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Animas em extinção Arara Azul

A arara-azul nos dias atuais está na lista de animais ameaçados de extinção, a extinção dessa espécie se dá devido à degradação em seu habitat natural por conta das queimadas e do desmatamento, e devido à caça, e ao comércio clandestino da espécie e também pela baixa natalidade da espécie.

     
Animas em extinçao Arara Azul

Nome Cientifico: Anodorhynchus hyacinthinu

As araras-azuis cujo a nomenclatura cientifica é Anodorhynchus hyacinthinu, são espécies de aves que se destacam tanto pela beleza, quanto pelo tamanho e comportamento no meio ambiente. A arara-azul atualmente está ameaçada de extinção devido à degradação em seu habitat natural por conta das queimadas e do desmatamento, e devido à caça, e ao comércio clandestino da espécie e também pela baixa natalidade da espécie. Essa espécie pode ser encontrada principalmente nos estados de Goiás, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Amazonas, São Paulo, Piauí dentre outros.

A arara-azul é consideravelmente maior entre os psitacídeos que são araras, periquitos, papagaios e maritacas. A arara-azul pode chegar a medir cerca de aproximadamente um metro (medição feita da ponta do bico à ponta da cauda), e pode chegar a pesar cerca de aproximadamente 1,3 kg. Normalmente, gostam de voar em grupos ou em pares, os casais de araras-azuis costumam dividir as tarefas de cuidar dos filhotes, ressaltando que nessa espécie os casais são fiéis.

Animas em extinçao Arara Azul

Os casais de araras-azuis costumam dividir as tarefas de cuidar dos filhotes, ressaltando que nessa espécie os casais são fiéis

Animas em extinçao Arara Azul

gostam de voar em grupos ou em pares

As araras-azuis costumam se alimentar com castanhas retiradas de coco bocaiuva ou de coco acuri. Essa espécie costuma fazer os seus ninhos principalmente nas seguintes espécies de árvores: Angico Branco, Ximbuva ou Manduvi (espécie de árvore com cerne macio). Normalmente, as mesmas abrem cavidades de pequeno porte no tronco das árvores para fazer seus ninhos, e os mesmos são forrados com lascas arrancadas da árvore.

Normalmente, a espécie dá inicio ao período de reprodução aos sete anos de idade, estima-se que a fêmea tenha em média dois filhotes, sendo que geralmente só um sobrevive. A fêmea da espécie passa longos períodos no ninho, para que a incubação dos seus ovos ocorra de forma adequada. Nesse período o macho da espécie se responsabiliza pela alimentação da mesma. Geralmente o ovo eclode, após um período de cerca de aproximadamente 28 dias.

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