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Controle biológico

O conceito de controle biológico sempre foi uma ideia antiga, porém contemplada pela ciência moderna por meio de estudos e observações. Entenda mais sobre o assunto clicando no post.

     

Se você já ouviu dizer que o gato é inimigo natural do cachorro, então você já teve contato com o conceito de controle biológico, mesmo que de forma simples e cômica. A parte mais científica desse conceito é bem parecida com esse antigo dizer popular, porém com um pouco mais de observação e método legitimador.

Basicamente, os “inimigos naturais” no controle biológico exercem a função de controle populacional de certa espécie. Podemos tomar os sapos e gafanhotos como exemplo. Sem a existência dos sapos, predadores comuns dos gafanhotos, a população dos gafanhotos cresceria descontroladamente e causaria um grave desequilíbrio ambiental em outras espécies.

Controle Biológico Natural

Como já citado, os inimigos naturais de algumas espécies se encarregam de manter o controle populacional da mesma e a quantidade de indivíduos da espécie mais fraca determina também a quantidade populacional da outra espécie predadora. Isso significa que as relações de controle sã essencialmente recíprocas.

Leoa - predadora natural das zebras

Leoa – predadora natural das zebras

Existem três tipos de controladores biológicos que atuam de maneiras diferentes. Os predadores são os mais comumente vistos por nós e também os mais conhecidos. Esses seres vivem livremente e geralmente se alimentam de presas menores e mais frágeis que eles. O número de predadores é menor que o número de presas.

Há também os parasitoides, seres que vivem de forma parasitária em um hospedeiro, impedindo que esse chegue a sua fase adulta ou evitando que se reproduza. Se desenvolvem externamente ou internamente no hospedeiro e o mata ao fim do ciclo de vida. O número de parasitas é maior que o número de hospedeiros.

Por último, os organismos patógenos também agem como controladores biológicos. Esses seres microscópicos se reproduzem rapidamente dentro do hospedeiro e causam uma série de complicações e doenças que levam-no a morte. O número de patógenos é maior que o número de hospedeiros.

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