Epilepsia passa de pai para filho?

Epilepsia

A epilepsia é um transtorno neurológico que apresenta alteração no comportamento de uma pessoa em crise. As crises são completamente temporárias, mas maltratam o corpo daquele que a possui, fazendo com que seu cérebro não funcione de maneira adequada e coerente com a realidade.

Há várias causas desencadeadoras da doença, bem como altos índices de temperaturas corporais, no caso de febres ou o consumo  excessivo de drogas, além de outras doenças. A epilepsia pode ser transmitida de pai para filho, sim! Contudo, é necessário que um médico acompanhe de fato o caso.

» De pai para filho

Epilepsia (Foto: Reprodução)

Em diferentes parâmetros da doença, ela pode ter causa sob influências genéticas e familiares. As chances de uma criança que possui pai epilético de desenvolver a doença é de 50%. Em casos onde a mesma está agravada, é possível que seja incontrolável as reações, principalmente pela falta de medicamentos ou tratamento incoerente.

Os sintomas também agem de acordo com as condições em que o paciente se encontra, as alucinações podem decorrer desde os cinco anos. Crianças que tem pais epiléticos tendem a desenvolver a epilepsia até essa faixa etária e não cessarem os ataques epiléticos até que entrem numa determinada fase ou possuam tratamento adequado.

Malformações do sistema nervoso, também proporciona problemas relacionados a doença e outras de cunhos neurológicos. A melhor maneira de lidar com o problema é através de médicos especializados no assunto e apoio total da família. A paciência nesses casos também é altamente indispensável.

Crise de ausência o que é, tipos e curas

Crises de ausência

As crises de ausência, na maior parte das vezes é comparada a crises epiléticas que ocorrem com mais frequência durante a infância. Nem sempre são categorizadas com frequentes convulsões ou problemas relacionados ao desenvolvimento de sintomas epiléticos.

Na maior parte das vezes, esses ocorrem em questão de minutos ou até mesmo segundo os movimentos do piscar de olhos. Eles não provocam quedas e nem interrompem a consciência do afetado. Tem chances de desenvolvimento até na fase adulta, quando será necessário o acompanhamento médico.

Crise de ausência (Foto: Reprodução)

Para garantir o diagnóstico correto é interessante que o paciente faça o eletroencefalograma. O que pode causar o problema é: respiração acelerada de maneira intensa,  taquipnéia, estímulos luminosos e sonolência. O uso de medicamentos que levam o paciente a dormir, tem poder ativo na atuação da doença.

Quando o paciente possui o problema, esse pode ter várias pequenas crises diárias. No caso das crianças, atrapalha o desenvolvimento escolar e o desenvolvimento de tarefas cotidianas. No caso dos ditados, ela não conseguirá acompanhar a leitura do professor.

Podem causar dores e mal estar, quando uma criança está sempre reclamando de dores ou sensação ruim, os pais devem procurar ajuda médica. Quando o tratamento é iniciado, a resposta do mesmo costuma ser satisfatória. Desde que a medicação esteja adequada para o caso.

O que pode causá-la é a genética. Lesões cerebrais não tem ligação com o desenvolvimento da mesma. Os acidentes também podem ser causados pelas pequenas crises, contudo são raros. O diagnostico correto para o seu caso, bem como o tratamento devem ser conferidos através de um médico.

Tem cura?

A cura para a doença pode ser relativa, dependendo exclusivamente do caso em si. Alguns pacientes tem tendência ao desenvolvimento da mesma, enquanto outros perduram por anos com ela. Somente um médico poderá indicar seu quadro com total precisão.