer parte da coroa espanhola (fato conhecido por União Ibérica), depois pertenceu ao império português novamente.

fronteiras definidas, moeda local e independência política são exemplos de fatores que definem em Estado Nacional (foto: reprodução)
fronteiras definidas, moeda local e independência política são exemplos de fatores que definem em Estado Nacional (foto: reprodução)

Em 1808, o Brasil seria um Estado soberano com o nome de Império Unificado de Portugal, Brasil e Algarve. Mais tarde, em 1822 o Brasil tornou-se um Estado independente e soberano e em 1889, uma república federativa. Isso quer dizer que o Brasil só pôde ser reconhecido como um país a partir de 1822 ou mais precisamente, em 1825 com o reconhecimento de Portugal.

Em cada um desses períodos históricos, os limites territoriais da província (até 1808), do império unificado (até 1822), do império (até 1889) e da república (até os dias atuais) foram diferentes. Até hoje, várias questões políticas impedem o reconhecimento de alguns espaços geográficos e culturais como países soberanos. Essas questões todos os anos refletem na numeração dos países no mundo.

Quantos países existem atualmente?

Existem várias listas que confirmam a existência de centenas de países. Até mesmo as associações do comitê olímpico podem fornecer um número para a contagem, porém de forma diferenciada. Algumas representatividades esportivas são diferenciadas, mas advém de territórios pertencentes a outros países.

A ONU enumera os países com base em vários aspectos que, para essa organização, os definam como Estados Nacionais. Leva-se em consideração a existência de uma moeda, a soberania nacional, a sustentabilidade econômica, independência política, fronteiras demarcadas e o reconhecimento de outras nações, por exemplo.

Na contagem realizada no ano de 2013, a Onu reconhece 2 países na América do Norte, 8 países na América Central, 12 países na América do Sul, 5 países na Ásia Central, 9 países na Ásia Meridional, 5 países na Ásia Oriental, 11 países no sudeste asiático, 17 países na Ásia Ocidental, 18 países na África Oriental, 9 países na África Central, 6 países no norte da África, 5 países na África Austral, 16 países na África Ocidental.

Na Oceania 2 países, 4 países na Melanésia, 5 países na Micronésia, 3 países na Polinésia, 10 países na Europa Ocidental, 10 países na Europa do Norte, 14 países na Europa do Sul e 9 países na Europa Ocidental, totalizando a existência de 193 países. A lista completa da ONU você pode conferir clicando aqui.

 

Pontos turísticos de Brasília e seus nomes

Brasília é uma cidade incrível e artística no coração do Brasil. Conheça os pontos turísticos de nossa capital e mais de sua cultura, aqui no Dicas Free!

A copa do mundo está chegando e muitos brasileiros já estão de malas prontas para visitar as capitais que receberão as equipes de futebol do mundo inteiro e onde ocorrerão os épicos jogos do evento futebolístico mais importante do mundo. O país está se preparando há alguns anos e, ao que tudo indica, poderemos ter uma das copas mais plurais de todos os tempos.

Com a grande variação de gostos, timbres, sabores, costumes e paisagens, o Brasil possui é certamente o país mais propício a exibição de rica cultura. Até mesmo a cidades, cada uma derivada de longínquos processos históricos, possuem suas diferenças básicas que por si só, já valem a viagem, seja do exterior para o Brasil, seja para os próprios brasileiros.

Brasília – pontos turísticos

Por falar em capitais, por que não apreciar a capital de nosso país? Brasília por si só já é ponto turístico. Já especulada desde a época do império e consolidada como um dos objetivos da república brasileira, a movimentação da capital administrativa do país para o planalto central foi o principal projeto do presidente Juscelino Kubitschek.

Arquitetada para ser uma cidade monumento, representante da grandiosidade do país, Brasília recebeu inúmeras visitas estrangeiras que vinham apreciar a modernidade na arquitetura de seus prédios, palácios e demais artes espalhadas pelo território do Distrito Federal. Embelezada pelos projetos de Oscar Niemeyer, Brasília é até hoje uma cidade que desperta curiosidade e fascínio em artistas de todo o mundo.

Ponte Juscelino Kubitschek e Lago Paranoá

Ponte JK (foto: reprodução)
Ponte JK (foto: reprodução)

Não há como passar por Brasília sem atravessar a Ponte JK que exibe uma bela arquitetura arqueada, símbolo de Brasília. É sem dúvida uma estonteante experiência, sobretudo no período noturno. Logo abaixo da ponte, há o Lago Paranoá, o maior lago artificial do país, originado principalmente do Rio Paranoá durante a construção da capital para deixa-la mais úmida.

O lago oferece uma rica biodiversidade animal em sua extensão de 48 quilômetros quadrados, além de diversas opções em esportes aquáticos, embarcações, uma grande variedade de quiosques, bares e clubes recreativos a beira lago.

Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida

Catedral (foto: reprodução)
Catedral Nossa Senhora de Aparecida (foto: reprodução)

Arquitetada por Oscar Niemeyer, a Catedral de Brasília é rodeada por espelhos d’água e lembra o formato de um cálice, objeto essencial na Santa Ceia cristã (ao lado, existe uma estrutura que representa o pão). Com 40 metros de altura e 16 arcos de concreto armado, a catedral exibe uma iluminação interna resultante de seus gigantescos vitrais com uma linda cruz de ferro no topo benzida pelo papa Paulo VI.

 Museu Nacional de Brasília e Teatro Nacional Cláudio Santoro

Museu Nacional de Brasília (foto: reprodução)
Museu Nacional de Brasília (foto: reprodução)

O Museu Nacional de Brasília já exibe o modernismo em sua arquitetura e chama atenção de todos que passam por ele. Lá é exibido o que há de melhor nas obras de arte brasileiras, um indispensável espaço cultural disponível na capital.

Teatro Nacional (foto: reprodução)
Teatro Nacional (foto: reprodução)

Já o Teatro Nacional Cláudio Santoro é um grande espaço em formato de pirâmide irregular, rodeado de artes plásticas cubistas de autoria de Athos Bulcão. Possui três salas de espetáculos e é destino certo das melhores peças nacionais e internacionais.

Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha

Estádio Nacional de Brasília - Mané Garrincha (foto: reprodução)
Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha (foto: reprodução)

Uma das obras mais novas de Brasília, o Estádio Nacional de Brasília seguiu os conceitos arquitetônicos de Oscar Niemeyer para se enquadrar nos padrões monumentais do Distrito Federal. Apesar desse nome, a cultura popular atribui ao estádio o nome de Mané Garrincha, uma homenagem ao jogador brasileiro bicampeão mundial e nome que já era atribuído ao estádio antes da grande reforma.

Atualmente, o Estádio Nacional tem capacidade para 71 mil pessoal e é considerado multi uso, fazendo parte do Complexo Poliesportivo Ayrton Senna, juntamente com outros centros como o Autódromo Nelson Piquet e Ginásio Nilson Nelson.

Congresso Nacional

Ao fundo, Congresso Nacional (foto: reprodução)
Ao fundo, Congresso Nacional (foto: reprodução)

Os prédios mais famosos de Brasília, rodeados de palácios e e edificações ministrais, espelhos d’água, esplanada e diversos outros monumentos. O Congresso Nacional é a sede do poder Legislativo. Os dois prédios no meio de 28 andares abrigam as questões administrativas, e as duas cúpulas abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e o Senado.

Brasília também é uma cidade repleta de palácios, cada um com sua utilidade administrativa. Os palácios exibem a arquitetura refinada e de bom gosto da capital e contém acervos artísticos em seus interiores como os palácios da Justiça, do Buriti, do Planalto, da Alvorada, do Itamaraty e do Supremo Tribunal federal.

Torre de TV Digital

Torre de TV Digital - A Flor do Cerrado (foto: Reprodução)
Torre de TV Digital – A Flor do Cerrado (foto: Reprodução)

Outra das mais jovens obras arquitetônicas de Brasília, apelidada de Flor do Cerrado e projetada por Oscar Niemeyer, a Torre de TV Digital tem como objetivo distribuir o sinal de TV de alta definição para os brasilienses.

O mirante mais alto, a 120 metros de altura, proporciona uma visão de 360 graus da cidade. As outras duas pétalas da torre abrigam lojas, restaurantes e cafés.

 

Leve cólica e menstruação atrasada

Está sentindo cólicas leves, porém está com menstruação atrasada? Confira neste artigo os principais motivos para isso acontecer.

O funcionamento do corpo feminino, sobretudo no que diz respeito a todo processo de reprodução, é bastante complexo. Muitas são as causas que podem acelerar ou atrapalhar os ciclos menstruais, como também vários dos sintomas que são bastante comuns em caso de gravidez ou não. Isso faz com que, muitas vezes, a própria mulher não entenda o que vem acontecendo com o próprio corpo.

O que há de mais clássico nesses entendimentos, se diz sobre o atraso menstrual, que em considerável parte das vezes significa uma possível gravidez. Porém, o atraso menstrual pode acontecer por diversos motivos e facilmente enganar a mulher que espera ou não um bebê.

Atrasos

A mulher é, certamente, sensível a estímulos externos. Uma grande decepção, por exemplo, pode afetar diretamente em seu ciclo menstrual, podendo retarda-lo ou acelera-lo. Isso pode variar de caso para caso. O fator psicológico é muito expressivo, portanto até mesmo um dia de muito stress pode comprometer a regularidade do ciclo.

Cólicas podem ser um sinal tanto de gravidez, como de que uma menstruação está para vir (foto: reprodução)
Cólicas podem ser um sinal de gravidez ou de uma menstruação está a caminho                  (foto: reprodução)

Ainda tratando-se da regularidade, algumas mulheres não possuem ciclos regulares, sendo assim, imprevisíveis os dias de ovulação e menstruação. Nesses casos, deve-se consultar um ginecologista e pedir para que o mesmo receite um anticoncepcional, pois, além de prevenir um concepção indesejada, ainda atua como regulador do ciclo menstrual.

Outros motivos que podem favorecer o atraso menstrual é a ingestão de remédios fortes como antibióticos ou fármacos e produtos que contenham doses hormonais. Isso pode refletir diretamente na pontualidade do ciclo. Além disso, a gravidez também pode ser um motivo para o famoso atraso menstrual.

Cólica leve e atraso menstrual

Algumas mulheres podem estar se queixando de cólicas leves e atraso menstrual. Como vimos antes, o atraso menstrual pode estar vinculado há todas as possibilidades descritas acima.

Já quanto a cólica, é possível dizer que ela é um simples aviso de que a menstruação está por vir, ou seja, não é preciso se preocupar tanto. Se houve relações sexuais desprotegidas, isso pode ser um fato a ser considerado. Afinal, cólicas leves, principalmente no pé da barriga, podem sim ser um sinal de gravidez.

Portanto, nada mais sensato do que fazer um exame de gravidez beta – HCG ou um exame de sangue para ter certeza sobre o resultado.

Como se alcança a salvação no catolicismo

Para muitas pessoas, sobre tudo protestantes, não fica claro como a igreja católica compreende o caminho da salvação. Confira mais sobre o assunto neste artigo.

A Igreja Católica foi a primeira grande instituição cristã a se organizar no mundo. Tendo seu início em Roma com o nome de Igreja Católica Apostólica Romana, um enorme processo histórico pode ser atribuído a essa instituição que teve imenso papel na Idade Média e na era Moderna.

Por ter inicialmente uma grande expansão entre diversas culturas diferentes, sobre tudo no império Franco durante a Idade Média e no Novo Mundo durante as colonizações, a Igreja Católica assumiu uma postura conciliatória, canonizando obras, santificando homens e mulheres e promovendo uma série de ritos religiosos, muitas vezes simplesmente aceitando-os em seu calendário.

Igreja Católica em estilo barroco - Ouro Preto (foto: reprodução)
Igreja Católica em estilo barroco – Ouro Preto (foto: reprodução)

Foi uma forma de se adequar a grande diversidade cultural e de suprir as necessidades espirituais desses indivíduos plurais. Mas afinal, como foi e como é que a igreja Católica entende a complexidade da salvação da alma, fator de extrema importância para esses homens dos séculos passados e de grande valia para contemporaneidade?

Salvação no Catolicismo

A salvação no catolicismo não funciona do mesmo modo como funciona nas igrejas protestantes. Construídos durante os séculos, os conceitos de engrandecimento espiritual foram associados ao mérito proveniente das obras humanas.

Para que um católico alcance o reino dos céus, ele precisa ser justificado divinamente. Para isso, as boas obras feitas pelo crente são o meio que o espírito santo tem de justifica-lo e garantir sua salvação, tudo isso disponível nos cânones do Conselho de Trento.

Porém, o homem não é aceito simplesmente por ter feito as boas ações, mas pelo o que o espírito santo fez nele. Por merecimento, o espírito santo faz uma infusão no cristão, tornando-o adequado para adentrar o reino espiritual após sua morte.

Entende-se também que a infusão acontece por meio da santa justiça divina. Quando infundido, o crente recebe a justiça que flui diretamente de Cristo, tornando sua natureza justa, e portanto, tornando-o agradável a Deus.

Criador das Olimpíadas de Inverno

As Olimpíadas de Inverno já foi completamente diferente das apresentações que vimos atualmente. Saiba mais sobre a história desse evento esportivo neste artigo.

As Olimpíadas eram competições esportivas que aconteciam entre as cidades Estado gregas durante a Idade Antiga. Divida em diversas modalidades, os atletas deveriam representar suas cidades, dar o melhor para garantir a vitória e elevar a honra de seu povo. Os jogos na Grécia eram tão importantes que as guerras e outros conflitos que haviam eram suspendidos, pelo menos durante as Olimpíadas.

Na modernidade, a Europa iria perpetuar a cultura grega dos jogos  expandindo-a  ao mundo. Na prática, os jogos Olímpicos da era moderna, seriam ainda mais complexos que os antigos. Reuniriam mais modalidades esportivas, haveria mais investimentos e envolveria novas nacionalidades na corrida pelas medalhas. Apenas a tradição de parar conflitos bélicos não seria mantida, como visto durante a segunda guerra mundial.

Olimpíadas de Inverno

A primeira Olimpíada de Inverno a ser realizada foi na Suécia em 1901, com o nome de Jogos Nórdicos, organizados pelo General Viktor Gustaf Balck. A competição só envolvia esportes de temática fria e se repetiria em 1903 e 1905, tendo edições até 1926.

Folheto dos Jogos Nórdicos 1901 (foto: reprodução)
Folheto dos Jogos Nórdicos 1901 (foto: reprodução)

Como membro fundador do COI (Comitê Olímpico Internacional), Gustaf Balck tentou vincular os Jogos Nórdicos nas Olimpíadas de Verão, com uma semana de esportes de inverno em outra cidade, eventos eventos que ocorreriam em forma simultânea no ano de 1912. A ideia foi inicialmente rechaçada porém, posta em prática nas Olimpíadas de 1916 na Alemanha. Nessa circunstância, os jogos Olímpicos tiveram de ser cancelados devido ao início da primeira guerra mundial.

Após a guerra, os Jogos Olímpicos de Verão na França em 1925 teve duas sedes, sendo uma na cidade de Chamonix, destinada a semana internacional de jogos de inverno, tal evento mostrou um grande sucesso de público e participação, onde mais de 250 atletas de várias nacionalidades disputaram medalhas durante os onze dias de jogos.

Um ano depois, o COI optaria por desvincular os jogos de inverno das olimpíadas de verão e realiza-los de forma separada, considerando a edição de Chamonix como a primeira dos Jogos Olímpicos de Inverno. A segunda edição, realizada na Suíça, enfrentaria muitos problemas com a instabilidade do clima, mas garantiu a continuidade do evento.

Durante a segunda guerra mundial, duas Olimpíadas de Inverno tiveram de ser canceladas. Elas ocorreriam no Japão 1940 e na Itália em 1944. Após a guerra, as Olimpíadas aconteceriam normalmente até a data de 1994, onde o COI decidiu por realizar as olimpíadas de inverno separadamente, em anos alternados com as Olimpíadas de verão.

Até os dias atuais, as duas Olimpíadas seguem esse mesmo modelo e são realizadas em épocas diferenciadas. A última Olimpíada de Inverno foi realizada em Sochi, na Rússia, em 2014.

Cubismo brasileiro obras

A arte cubista exerceu grandes influencias até mesmo em artistas consagrados no Brasil. Aprenda mais sobre esse estilo artístico, aqui no Dicas Free!

A virada do século XIX para o século XX foi de crescimento das vanguardas. Principalmente no cenário europeu, a ciência e arte alemã estavam inovando em todas as conjunturas, clamando por um mundo novo livre do modelo aristocrático e burguês que a era vitoriana já pregava e repetia por tanto tempo. A arte moderna serviria como um contraste, divisor de águas. Separaria o mundo antigo do mundo inovador, ousado, fora dos padrões, onde a realidade e a imaginação se juntavam.

Uma das inovações no campo artístico foi o cubismo, forma de arte originada principalmente pelo artista Paul Cézanne. Essa expressão artística conseguia expor claramente os novos tempos que viriam ao mundo. Demonstrava o cotidiano, objetos e paisagens naturais não como uma imagem realista, mas como um emaranhado de formas geométricas.

Paul Cézanne - Still Life with Curtain and Flowered Pitcher (foto: reprodução)
Paul Cézanne – Still Life with Curtain and Flowered Pitcher (foto: reprodução)

A clara mensagem cubista tratava-se de dar originalidade às telas, fazer com que as pinturas não sejam uma mera reprodução, mas que sejam diferenciadas do mundo real. As pinturas teriam uma linguagem própria, sem se conectarem necessariamente a padrões representativos, ou seja, a arte dialoga com o real sem imita-lo.

Nesse sentido, é comum que até mesmo as cores não façam nenhum sentido se analisadas de forma conservadora. Os traços e perspectivas são feitos para criar a sensação de imagens esculpidas, e muitas vezes, são totalmente ignorados numa imagem plana em tons de cinza, preto, vermelho e outras cores escuras.

Cubismo no Brasil

O cubismo chegou ao Brasil como forte influencia às artes que a seguiriam após a famosa Semana de Arte Moderna em 1922. Não passaram por aqui, artistas genuinamente cubistas, mas sim, muitos que usaram dessas técnicas para criar as obras de arte que se tornariam símbolo da modernidade também aqui no país.

Morro da Favela - Tarsila do Amaral (foto: reprodução)
Morro da Favela – Tarsila do Amaral (foto: reprodução)

Adaptando o cubismo aos horizontes artísticos brasileiros, Tarsila do Amaral desenvolveu obras que misturavam as influências cubistas com as paisagens brasileiras, crítica social e o antropofagismo. Rego Monteiro também adaptou o cubismo de forma bem peculiar, misturando as formas geométricas para produzir traços do corpo humano, tendo grande influência cultural indígena em suas obras.

Natureza Morta - Rego Monteiro (foto: reprodução)
Natureza Morta – Rego Monteiro (foto: reprodução)

Outros artistas como Anita Malfatti utilizaram do cubismo, juntamente com o expressionismo, resultando em um estilo único de pincelada e contraste entre as duas concepções modernistas que claramente dialogavam nas telas.

O Homem Amarelo - Anita Malfatti (foto: reprodução)
O Homem Amarelo – Anita Malfatti (foto: reprodução)