Prisão de ventre infantil, o que fazer?

Criança com prisão de ventre

A constipação é um dos problemas mais frequentes na infância, categorizado pela dificuldade de realizar necessidades fisiológicas. Essa está associada a uma disfunção do próprio organismo na hora de fazer tal liberação.

O estilo de vida que a criança leva, principalmente quando inicia a vida escolar, pode ser um fator desenvolvedor. Mas o que os pais devem fazer quando estiverem diante de uma situação como esta? É preciso, antes de mais nada, reconhecer os sinais, já que as crianças não costumam falar.

Criança com prisão de ventre.
Prisão de ventre infantil (Foto: Reprodução)

A retenção pode acontecer seguidas vezes na mesma semana, tal desconforto é acompanhado de dores com gritos e gemidos. A mudança de comportamento, queda do rendimento escolar e ansiedade também são sinais de que algo não está funcionando bem.

Desta maneira, cabe a eles questionarem a criança sobre o que está sentindo, se ela não souber falar, será preciso levá-la a um médico para que o profissional possa estipular um diagnóstico completo.

O segundo passo consiste na avaliação da dieta, veja se está adequada a ela. Lembrando que essa deve ser rica em alimentos leves e saudáveis, ricos em fibras e frutas que regulam o intestino. O médico mais recomendado para esses casos é o gastroenterologista que pedirá exames mais precisos antes de estipular tratamento clínico.

O profissional poderá receitar medicamentos laxativos inicialmente e consequentemente realizar uma lavagem intestinal. Também é importante ensinar à criança, a posição correta para realização da necessidade fisiológica, com pés apoiados no chão, de forma que ela fique mais à vontade. É bom que os pais a incentivem a realizar suas necessidades num objeto específico (pinico).

Os primeiros sinais de que algo está errado são observados pelos pais, procure ver se o seu filho faz força demais na hora da evacuação ou se ele chora sem motivo.

Dificuldades de um deficiente físico

Cadeira de rodas

Quase 23% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. As dificuldades de mobilidade e acesso a ambientes públicos são enfrentados juntamente com o preconceito. Os obstáculos afastam cada vez mais pessoas portadoras de alguma necessidade especial tanto no mercado de trabalho como lazer (estádios, cinema, teatro, etc).

Entre as deficiências, a motora é a que atinge maior número de pessoas. Podendo ela ser congênita ou adquirida por acidente. A seguir você verá um simples exemplo da rotina de um cadeirante e os obstáculos a serem superados. Acompanhe!

O caso Paulo (história meramente ilustrativa)

“Paulo é um jovem que tinha uma vida normal assim como tantos outros. Um dia, sofreu um grave acidente automobilístico que quase o levou a morte, mas sobreviveu. Ficou alguns dias internado. Ao acordar percebeu que não conseguia sentir absolutamente nada da cintura para baixo, o médico lhe sentenciara uma paralisia.

Paulo agora só é capaz de se locomover com a ajuda da cadeira de rodas. O jovem lentamente teve que se acostumar com o novo estilo de vida, o que também afetou todos que estavam a sua volta. O cadeirante precisa lidar com diversos obstáculos diariamente e o primeiro deles está na própria residência, que deve de ser adaptada para comporta-lo melhor.

Os portais da sala, cozinha e quarto tiveram que ser alargados para que a cadeira passasse com facilidade. O banheiro também foi personalizado com barras de ferro chumbados na parede para que apoiasse neles durante o banho.

A locomoção também é um fator que dificulta muito a vida dos cadeirantes de todo país. Na cidade em que Paulo reside, as calçadas são mal pavimentadas, cheias de buracos que impedem o seu trafego por ali. Em relação aos meios de transportes, principalmente ônibus, não são adaptados aos portadores de necessidades especiais.

Paulo viu de perto como é difícil utilizar o meio de transporte que não possui estrutura adequada e que praticamente exclui os deficientes físicos, bem como diversas pessoas que simplesmente ignoram um cadeirante, um deficiente visual e auditivo. Falta respeito e cidadania para com o próximo.”

Apesar do caso de Paulo ser apenas fictício, a realidade que ronda os cadeirantes é essa. Pessoas portadoras de necessidades especiais não possuem seus direitos preservados. É preciso informar, com intuito de garantir direitos aos deficientes. O governo e instituições privadas devem fornecer amplo atendimento de qualidade aos portadores em tais condições. Também deve haver maior integração entre os que possuem alguma deficiência com os que não possuem. Só desta maneira é que iremos viver em uma sociedade mais justa.

Cadeira de rodas
Cadeirante (Foto:Reprodução)

Outras deficiências

Se tratando de deficiência física, além da motora, há outras incapacidades que um indivíduo pode adquirir ou ser congênita, sendo elas:

  • Deficiência auditiva
  • Deficiência visual
  • Deficiência intelectual

A desvantagem na falta de um ou outro elemento não deve ser tratada de forma preconceituosa, pelo contrário, mesmo com limitações estas pessoas possuem grande força em ajudar a sociedade a evoluir e merecem ser reconhecidas por isso.

Maiores dificuldades ao falar em público

Falar em público deve ser um ato saudável.

Maiores dificuldades ao falar em público

Você também soa frio só de pensar em falar em público? Acredite, não está sozinho nessa. A maioria das pessoas possuem um certo medo e um frio na barriga antes de falar em público, até mesmo aquelas que lhe parecem totalmente desinibidas. Mas acalme-se, isso também não é o fim do mundo, você só precisa respirar fundo e respeitar seus limites.

Há pessoas que simplesmente ficam nervosas antes de falar em público, mas com o passar do tempo acabam se acostumando. Também existem aquelas que simplesmente possuem pavor de tal coisa. É por isso que você deve saber qual o seu problema, porque o medo passa com o tempo e a fobia só piora.

Os principais problemas

  • Falar baixo demais
  • Falar alto demais
  • Ficar artificial
  • Agressiva
  • Desarticulada
  • Acelerar a fala
  • Diminuir a fala
Falar em público deve ser um ato saudável.
(Falar em público)

Aqueles que se sentem incompetentes jamais serão bons oradores ou apropriados para fala em grupo, isso porque o ouvinte precisa obter segurança na voz e na tonalidade do indivíduo. Portanto, o primeiro passo para vencer as suas dificuldades é acreditar realmente em si mesmo e no seu conhecimento.

Também tenha certeza do que está para ser dito, de maneira nenhuma suba a um palco ou tome a posse da palavra se não tem muita certeza do que está para ser dito. Quando ocorre a insegurança, aquele que ouve pode acabar não confiando em sua palavra, o que se tornaria um problema.

Não permita que a platéia desvie o olhar e nem a atenção. Vença as dificuldades propostas acima e seja natural. Esse é o ponto para vencer a timidez e o nervosismo ao falar em público. Caso não tenha sucesso, o ideal é procurar um médico especializado na área de fobia e averiguar a possibilidade de tal timidez se tornar doença.

Como promover as relações interpessoais no trabalho?

Relações interpessoais no trabalho

As relações interpessoais fazem parte do processo natural de quem trabalha em equipe. Naturalmente, envolver-se com pessoas no mesmo ciclo de trabalho é algo natural e cotidiano, elas fazem parte de nossa vida dia-a-dia, a relação de respeito deve ser mútua e geral.

A dificuldade de manter a “paz local” quando se tem uma convivência muito grande é espantosa. Todas as nossas diferenças estão presentes num só ambiente e a maneira como “fulano” desempenha seu trabalho, nem sempre é parecida ou de acordo com a que seu colega o faz.

É exatamente por isso que promover as relações é importante. As vezes por não identificar-se com a maneira com que o colega vive, acaba desenvolvendo uma espécie de “intolerância” a tal pessoa, impedindo que assim as relações possam ser agradáveis e rendáveis à empresa como um todo.

Promover as relações interpessoais é importante para o desenvolvimento de seu trabalho.
É essencial ter um bom relacionamento no local de trabalho (Foto: Reprodução)

A melhor maneira de promover essas relações é sempre impedindo que assuntos que lhe dizem respeito sejam evidenciados ou compartilhados. O local de trabalho (exceto no caso de pessoas que conhecemos antes do trabalho) é um lugar voltado à atividade que você desenvolve.

Não tente transformá-lo em um consultório onde as pessoas possam opinar ou descobrir qualquer coisa que tenha relação com a sua vida. Seja agradável e trabalhe conforme as regras estabelecidas, tratando com educação os seus colegas, ainda quando o seu dia não esteja muito bom.

É importante que participe  também das organizações como festas de aniversários, confraternizações e demais. A regra principal para boa convivência é respeitar o espaço do outro, da mesma maneira que você deve ser respeitado e também exigir esse direito.

É válido lembrar que os problemas sociais não estão somente dentro do local de trabalho, em todas nossas relações, sejam familiares ou em âmbito estudantil, teremos desavenças e consequentemente problemas com pessoas que não estão paralelas à nossa linhagem de pensamento.

Por isso, simplesmente tente viver dentro do seu limite. Procure não discutir opiniões, religiões ou política com aqueles que não tem a mesma defesa que você, esse tipo de discussão não chegará a lugar nenhum, você jamais mudará a sua opinião, a pessoa com quem discute também não.

Investir tempo e fôlego nesse tipo de conversa só afasta as relações, fazendo com que haja baixo desenvolvimento quando o trabalho é feito em equipe. Lembre-se que um terço da sua vida é passada no local de trabalho, então haja de maneira correta, para que ele não venha a se tornar um peso em sua vida.